Lollapalooza 2015 divulga horários das atrações

O festival Lollapalooza liberou o horário e os palcos de cada dia do evento, que acontece nos dias 28 e 29 de março no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Serão mais de 10 horas de festival por dia e aproximadamente 55 horas de música e atividades ininterruptas.

Entre as atrações que o Aos Cubos está louco pra ver, estão: Alt-J, Kasabian, St. Vincent, SBTRKT, Marina & The Diamonds no sábado (28.03). Como bom geminiano, estou indeciso e com o “coração partido” por ter de escolher entre Bastille e Jack White.  No domingo (29.03), será que vou de Interpol ou de The Kooks? Dá pra começar no primeiro e cair pro segundo… Eu passo Three Days Grace porque não é mais 2003.

Aí tem o Pharrell Williams, e antes Young The Giant. Na tenda do Perry, queria pegar pelo menos um pedacinho do setlist do Fatnotronic, que é com o Gorky, do Bonde do Rolê, mas é beeem no começo da tarde. E, quem sabe, tomar uma tortada na cara do Steve Aoki? Mas aí já é pedir demais… Veja abaixo a ordem, dia e palco das apresentações do Lolla deste ano!

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SÁBADO (Dia 28.03)

PALCO SKOL PALCO ONIX PALCO AXE PALCO PERRY
12h05 – Baleia 12h55 – Bula 12h00 – 89 FM 13h00 – Anna
13h45 – Banda do Mar 14h50 – Fitz and the Tantrums 13h00 – Boogarins 14:15 – Vintage Culture
15h55 – Alt-J 17:00– Kasabian 14:15 – Nem Liminha Ouviu 15:30 – E-Cologyx vs Jakko
18h20 – Robert Plant 19:40 – Skrillex 15:30 – Kongos 16:45 – DJ Snake (cancelado!)
21h15 – Jack White 17h00 – St. Vincent 18h15 – Dillon Francis
 18h45 – SBTRKT  20h00 – Ritmo Machine
 20h15 – Marina & the Diamonds  21h30 – Major Lazer
 21h45 – Bastille

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DOMINGO (Dia 29.03)

PALCO SKOL PALCO ONIX PALCO AXE PALCO PERRY
11h50 – Scalene 12h40 – Far From Alaska 12h00 – Dr. Pheabes 12h15 – Chemical Surf
13h30 – Molotov 14h20 – Rudimental 13h00 – Mombojó 13h15 – Fatnotronic
15h25 – Interpol 16h30 – The Kooks 14h30 – O Terno 14h14 – Victor Ruiz AV Any Mello
17h35 – Foster The People 18h55 – DJ Calvin Harris 16h00 – Three Days Grace 15h15 – Big Gigantic
20h15 – Pharrell Williams 17h30 – Pitty 16h30 – Carnage
19h00 – Young the Giant 17h45 – The Chain Smokers
20h30 – Smashing Pumpkins 19h15 – Childish Gambino
 20h45 – Steve Aoki

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LOLLAPALOOZA

O Lollapalooza Brasil é uma realização da T4F, C3 Presents (uma empresa do grupo Live Nation) e William Morris Endeavor Entertainment (WME). Em sua quarta edição, o festival criado por Perry Farrell conta com patrocínio da Skol, Chevrolet Onix, AXE e Sempre Livre, e apoio da Pepsi, Fusion Energy Drink, Correios, C&A e Ray-Ban. Prevent Senior é o fornecedor oficial. Rede Globo, Multishow, Globo.com e 89 FM – A Rádio Rock são media partners.

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Sem Bastille, Lollapalooza anuncia shows fora do festival em SP

O festival Lollapalooza Brasil, que acontece em março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, anunciou nesta segunda-feira (23.02) que cinco bandas de seu line-up farão shows extras na capital paulista. Só esqueceram do Bastille! 🙁
A festa das chamadas Lolla Parties começa no dia 26 de março, com as bandas Kongos e Fitz and The Tantrums, na Audio SP. O trio Alt-J faz apresentação exclusiva no Cine Joia em 27 de março. Os norte-americanos do Foster The People (foto) tocam, em 28 de março, também na Audio.
No mesmo dia, o Three Days Grace sobe ao palco do Cine Joia.Os ingressos estarão disponíveis para compra na quarta-feira (25.02), às 11h. As vendas serão realizadas na bilheteria oficial no Citibank Hall São Paulo (Av. das Nações Unidas, 17.955), pelo site Tickets for Fun e lojas oficiais. Consulte os valores no canal de vendas pela internet.FESTIVAL
Festival ocorre nos dias 28 e 29 de março com shows de Jack White, Robert Plant and The Sensational Space Shifters, Skrillex, Kasabian,Bastille, Alt-J, Major Lazer, Marina and the Diamonds, Kongos, Fitz and the Tantrums, St. Vincent etc. no sábado.

