"TV não é um indicador de sucesso", afirmam membros do Vanguart

Fernanda Kostchak e Helio Flanders, respectivamente violino e vocal da banda Vanguart, são os convidados do podcast Aos Cubos neste ultimo episódio que antecede as férias. A segunda temporada segue a partir de agosto, sempre às terças, às 15h33 (seja na plataforma Podcasts, da Apple, seja no Soundcloud e nos programas que indexam o .RSS do programa). O grupo acaba de lançar “Beijo Estranho” (produzido por Rafael Ramos, cuja capa é assinada por Juan Pablo Mapeto), primeiro depois de “Muito Mais Que o Amor”, de 2013, e tem muito a dizer.

“Viemos do independente e não conseguiríamos trabalhar de outra forma. Sempre fomos ativos nos projetos e sempre soubemos por onde tinhamos de ir (e até falando de mercado). Precisamos estar in loco, vendo e sentindo as coisas. Eu preciso sair para ver shows de bandas novas”, explica Flanders sobre sua visão da cena atual – e muito se reflete dessa década morando em SP. “O nosso público é maravilhoso porque já veio dessa desconstrução da mídia televisiva, internet e outras coisas. É um público que escreve, valoriza texto, fotografias, desenhos… Eles vão ficar muito felizes em nos ver na TV, mas não é um indicador de sucesso”, complementa Fernanda.

“Acho que é o melhor momento, estamos superflelizes com o álbum. É um marco na discografia, primeiro disco aos 30”, reforça Flanders. Eles afirmam que acompanham críticas, sejam elas de shows ou de disco. “Se desagradar, ou incomoda, servem (como lição, se você se identificar). Se aquilo incomodar é simplesmente para você saber que existe também essa opinião. Ninguém é obrigado (a nada), essa pessoa pensa dessa maneira e resolveu expressar. Não acredito que existam críticas venenosas. Pode até doer, mas não foi premeditad, pra te detonar”, afirma ela.

“Lembro de uma crítica maldosa, na época do primeiro disco. A gente, por habitar um lugar menor, as críticas são mais de release ou se aqueles que se debruçam sobre o trabalho. Existe uma fatia pequena ainda no jornalismo que é vaidosa e vai ao pitoresco e na polêmica e procurar coisas”, pontua Flanders. Eles falaram ainda sobre a segurança de compor em grupo (devido à intimidade que eles já têm), dos percalços para gravar um clipe e a turnê, que segue a todo o vapor. Depois da estreia em São Paulo, ganham o Brasil. Deve ter depeteco na capital paulista em agosto, mas Cuiabá está nos planos. Aguardem!

A entrevista encerra com a clássica pergunta: o que vocês gostariam de responder que não perguntamos. Hélio é rápido: “começaria tudo outra vez?”. E a resposta, em forma de música: “Começaria tudo outra vez. Se preciso fosse, meu amor. A chama em meu peito. Ainda queima, saiba”, exclama os versos de Gonzaguinha. Dê o play e até agosto!

[hr]

 

Participam deste podcast: André AloiVictor Albuquerque, Luís Bemti e Thyago Furtado.

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10 músicas para você curtir no inverno

O inverno chegou e pra mim pelo menos é a época mais esperada do ano, adoro chegar em casa, tomar um banho quente, pegar uma caneca grande de chocolate e deitar para ouvir umas músicas e relaxar bastante. Então listei minhas dez músicas favoritas do momento pra , quem sabe, você tenta fazer o mesmo que eu e aproveitar cada segundo da melhor época do ano. Ah, e a ordem não altera em nada os gostos e preferidos.

Cigana – Stars

Jack Johnson – Banana Pancakes

Mimicat – Tell me why

Dionne Bromfield – Mama Said

Amy Winehouse – Love is a losing game (Live)

Jesuton – I’ll never love this way again

Gin – Furacão

Sam Smith – Lay me down

Aloe Blacc – I need a dollar (Live)

William Fitzsimmons – Better (Live)

 

As bandas Gin e Cigana, são duas bandas de amigos meus, não é puxação de saco, até porque existem outros amigos meus que tem bandas, porem essas duas eu me identifico de verdade, vale a pena ouvir o som deles, se vocês curtirem ouvir mais musicas no inverno deixe nos comentários quais suas escolhas pra relaxar nessa estação.

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Em nota, Taylor Swift manda recado para o novo serviço de streaming da Apple.

