Entre erros e acertos, Milkshake deixa legado como Parada "indoor"

O festival Milkshake, que teve sua primeira edição nesta sexta-feira (16.06), em São Paulo, foi o que muitos chamariam de festa da democracia – uma parada “indoor”, cheia de atrações escolhidas a dedo para agradar prioritariamente o público LGBT. Nunca havia presenciado tamanha diversidade dentro de um único evento, com públicos tão diferentes convivendo em harmonia. De um lado, o mais pop do meio gay (que se apropriou do palco Live após a performance de Hercules and Love Affair) aos amantes de música eletrônica, que ocuparam a pista principal e o clubinho da Audio, além de uma outra pista. Erraram ao fechar cedo a pista onde aconteceu um Carnaval fora de época. Foram mais de 10 mil pessoas e 44 atrações, segundo a organização.

Karol Conka e todo seu rap de militância para fazer dançarDepois dos shows energéticos de Banda Uó e Karol Conká, a outra principal atração da noite, Pabllo Vittar foi a única unanimidade. Anunciado por Fernanda Lima, seu show percorreu o EP de estreia, primeiro disco de inéditas e até o recente single com Major Lazer e Anitta. Nesse momento, os outros palcos estavam mais vazios. O que o público queria mesmo era fazer o bumbum tremer quando o grave batesse. Na sequência da drag do “Amor e Sexo”, outro destaque foi o bloco da Preta (Gil), que não conseguiu segurar o público (eu incluso), já exausto por estar no espaço de eventos da Barra Funda há horas em pé (as apresentações começaram às 16h).

Quem chegou cedo não enfrentou dificuldade para conseguir os cartões de consumação pré-pagos. Por volta das 22h, havia muita fila para recarregar e a falta de cartão era sentida em muitos caixas ambulantes. Poucos ainda tinham cartões virgens para aquisições (que custavam R$ 6, retornáveis no fim), tanto na praça de alimentação (com food trucks) como na pista onde mais cedo havia ocorrido a passagem dos trios elétricos do Carnaval fora de época. Muita gente foi embora com sua comanda, devido à falta de informação. Apenas um lugar os recebia e devolvia o que havia sobrado, incluindo o valor do empréstimo. Fui a três lugares até informarem que era no caixa do último palco – bem distante da saída..

Bloco da Preta iniciou a apresentação por volta das 4h de sábado (17.06)

Aliás, erro grande deixar a pista do Carnaval morrer no início da noite. Quem não quis ver as apresentações ao vivo não tinha para onde correr. Ou sentava no chão, ia para a praça de alimentação, fumódromos ou se escovara em algum lugar ou corredores. Enquanto isso, os camarotes superiores do palco na Audio estavam vazios. Faltaram áreas de descanso e chill out – já que não tinha a grama pra se jogar. E os seguranças não permitiam pausa nem para foto nas passagens de uma pista para outra.

Ponto positivo vai para a pontualidade das apresentações (pelo menos no Live Stage, onde permaneci a maior parte do tempo). Peguei a programação e estavam bem pontuais. No entanto, quando cheguei para o show do Hercules… não sabia que eram eles que já estavam performando. Nenhum telão, neon, LED ou placa informava quem estava em cena, algo corrigido nos seguintes. Também senti falta de totens de info ou mapa dos palcos. Olhando pra cima, você observava placas de direcionamento. E só!

Lily Scott, uma das DJs que animou o público entre um artista e outro

Haviam espaços e palcos escondidos… se você não foi com o line-up ou estrutura decorados, possivelmente passou incólume a estes lugares. Durante os shows, senti falta daqueles caras, passando pelo público, vendendo cerveja – apesar de a fila nos bares ser bem curtinha, ao contrário dos banheiros. Mais por comodidade mesmo.

Confesso que na última semana fiquei com medo de não lotar. Mas pelo tempo que tiveram de colocar o evento em pé, já com vendas e escolha de line-up, o Milkshake já deixa um legado para os próximos anos. Quem sabe, dividindo as atrações em dois dias, a gente aguentaria ficar mais tempo em pé (ou fazendo check-in no chão). Fico pensando: eles gastaram ótimas “armas” gays no line-up desse ano, agora quem mais tem a força para completar os postos de headliners do ano que vem? Em resumo, o evento foi uma festa. Reforço a celebração e harmonia entre os públicos tão diferentes, mas que soube conviver perfeitamente.

Rihanna no Rock in Rio inspired? Davi Sabbag, Candy Mel e Mateus Carrilho

Outro destaque que merece aplausos foi o espaço para performers anônimos e famosos, além do suporte à cultura drag. Ouvi de um amigo que a estrutura parecia do RuPaul’s Dragcon – evento da Mamma Ru a fim de fazer com que os fãs de seu reality tenham a chance de encontrar e interagir com renomadas celebridades e ícones da criatividade, em um ambiente amistoso e acessível.

Elenquei aqui os pontos críticos para mim. Vocês podem discordar. A área de comentários está aí para isso. O público pode ter lotado o espaço de eventos, mas não encheria o Autódromo de Interlagos – fora de mão e distante demais entre um palco e outro. Que venha a edição 2018!

