“A solidão da mulher negra tem várias dimensões”, opina Luedji Luna, que já pensa em disco novo

Luedji Luna é a convidada do podcast Aos Cubos esta semana. A cantora baiana – que transita pela World Music com um som afro e experimental e faz uma ode ao Brasil e à África – falou, entre outros assuntos, sobre a vontade de lançar um novo disco. “Esse segundo disco eu estou sem violão (para compor). Estou mais letrista, compositora mesmo. Estou compondo bastante clm Françoise Moleka, ele que fez os arranjos do primeiro”. Nos próximos meses, ela circula por quatro estados, levando o show do atual disco – seja em apresentações solo e festivais.

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Com participação de Gretchen, Katy Perry arrisca no português e cala ‘fora Temer’ em show de SP

Com um vocal mais potente e menos ofegante, Katy Perry apresentou show da turnê “Witness”, neste sábado (17.03), no Allianz Parque, em São Paulo. O concerto – que durou cerca de 2 horas – teve direito à performance da rainha do rebolado, Gretchen, que coreografou trecho de “Swish Swish” (ela é a estrela do lyric video ao lado do grupo baiano Fit Dance, lançado mundialmente pela cantora como single no ano passado). Apesar das já conhecidas parafernálias pirotécnicas, diferentes trocas de roupa e objetos cênicos gigantes, a cantora surpreendeu ao tentar falar português a todo o momento com a ajuda de um ponto eletrônico.

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Jão, Mari Nolasco e mais regravam clássicos do Jota Quest

O Jota Quest teve quatro de clássicos transformados em uma música nova, com releituras de jovens sucessos do YouTube. Jão, Mari Nolasco, Mussa e Gabriel Elias interpretam novas versões de “Amor Maior”, “Só Hoje”, “Na Moral” e “O Vento”, respectivamente. As faixas serão apresentadas nesta terça-feira (06.02), em show acústico, transmitido direto do YouTube Space, no Rio de Janeiro. Aqui, um trecho exclusivo da parceria com Jão:

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Fã de pão de queijo, Dua Lipa experimenta catuaba: “gostinho de Natal”

Durante a passagem da Dua Lipa pelo Brasil, no início de novembro, encontrei com ela para fazer umas perguntas para a GQ Brasil. Uma delas, em especial, vai entrar na edição de dezembro da revista em uma matéria na parte ESSENCIAL (editada por Piti Vieira), as outras, entraram no site da GQ em formato de vídeo. Agora, apresento a versão desse papo sem cortes, em que ela fala que a catuaba tem gosto de Natal… Quero saber que sabor é esse, viu?!

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Em gravação de DVD, Coldplay entrega show democrático em SP

No show que o Coldplay fez no Allianz Parque, em São Paulo, nesta terça-feira (07.11), Chris Martin e asseclas entregaram uma apresentação democrática, com direito a dois palcos, além do principal (um deles na pista comum). Eles subiram para cantar com bastante atraso, próximo das 22h20 (estava previsto para começar 21h), mas tinha uma “longa história”, segundo o vocalista, envolvendo demora na entrega de equipamentos. Um fato inédito aconteceu esta noite: pela primeira vez na historia da banda, o baterista Will Champion entoou um de seus hits.

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Sarah Oliveira afirma que se meteu em briga por causa de Ryan Gosling

Sarah Oliveira comentou no podcast Aos Cubos, divulgado nesta terça-feira (10.10), que que se exaltou em uma discussão por causa de Ryan Gosling. Na entrevista, a apresentadora do “Minha Canção”, da rádio Eldorado, ainda relembrou os áureos tempos da MTV Brasil – de quando foi almoçar com Britney Spears e Justin Timberlake – a relação com os filhos e sua briga com o relógio pelas manhãs. Para ela, até o programa “Encontro com Fátima Bernardes” (que vai ao ar às 10h50, na Globo) é muito cedo.

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Documentário mostra Lady Gaga sem camadas e bem pé no chão

Por Mateus Neves

Fui ver o documentário de Lady Gaga, na Netflix, acreditando que veria mais uma ação de divulgação de um novo álbum. Mas o documentário “Five Foot Two” mostra uma artista global sem filtros, bem pé no chão. O .doc, realmente participa de um momento estratégico de sua carreira, depois que seu último trabalho foi tomado por críticas.