Depois das polemicas envolvendo Taylor Swift no novo canal de musica streaming da Apple, a cantora decidiu quebrar o silencio e publicou uma nota em seu Tumblr se explicando o porque que não irá se juntar a essa nova plataforma.

“Estou escrevendo isto para explicar por que eu não vou estar disponibilizando meu álbum, 1989, no novo serviço de streaming, a Apple Music. Eu sinto que isso merece uma explicação porque a Apple tem sido e continua sendo um dos meus melhores parceiros na venda de música e criar maneiras para me conectar com os meus fãs. Eu respeito a companha e as mentes verdadeiramente engenhosas que criaram um legado baseada na inovação e empurrando os limites corretos.

Tenho certeza de que você está ciente de que a Apple Music estará oferecendo uma versão gratuita de 3 meses para quem se inscrever para o serviço. Eu não tenho certeza se você sabe que a Apple Música não estará pagando escritores, produtores, artistas durante esses três meses. Acho que é para ser chocante, decepcionante e completamente diferente nessa empresa historicamente progressista e generosa.

Isto não é sobre mim. Felizmente eu estou no meu quinto álbum e devo isso a minha banda, equipe e toda parte administrativa que me apoia a fazer shows ao vivo. Isso é sobre novos artistas ou bandas que acabam de lançar seu primeiro single e não será pago para o seu sucesso. Trata-se do jovem compositor que acabou seu primeiro corte final e pensou que os royalties iria faz-los sair da divida. Isto é sobre o produtor que trabalha incansavelmente para inovar e criar, assim como os inovadores e os criadores da Apple são pioneiros em seu campo … mas não vai ser pago por um quarto do valor das peças de um ano em suas músicas.

Estas não são queixas de uma criança petulante mimada. Esses sentimentos ecoaram em cada artista, escritor e produtor nos meus círculos sociais que têm medo de falar publicamente porque nós admiramos e respeitamos a Apple tanto. Nós simplesmente não respeitamos esta chamada em particular.

Eu percebo que a Apple está trabalhando em direção a uma meta de streaming de pagamento. Eu acho que é belo progresso. Sabemos como é astronomicamente o sucesso da Apple tem sido e nós sabemos que esta empresa incrível tem o dinheiro para pagar artistas, escritores e produtores para o período de ensaio de 3 meses… mesmo que seja grátis para os fãs nesse período.

Três meses é muito tempo para não ser remunerado e é injusto pedir a alguém para trabalhar por nada. Eu digo isso com amor, reverência e admiração por todo o resto que a Apple fez. Espero que em breve eu possa me juntar a eles na progressão rumo a um modelo de streaming que parece justo para aqueles que criam esta música. Eu acho que isso poderia ser a plataforma que está no lugar certo.

Mas eu digo a Apple com o devido respeito, não é tarde demais para mudar essa política e mudar as mentes daqueles na indústria da música que será profundamente e gravemente afetados por isso. Nós não pedimos iPhones gratuitos. Por favor, não nos peça para fornecer nossa música sem nenhuma compensação.
Taylor”.

 

Se você quiser ver a nota original postado no Tumblr da cantora (http://taylorswift.tumblr.com/post/122071902085/to-apple-love-taylor), sabemos que ela vem segurando seu álbum em todas as plataformas possíveis, pelos menos agora sabemos o motivo ao certo, só podemos esperar uma resposta da Apple ou se Taylor vai mesmo um dia disponibilizar seu álbum em algumas dessas novas plataformas.

 

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Game of Thrones: A polêmica 5ª temporada

Na verdade não tenho muito o que falar da série a não ser que nos quesitos de maquiagem, figurino, produção, direção e efeitos visuais ela beira a perfeição. E estou aqui hoje para comentar sobre a quinta temporada que foi tão falada, logo aviso que esse post contem SPOILER, então se quiser evitar um ódio sobre mim, peço para parar de ler agora.

Foto: Divulgação

 

Acabou mais uma temporada de GoT e falar sobre isso é algo muito delicado, pois é quase uma obrigação citar os pontos baixos da series e obvio os altos, que por mais que não sejam muitos foram gigantes!