Pharrell Williams, Calvin Harris, The Smashing Pumpkins, Foster The People, Interpol, Steve Aoki, The Kooks, The Chainsmokers,Rudimental, Three Days Grace, Young The Giant, Pitty, Molotov e mais no segundo dia.

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MECA Festival vai ganhar edições nos EUA e Inglaterra

francesca_wade_meca“Made in Brazil”, o MECA Festival quer expandir as fronteiras. Uma das sócias da marca, a produtora inglesa Francesca Wade, me concedeu uma entrevista, publicada no Site RG, dizendo que entre os planos de organizar o festival fora do País estão Nova York e Los Angeles, nos Estados Unidos, além de Londres, na Inglaterra, ainda em 2015.

Os hermanos da América Latina também podem ganhar sua versão do maior menor festival do mundo, que a produção adotou como slogan. Mas os outros continentes vêm primeiro, e podem tomar corpo ainda este ano. “A gente é muito ambicioso”, ri, Francesca, acrescentando: “a gente sonha muito, muito alto. Se a gente só for pensar no que é possível fazer, não chega lá”.

Outra novidade é que, ainda em 2015, novas edições do MECA Present (quando há apenas uma ou duas atrações no line-up) devem acontecer nas mesmas praças de onde já rolam o festival. Além disso, o grupo quer aumentar a “MECA Family”, uma espécie de rede social que aproxima betas e alfas com o intuito de expandir a marca. “O  público é superimportante. Trabalhamos muito pra atingir as pessoas certas”.

O festival indie, que acontece desde 2011 no sul do país – começou em Xangri-lá, no litoral do Rio Grande do Sul e agora toma conta de uma fazenda em Maquiné -, e que desde então só vem crescendo, já ganhou edições nas capitais fluminense e paulista. Mais recentemente em Inhotim, em Brumadinho (distante 60 km de Belo Horizonte), Minas Gerais.

A intenção do festival, segundo a produtora, é crescer em relevância, não em tamanho. “A gente tem um público estimado de 4 mil pessoas em São Paulo, outras 4 mil no Rio e 5 mil no Sul. Não queremos levar mais do que isso. Não queremos ser um festival de25 mil pessoas, mas vários de 4 a 5 mil”, enumera. Em Inhotim, por exemplo, o grupo conseguiu reunir cerca de 700 pessoas, mesmo anunciando em cima da hora. Tinha ônibus saindo do Rio e de São Paulo.

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FORMATO
O MECA não é só um festival de música, segundo a produtora. “Não se trata apenas de colocar uma banda no palco. É sobre a experiência dos músicos e do público, além das marcas envolvidas. São os três pilares superimportantes para nós”, frisa.

Francesca fala que, quando “vende” a ideia do festival lá fora, fala para os produtores que é para os grupos encararem como se eles viessem tirar férias, e no meio disso fazer algumas apresentações. “Está nevando aonde você mora, vem pra cá, tocar em vários lugares lindos”, convida, contando que o resultado do sucesso tem a ver com o lugar, bandas felizes e acerto de público. “Daí a mágica acontece. Porque as bandas fazem uma performance melhor no palco. Com isso, o público vai ficar mais feliz. Daí cada um completa o outro…”, conclui.

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TIPO EXPORTAÇÃO
Picada pelo ‘travel bug’ de sempre, Francesca vai passar um tempo em cada um dos destinos apontados a fim de entender o mercado de shows lá fora. “Eu nunca tinha ficado tanto tempo em um lugar. Com meus pais, o máximo que fiquei em uma mesma casa foram dois anos. Eu acredito que a gente consegue leiautar nossa vida… Passar 6 meses aqui, 3 meses ali… É uma coisa que quero investir. Eu tenho raízes comigo”.

FROM UK
Com o português na ponta da língua, mas que de vez em quando escapa uma palavra ou outra em seu idioma de origem, Francesca Wade, de 30 anos, nasceu em Kent, na Inglaterra. Apesar de ser o clichê inglês – prova disso foi sua pontualidade no horário que marcamos a conversa -, viveu a infância e a juventude na Escócia, no Egito e na Noruega. Seu pai trabalhava com petróleo e vivia viajando. Formou-se em Designer Gráfico pela Universidade de Brighton, sempre trabalhando em muitas coisas – mas nada relacionado à música.