Porém com um detalhe chama a atenção nesse especial: Stefani Germanotta não é apenas uma, mas todas as facetas e personagens que ela quis ser na indústria pop que, ela ajudou a construir nos últimos anos. A maior prova de que o Frankenstein do pop deu certo é sua apresentação no Super Bowl. O intervalo com maior audiência dos EUA precisava de alguém que soubesse falar de diversidade e diferenças para a massa em forma de entretenimento, e isso Stefani soube fazer.

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"Está chegando o momento", afirma Tulipa Ruiz sobre disco novo

Tulipa Ruiz está separando material do que pretende gravar no quarto disco de inéditas, sucessor de Dancê” (2015). “Tá chegando o momento de mexer (nas anotações), já estou com coceira para começar a fazer”, explica. “Tô pensando nele,  gravo uma coisa esse ano, mas estou entendendo ainda o que vai ser. Sigo em turnê até o ano que vem, quando gravo disco com banda”. Ainda não há uma data, mas um novo single deve vir até o fim de 2017. A cantora é a convidada do podcast Aos Cubos de número 30, no ar nesta terça (29.08).

“Tudo o que vou sentindo, intuindo ou entendendo, recebendo das pessoas, vou armazenando e anotando. E só acesso quando vou fazer o disco. Não vou pensando no disco durante o processo, vou arquivando. Quando chega alguma coisa, não quero nem misturar. Na hora de fazer, pego todos esses símbolos e impressões e começo a fazer um novo disco”. No campo dos sonhos, Djavan é uma parceria que ela “amaria” fazer. “Tenho ouvido muito e é um artista que sempre volto e tem uma discografia atemporal. Seria uma honra”.

Depois de gravar “Prumo”, em italiano (que ficou “Cura di Te”), a cantora diz que tem vontade de fazer versões em outras línguas, mas não sabe se tem potencial de mercado. “Quando a gente foi para o Japão fez ‘Quando eu achar’ em japonês. Eu tenho ido muito ao México, engraçado que o Grammy abriu essa porta para o mercado latino, então, seria interessante gravar uma música em espanhol. E ‘Efêmera’ é uma música latina, a gravação ficou muito bem em espanhol (Efimera), a sonoridade teve muito a ver e a gente está lançando o disco (para esse mercado). Se eu não tivesse, não ia fazer”.

Além de Yoko Ono, que é citada em diferentes partes do programa, Tulipa enumera suas divas: Baby do Brasil, Ná Ozzetti, Gal Costa, Elza Soares… “São mulheres que sou apaixonada, reverencio muito e que moram na minha vitrola. Não tenho nenhuma história engraçada com elas, mas adoraria ter alguma experiência assim com alguma delas”, ri.

Ela falou ainda que o primeiro e o terceiro discos devem voltar a ser produzidos em vinil até o início de 2018. “O legal é que a gente tem lançado e ele tem esgotado porque as pessoas têm voltado a ouvir vinil”.

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Visto GG, você P
Durante o programa, também foi abordado padrões de beleza e relação com o corpo, já que há uma opressão pela magreza, seja ela na música ou na publicidade. “Para mim nunca foi uma questão no mercado ser uma pessoa grande, eu ser plus size”, comenta. “Nunca levantei essa bandeira e nunca sofri por conta disso. Onde eu circulo, sempre fui muito bem recebida. Mas é um saco você ir numa loja e não ter uma roupa para você, é um saco você não ter espaço nas revistas. É um saco a beleza ser uma coisa completamente fechada. E a gente está em um momento muito interessante de empoderamento e aceitação, de poder falar sobre isso”.

No programa, citamos a coluna de Flávia Durante, no UOL, em que ela desmistifica o universo plus size, já que tornou-se referência no assunto. Ela também é criadora do bazar Pop Plus, que promove encontros para que a moda para facilitar a compra de roupas em tamanhos maiores. “Eu vou e já comprei muitas coisas. Recomendo muito porque tem coisas muito lindas e difíceis de achar em lojas de rua ou de shopping”, acrescenta.

Participam deste podcast: André Aloi, Victor Albuquerque e Luís Bemti

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