Daenerys, Tyrion, Jon Snow, Jaime, Cersei, Arya, Sansa e Stannis lideraram os oito núcleos principais da temporada e Arya, continua sendo sempre a vingativa que a torna uma das personagens mais incríveis da série e claro sua irmã Sansa que aparentemente vinha crescendo, mas acabou a temporada sem nenhum grande momento. Ah e claro, a cena que ela protagonizou sendo estuprada pelo marido, que gerou uma super polêmica, pois não estava nos livros e uma duvida surgiu da necessidade de ter ou não essa cena.

Foto: Divulgação

 

Jon Snow, se você é fã da produção ao ler esse nome deve ter soltado um suspiro grande, pois o personagem mostrou que estava ali e sabia o que fazer, com toda a trama da Muralha, ele assumindo toda responsabilidade, colocando sua vida em risco por todo ideal que acreditava foi imensamente incrível.

Foto: Divulgação

 

E claro que devemos falar de Cersei, que por mais que tenha sido a trama mais chata da temporada, devemos que comentar que depois da morte de seu pai ela ficou totalmente perdida e colocou Porto Real na mão de fanáticos religiosos, porem Game of Thrones esta ai pra provar que da sim para se criar momentos épicos sempre, colocaram ela nua não de um jeito sexual, mas um jeito que demonstrasse seu desespero e com isso rolou até uma (leve) solidariedade com ela, mesmo ela sendo uma das personagens mais odiadas.

Foto: Divulgação

 

E então, na ultima cena Jon é traido pela Patrulha da Noite e é esfaqueado, a ultima adaga pertencia a Olly e então nos ultimos segundos do episódio temos a cena do sangue de Jon Snow escorrendo pela neve.Vou parar de falar e deixar vocês lerem a entrevista que o ator Kit Harington deu para o Entertainment Weekly falando sobre cena.

Qual foi sua reação quando soube o destino de Jon?
Kit Harington: A cada temporada, você lê alguma coisa no roteiro e diz: “F•deu”. Eu meio que sabia que isso estava chegando. Eu não li A Dança dos Dragões. Mas eu li os outros livros e descobri que isso aconteceria. Então, eu tinha um pressentimento de que deveria ser nesta temporada. Eu não sabia que seria a cena final da temporada, o que tornou tudo mais especial. É sempre bom quando você é a última coisa que acontece no episódio. Não sei, eu adorei. Eu amei como eles fizeram Olly ser a pessoa que me mata. Eu amo como o enredo com Alliser Thorne estava encaminhado. Eu acho que foi muito bem feito. Pareceu ser que o caminho certo para que isso acontecesse.

Você acha que Jon cometeu erros significativos, ou que ele fez coisa certa – mas acabou perdendo a própria vida no processo?
Kit: São muitas as falhas. Ele não prestou atenção às pessoas ao seu redor. Ele só olhou para o todo nesta temporada. Sua maior falha é ser um pouco como Ned, que ao tentar fazer a coisa certa esqueceu que não estava observando as pessoas ao seu redor. Ele tinha limitações. Tudo o que podia ver realmente era essa desgraça iminente dos White Walkers e fazer coisas para um bem maior, e o que estava faltando era Olly, Thorne e alguns dos homens ao seu lado. Ele não estava vendo o descontentamento deles e não estava prestando atenção nas questões menores. E por causa disso, foi servido justiça. Olly coloca a última adaga nele. Naquele momento eu acho que ele percebe que não cuidou de sua família, este jovem a quem ele desapontou.

O motim da Patrulha da Noite foi definitivamente justificado pela história. Mas nós também vimos seu personagem crescer e evoluir como líder ao longo de todos estes anos e por isso também esperávamos que esse crescimento serviria para algo maior – mais do que os outros personagens que vimos morrer na série. Obviamente ele realizou muito durante seu tempo na Patrulha da Noite, mas há um sentimento de que, “não é o que deveria acontecer, ele estava destinado para coisas maiores.”
Kit: Sim, mas temos que seguir com o que Thrones nos está contando. E tratar o drama de Thrones como vida real. E as pessoas morrem e não realizam tudo o que nós desejávamos que fosse destinado a essas pessoas na vida real. E eu acho que isso é uma das coisas poderosas sobre Thrones. A grande perda que acontece com o destino de Jon é percebermos que ele não descobre quem é sua mãe e isso me comove.

No ano passado você disse que a única coisa que você realmente queria era que seu personagem descobrisse isso.
Kit: E ele não descobre. Então não sei. É realmente a maneira que Thrones faz as coisas e eu ficarei interessado em ver a reação do público. Eu espero que não seja, “Aê p•rra, obrigado c•ralho, ele está morto!”