Terminou a faculdade, voltou para Londres, foi para a Fabrica, onde acontece a United Colors of Benetton, na Itália. É uma espécie de residência para pessoas criativas, mescla entre agência e escola com clientes de verdade. Por lá, conheceu muitos brasileiros. Com todo o background e globetrotter de primeira, uma amiga sugeriu que ela viesse conhecer o Brasil.

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La Roux foi a grande atração de 2015 do festival

SANGUE BOM
Antes de estabelecer-se na capital paulista, Francesca morou por 2 anos no Rio de Janeiro. Com a empresa Todos, sócia com o marido brasileiro Rodrigo Santanna – com quem está junto há 3 anos -, toca, além do festival de música, outras duas ideias: Pause(uma bebida par relaxar, que funciona como o oposto de um energético. Está à venda nas lojas Wallmart, em SP) e Dr. Jones, uma linha de produtos estéticos tupiniquim voltado para o público masculino, como spray hidratante e loções para barbear.

De malas prontas para LA, vai passar um tempo indo e voltando. Em seu playlist, sua última descoberta é a banda Jungle, por onde também já passaramLondon Gramar e Chvrches. Seria um termômetro do que pode vir para uma dessas pequenas festas? Vamos aguardar…

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Em SP, MECA acerta com line-up atual e boa infra

Fotos gentilmente cedidas pelo I Hate Flash [hr]

Quando a palavra festival é citada para o paulistano, vem logo a ideia do passar perrengue. É o estacionamento superlotado com preço inflacionado. Se chove, lamaçal… Sem contar as longas filas para comprar bebida.

Mas o MECAfestival – agora sim com status – foi a prova que não é preciso sentir calafrios ao ouvir que uma maratona está por vir. A segunda edição aterrissou em São Paulo no último sábado (24.01), no Hangar 001, um espaço coberto no Campo de Marte com um line-up atual e acertivo, com nomes que estão despontando na cena internacional da música.

Apesar de não estar lotado, era nítida a identidade do público com as bandas e o próprio MECA, o que fortalece a experiência de festival e reforça a marca, que só tem a se consolidar e expandir nos próximos anos. Atualmente, o MECA tem edições em Maquiné (RS), Rio de Janeiro (RJ) e na capital paulista. Este ano, teve uma versão pocket no Inhotim, um parque a céu aberto, localizado em Brumadinho (distante 36 km de Belo Horizonte, MG).

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O evento disponibilizou estacionamento oficial no próprio local. Quem quis ir de táxi, pôde usar um voucher de R$ 50, oferecido pela produtora em parceria com o Uber – serviço de táxi, que atende os passageiros com carros de luxo -, para usar na ida ou na volta. Sem citar a proximidade com o metrô.

Apesar do open bar de cerveja, não houve nenhuma fila descomunal para pegar a bebida, que parou de servir pouco antes da meia-noite. Ah, a saber: e quem quis se ver livre do álcool, pagou outras bebidas, como água, refrigerante e energético. O festival é patrocinado, entre outras marcas, por uma cervejaria.

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ESTRUTURA
Por falar em fila, o problema mais perceptível, estrutural talvez, foram os banheiros, que formavam filas quilométricas para usar os químicos durante os intervalos de show. O mesmo problema aconteceu na praça de alimentação, formada por food trucks de pasta, ceviche, hambúrguer, sorvete e paleta, e até de café. Mas quem não precisou fazer o pit stop, foi curtir uma das três tendas onde estavam rolando festas conhecidas na cidade com DJs comandando as pick-ups.

Ou, então, aproveitaram para se refrescar com o “open” de sorvete, servido na tenda da loja de roupas Youcom. Ali, também, uma artista pintava o corpo das pessoas e, uma outra, atualizava o make da mulherada. Este último também era o foco de outro estande. Em outro espaço de ativação, uma barbearia dava um “tapa” no rosto dos homens. Em um quarto lugar, era possível viajar em um espaço cibernético de realidade virtual.

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SHOWS
La Roux, com seu conhecido topete ruivo, fez um show que contagiou até quem não sabia cantar as músicas. Apesar da dúvida levantada por apresentações anteriores sobre um possível uso de playback, Elly Jackson fez um show ao mesmo tempo conciso e marcante, dividindo o tempo no set para músicas do primeiro CD e do mais recente.

AlunaGeorge (que esqueceu o produtor e instrumentista George Reid no país de origem) mostrou toda sua potência vocal em um show pop eletrônico arrebatador. Os ingleses do Citizens! se apresentaram em clima de bailinho. Ganharam a plateia na conversa, talvez os que mais tiveram conectados com o público durante todo o festival.

Ainda apresentaram-se Aldo, The Band, Wannabe Jalva, Mahmundi, Glass n’ Glue e Serge Erege. A banda Years&Years, uma das grandes apostas para 2015 e que saiu até na lista da “BBC”, teve de cancelar sua vinda para o festival para ficar no Reino Unido, finalizando o CD. Uma pena!

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Banda paulista está no line-up do Primavera Sound, de Barcelona

A banda WRY, de Sorocaba (distante a 99 km de São Paulo) está entre os brasileiros que farão parte do line-up do festival Primavera Sound, que acontece em maio, na cidade de Barcelona, na Espanha.

Além deles, as bandas Camarones Orquestra Guitarrística (Natal/RN), Do Amor (Rio de Janeiro/RJ) e Jaloo (Belém/PA). Todos foram escakados pela agência de booking A Construtora, de Goiânia (GO).

O festival ainda traz nomes de peso como The Strokes, Interpol, Black Keys, Patti Smith e Belle & Sebastian, entre outros.

Depois de um hiato de quase quatro anos e de uma longa estrada de cerca de sete anos residindo na Inglaterra (Londres), a banda se reinventou e lançou recentemente o EP “Deeper in a Dream”, em formato Digital e em Fita K7 (através do selo Terry Crew, de Curitiba), contendo as inéditas “Deeper in a Dream“, “Everybody’s Dancing”, “Nossa História Começa Agora”, “Regresso”, “Waves”.

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Em sua segunda edição, Popload Festival encontra caminho com line-up afiado

Fotos de Ana Laura Leardini exclusivas para o Aos Cubos. Confira a galeria completa de imagens no nosso tumblr e na nossa página do facebook.[hr]

Se em sua primeira edição realizada ano passado, o Popload Festival parecia apenas um aparato pra viabilizar a vinda do The XX, sua segunda edição se saiu muito bem e teve pelo menos três shows memoráveis num formato que o afasta de todos os outros festivais realizados atualmente no Brasil. Infelizmente o maior inimigo do evento realizado nos dias 28 e 29 de Novembro foi o próprio público, que conversava muito alto em todos os shows e massacrou os shows mais silenciosos.

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Lollapalooza 2015: veja as atrações dos line-ups da Argentina e do Chile

Neste domingo (16), saiu o line-up do Lollapalooza Brasil (que acontece nos dias 28 e 29 de março de 2015, em São Paulo), e com ele o do Chile (Parque O’Higgins, Santiago, dias 14 e 15 de março) e dos hermanos da Argentina (Hipódromo de San Isidro, Buenos Aires, dias 21 e 22 de março). A substituição mais interessante é que os chilenos terão Kings Of Leon – que veio ao Brasil há pouco, no Circuito Banco do Brasil (CBB) – ao invés de Pharrell Williams.

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Lollapalooza 2015: Robert Plant, Pharrell, Pumpkins e Jack White

Robert Plant (cantor do Led Zeppelin) And The Sensational Space ShiftersPharrel Williams, Jack White, Smashing PumpkinsFoster The People, além dos DJs superstars Skrillex e Calvin Harris são os headliners do Lollapalooza 2015, que acontece nos dias 28 e 29 de março de 2015, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. A confirmação foi feita no Fantástico, da Rede Globo, neste domingo (16). 

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Em SP, Circuito Banco do Brasil precisa encontrar seu público

Com a segmentação dos festivais cada vez mais latente em São Paulo (Lollapalooza, Z Festival, Pop Festival, Popload, Monsters of Rock, Planeta Terra, ano que vem Tomorrowland etc.), o Circuito Banco do Brasil (CBB) precisa encontrar sua identidade na capital paulista. Apesar de 80% do line-up ser certeiro, a estrutura ainda deixa a desejar no quesito experiência de marca. O festival aconteceu sábado (1), no Campo de Marte, em São Paulo. Segundo a organização, o público final foi de 30 mil pessoas.

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SP: Kings of Leon surpreende; Paramore festeja; MGMT destoa

[alert type=”info”] Fotos exclusivas, gentilmente cedidas por Rafael Koch Rossi[/alert]

Quando começou o show do Kings of Leon, por volta das 22h50, no Circuito Banco do Brasil, neste sábado (1), tinha uma imagem ecoando na minha cabeça: o show decepcionante deles no SWU (2010). Quando acenderam as luzes, a primeira música foi tocada, e sem sinal de empolgação no vocalista Caleb Followill, pensei: ih, a história vai se repetir. Antes da segunda música, ele falou em tom entediado: “Olá, nós somos o Kings of Leon. Obrigado Por virem” (uma das poucas palavras ditas por ele naquela ocasião), tive a certeza.

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