Acho que eles vão ficar de coração partido, mesmo aqueles que dizem, “Tyrion é o meu personagem favorito” ou algo do tipo. Não tem como assistir essa série, ver seu personagem crescer durante todos estes anos, e não se sentir que levou um chute no estômago ao ver a forma como o seu arco terminou.
Kit: Espero que seja o caso.

Foto: Divulgação

 

Eu estava conversando com Dan Weiss e ele disse que Jon está realmente morto. Mas George RR Martin deixou em aberto a possibilidade do personagem estar vivo nos livros. E então essa história sobre um novo contrato e salários do elenco saiu no ano passado e tinha o seu nome entre aqueles que receberam aumentos para a 6ª temporada e para uma possível sétima temporada. Então deixe-me perguntar-lhe: Jon está realmente morto?
Kit: É o que sei. Eu tive uma conversa com Dan e David, fizemos a caminhada do Tony Soprano [que é quando se deixa um ator saber que que ele terá um destino ruim]. E eles disseram: “Olha, você se foi, está feito.” E, quanto a coisa do salário, isso me irritou quando essa história saiu. Eu não sei de onde veio, mas foi impreciso de muitas maneiras. Ajuda a colocar perguntas em sua cabeça e nas cabeças dos fãs que as coisas não são o que são de verdade. Muito honestamente, nunca me contaram nada sobre o futuro das coisas nesta série, mas esta foi a única vez que eu sabia. Eles me sentaram e disseram: “É assim que vai ser”. Se alguma coisa no futuro não acontecer do jeito que me foi dito, então eu não sei de nada. – Está apenas na cabeça de David, Dan e George. Mas eu digo que estou morto. Estou morto. Eu não vou voltar na próxima temporada. Então, isso é tudo o que posso te dizer, realmente.

Como foi seu último dia no set?
Kit: Tive um grande encerramento e, como qualquer um dos atores que morrem em Thrones, eu só queria ir embora de lá – tinha lágrimas nos olhos. Eu estava mais comovido e emocional do que eu pensei que estaria.

Quaisquer presentes de despedida como foi Rose e seu arco e flecha?
Kit: Não! Rose teve seu arco e flecha e eu não tive merda nenhuma! Então, sim, eu sou definitivamente menos popular do que a Rose.

O que vem por aí para você?
Kit: Estou à procura de filmes para o próximo ano. Tenho muita sorte hoje – consigo recusar papéis e fazer o que eu realmente quero fazer. Há alguns filmes que eu estou olhando, mas eu não posso falar sobre eles ainda. Eu poderia tirar umas férias. Eu poderia tentar escrever. Eu estou tentando descobrir isso.

Uma coisa que deixa os atores animados depois de terminar uma série é poder mudar a aparência. Tem planos para cortar seu cabelo?
Kit: Pareço com Jim Morrison no momento. Eu não sei o que fazer com ele. Eu posso cortá-lo se eu quiser, mas é provavelmente sábio deixar assim até que eu consiga um próximo papel. Eu meio que me acostumei com isso, iria me sentir estranho se mudasse.

Olhando para trás, qual a memória mais querida?
Kit: O final da temporada passada. Aquela sequência da batalha no episódio nove, foi uma grande experiência de criação de vínculo para um monte de pessoas do elenco como eu e John [Bradley], Mark [Stanley] e Rose Leslie – tivemos um grande momento filmando esse episódio. Acho que foi o meu momento favorito.

Quaisquer pensamentos sobre como Thrones continua depois disso?
Kit: Você coloca as expectativas das pessoas lá em cima, e aí como você encerra? Eu não sei como eles vão terminar Thrones, mas eu acho que parti em uma grande temporada. E acho que eles vão ter que terminá-la com a batalha mais f•odamente épica que a TV já viu.

 

PS: queria deixar meu singelo agradecimento a minha amiga, e viciada, Loamy Mattos que me ajudou desenvolver o post.

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LOOKBOOK: Love will tear us apart

Eai gente, toda semana vai ter pelo menos dois looks para vocês se inspirarem, já tenho algumas parcerias com lojas então diversidade de roupas não vai faltar! Se vocês tiverem alguma duvida de como usar as peças ou com que combinar só mandar no comentários que vou responder todos! Hoje estou vestindo calça Hering, camiseta Ideal Shop, camisa acervo pessoal, óculos vintage (herdado, rs) Ray Ban e sneakers Keds. Espero que gostem, pois vai ter muita coisa legal sobre moda sempre!!

Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol
Foto: Lucas Bueno e Julia Granziol

 

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Backstreet Boys dizem em SP que têm fôlego pra mais 22 anos

Depois de anos sem vir ao Brasil com a formação original, os Backstreet Boys se apresentaram, nesta sexta-feira (12.06), em São Paulo, no Citibank Hall. Sem crianças ou adolescentes na plateia, a mulherada (mais de 90% do público) deixou o namorado em casa e foi chorar por suas paixões de duas décadas atrás.

Entre coreografias que o quinteto aprendeu no fim da década de 90 e incursões pop, com praticamente todos os hits, disseram que têm fôlego pra mais 22 anos. É o mesmo período que estão reunidos – entre uma prisão aqui, recuperação de drogas ali, desistência de um ou outro no caminho…

O mais interativo com a plateia era AJ, que vinha à frente do palco e se “jogava” pra galera. Chegou até a pegar celular e câmera de fãs para um momento #selfie. Cativante, Brian fazia caras e bocas, tentava dar atenção às fãs da fila do gargarejo e do pit (vão entre o palco principal e a passarela estendida) e tentou buscar uma conexão com a plateia ao subir ao palco com uma camisa do time de futebol Corinthians. Em outro momento, ao ganhar um bichinho de pelúcia do Pato Donald, imitou a voz e tudo.

Nick, mais rechonchudo que nos áureos tempos de adolescência, quando não estava ao violão ou guitarra, passava o show tentando levantar as calças. Enquanto Howie D, o mais apagado da banda, compensou a falta de momentos solo com aparições em que remexeu e requebrou o derrièr.

Se eles têm fôlego pra mais 22 anos, não dá pra prever. Mas que eles têm um público cativo, que vai segui-los por um bom tempo, dava pra notar na apresentação desta sexta e que se repete no sábado e domingo (13 e 14.06) com ingressos esgotados

Se conseguirem aproveitar as próximas duas décadas de sucesso, vão parecer com o artista decadente, interpretado por Al Pacino em “Não Olhe Para Trás”.

Como eles voltam ao estúdio agora, durante o Verão americano, é capaz de vê-los por aqui novamente nos próximos dois anos. É a única coisa que dá pra apostar!

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3ª Temporada de OITNB está entre nós!

Parem as maquinas, pois HABEMUS NOVA TEMPORADA! Isso mesmo a espera acabou e a nova temporada de Orange is the New Black já se encontra disponível no Netflix. Segundo anunciado a nova temporada seria liberada meia noite de hoje(12/06), porem como surpresa sempre é bem vinda disponibilizaram a serie com duas horas de antecedência!!! Pra nós que somos viciados isso já é uma maravilha.

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Se você ta chegando agora e não sabe como funciona o seriado vou te explicar; Acontece no presidio de Litchfield onde a protagonista Piper Chapman vai presa por confessar seu crime e segundo seus planos ela iria cumprir apenas um ano, mas acontecem outras histórias ao decorrer que fazem com que a sentença dela aumente. Logico que existem mais dramas que ela não esperava, como reencontrar sua ex-namorada e culpada do crime que cometeu, Alex Vause e obvio que pra uma serie ser realmente boa tem que mais personagens hilarias como Crazy Eyes, Red, Taystee, Nicky, Poussey e outras . A temporada tem 13 episódios e já está disponível inteira no Netflix, corre pra ver e uma dica pessoal, veja como um longo filme de 13 horas, vale a pena!!!

Abaixo vai algumas cenas da nova temporada, se você é o tipo de pessoa que não gosta nem de ver as fotos por conta do spoiler, não cliquem!

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Atrizes de “OITNB” são destaque na Parada Gay, em São Paulo

As atrizes Natasha Lyonne, Samira Whiley e Uzo Aduba, do elenco de “Orange is The New Black”, foram os destaques da Parada do Orgulho Gay, que aconteceu neste domingo (07.06), em São Paulo. Elas passaram pelas avenidas Paulista e Consolação acenando para o público no trio do Netflix, onde conversaram com RG sem perguntas sobre vida pessoal.

Uzo Aduba Foto: Divulgação
Uzo Aduba
Foto: Divulgação

O apoio do serviço de streaming à Parada faz parte da divulgação da terceira temporada do seriado, que tem sua estreia marcada para sexta-feira (12.06). “Fala um pouquinho de fé e amor”, diz Uzo, intérprete de “Crazy Eyes”. “O seriado mostra que amor é amor, pessoas são pessoas e que temos de deixá-las ser quem são”.

Ainda, segundo ela, nessa nova temporada, sua personagem se foca em novas coisas e ideias, e isso é o mais interessante. Além de dizer que ama o Brasil, comentou que são os hairstylists responsáveis pelos minicoques, sua marca registrada na série. “Demora cerca de 45 minutos. Para entrar na personagem, eu também caminho bastante”, explica sobre sua preparação.

*** ALERTA SPOILER ***

Samira Whiley, intérprete de Poussey Washington, disse é preciso “esperar para ver” se, nessa nova temporada, será contado o motivo de ela estar presa. Ao afirmar que RG teve acesso ao primeiro episódio da nova temporada, quando é revelada uma relação de ternura com a mãe da personagem, ela desconversou. “Nem eu ainda vi esses episódios”, riu.

Samira Whiley Foto: Divulgação
Samira Whiley
Foto: Divulgação

Ela também comentou que a nova temporada, as personagens terão vários questionamentos internos. Sobre as gravações, explicou que o ritmo era intenso: cinco dias por semana. “Como todos têm personagens muito fortes, é muito divertido”. Sua relação com a amiga Taystee (Danielle Brooks) vai aumentar, assim como o envolvimento entre as duas. “Vamos ver qual será o próximo passo. O que posso dizer é que essa temporada será muito mais iluminada que as outras”.

Natasha Lyonne Foto: Divulgação
Natasha Lyonne
Foto: Divulgação

Em sua primeira passagem pelo Brasil, disse: “São Paulo é uma cidade maravilhosa, assim as pessoas. Já fui à Parada Gay de Nova York, mas a daqui é muito maior”, finalizou. Em setembro do ano passado, a atriz foi apontada como pivô do divórcio da escritora da série, Piper Kerman, que largou o marido para ficar com a intérprete de Poussey.

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Com alma brasileira, Ben Harper se apresenta em São Paulo

Ben Harper e seu violão foram a principal atração do Samsung Blues Festival, que aconteceu nesta sexta-feira (19.06), no HSBC Brasil, em São Paulo. Com duração de quase duas horas, cantor conversou bastante com o público durante sua apresentação trocou várias vezes de instrumento, contou com o auxílio de um pedal steel (uma espécie de violão deitaxo), e ainda tocou ukulelê, o primo do cavaquinho. Charlie Musselwhite, que se apresentou antes de Harper, voltou ao palco para tocar com o músico.

“Meu irmão de outra mãe”, brincou Harper sobre o Brasil, lugar no mundo ele se encaixa melhor. Ele falou que o melhor de viajar, e passa cerca de 200 a 250 dias longe de casa, é poder conhecer diferentes lugares é que ele pode ficar imaginando se faria parte dali. “Você tem alma brasileira”, gritou um fã, que recebeu o agradecimento do astro da surf music e que se embrenha por outros ritmos, como o próprio blues, o rock e até mesmo o reggae.

O cantor, assim que subiu ao palco, disse que queria poder falar português para conversar melhor com o público. Com a ajuda de um papel, contou em um português enrolado que compôs “I’m Blessed to Be a Witness” no Brasil, com a ajuda de um cavaquinho. Dedicou a faixa-abre aos amigos Bob Burnquist, Vanessa da Mata, Jorge Ben Jor, Marisa Monte e Gilberto Gil.

No setlist, entre outros sucessos, passaram “Excuse Me Mister”, “Fight Out You” e “Walk Away”, “Forever” e “Burn one Down”. Cantou músicas novas, ao piano, do disco ainda sem nome que será lançado no próximo ano com sua banda, The Innocent Criminals. Uma delas terá participação do astro Charlie Musselwhite, que também dividiu o palco com o cantor americano.

Sem dizer o nome, cantou ao piano outra track com atmosfera anos 20 e um refrão que versava sobre perdas e recomeços, a falta a confiança depois de sobrer, mas a única coisa que ele não poderia fazer era se apaixonar. O show, que começou por volta das 23h, avançou a madrugada, e seguiu por quase até a 1h deste sábado.

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