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Fotos gentilmente cedidas pela assessoria da Audio Club. Cliques de Leandro Godoi

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“As pessoas romantizam as relações abusivas”, afirma Johnny Hooker

Johnny Hooker está prestes a lançar disco ainda sem nome (apesar de na internet já anunciar como “Corpo Fechado”), o que deve acontecer no início da próximo semestre. Com participações de Liniker e Gaby Amarantos, relacionamentos abusivos são a tônica do novo trabalho do cantor recifense. “Quero levantar a bandeira com esse (trabalho) porque as pessoas romantizam as relações abusivas, quero que elas procurem ajuda para renascer, enfrentar as depressões. Enfim, as barras que elas passam na vida. Este disco é sobre renascer, sobre o sol, meu lado mais leonino. É a vontade de renascer e brilhar e sair dali mais fortalecido”.

Ele é o convidado do podcast Aos Cubos neste 22º programa, décimo da segunda temporada, que estreou na terça-feira (06.06), nas plataformas Podcasts, da Apple, e Soundcloud. Ouça:

Liniker e Almério farão shows com Hooker no Rock in Rio na noite de Justin Timberlake e Alicia Keys (17 de setembro). Ele aproveitou a proximidade com a primeira artista para compor uma canção que fala sobre a coragem de amar sem temer (trocadinho que brinca também com o #ForaTemer). “Comecei a observar, nos cinemas, casais gays bem novinhos de mão dada, se beijando (lá no Rio)”, explica sobre esse blues chamado “Flutua” – cujo clipe estreará depois desse “tapa” no RiR. Rainha do tecnobrega, Gaby Amarantos participa em outra faixa com tempero do Pará.

O cantor está no processo de se recuperar da depressão, mas espera que o carinho dos fãs durante a turnê que se aproxima seja força motriz para tirá-lo deste estado. A frase que aprendeu com a avó: “firme e forte feito um touro” está tatuada em seu punho e o ajuda a erguer a cabeça. “Estava sofrendo muito e agora que estou percebendo o que fiz. Às vezes a vida é assim… Apesar de sofrer, fiz o que eu queria”, explica sobre o disco produzido por Leo D, que já trabalhou com Mombojó e Nação Zumbi e no disco anterior de Hooker.

O disco já está gravado, passa por mixagem e masterização, e deve chegar ao público de forma repentina em algum momento do segundo semestre. “Está bem diferente do primeiro, queria trazer para um lugar menos rock ‘n’ roll e agressivo, mas para um lugar do cancioneiro clássico. O primeiro é muito escorpiano, as fases de um relacionamento do luto à superação. Este é mais um renascimento, o que estou passando. Fala tanto do pessoal, como o macro, do momento que o País está passando. Digo que são canções para sobreviver ao fim do mundo”, adianta.

Hooker acredita que a cada dia que passa já deu a hora de subir os créditos, como se fosse o fim de um filme. O disco também reflete o momento que passou há pouco, de enfrentar o fim de um relacionamento que ele taxa como abusivo. “Querer que as pessoas falem sobre isso, denunciem e falem abertamente sobre isso, que não deixem o abusador impune”. Inclusive, o primeiro clipe do disco vai falar exatamente sobre o tema, com divulgação de grupos de ajuda, de incentivar a procura por ajuda, entre outros.

A pergunta mais recorrente que ele tem de responder na vida é se ele já fez macumba para alguém e as pessoas cismam em perguntar sobre Ney Matogrosso, como se fosse alguém íntimo (devido à semelhança entre os estilos). “Deve estar bem, aí, fazendo shows. As pessoas não aceitam que ele não foi uma influência direta do meu trabalho. Claro, ele é incrível e icônico, mas não é (referência). Tá ali no panteão dos ídolos, mas o que sempre ouvi Madonna e minha mãe sempre foi apaixonada por David Bowie, tinha todos os discos e um VHS de Ziggy. E música brasileira, Caetano (Veloso)”. Para ele, Caê é o maior compositor brasileiro vivo.

O cantor ainda fala sobre suas participações em diversos projetos audiovisuais, como o no filme “Berenice Procura”, de Flavia Lacerda, e o programa “Subversão”, com Zelia Duncan, cuja temporada está prevista para 2018.

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TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/fcpoid – As indiretas de Anitta no Twitter deixaram os fãs preocupados. A suspeita é de que a cantora e Maluma tenham se desentendido… O que será que aconteceu? Usar as redes sociais para lavar a roupa suja: top ou flop?

https://goo.gl/4mtfhg – A fotógrafa Laura Sodsworth acaba de lançar o livro “In Manhood: the Bare Reality”, em que explora o conceito da masculinidade. para o projeto, ela fotografou 100 homens e seus pênis. Nudez masculina como tabu: top ou flop?

https://goo.gl/74tiwm – Ariana Grande arrecada mais de r$ 40 milhões com show beneficente em manchester. a renda foi doada para famílias das vítimas e para sobreviventes que sofreram com um ataque terrorista que deixou 22 mortos no início de maio. o show durou três horas e teve participação de Coldplay, Katy Perry, Miley Cyrus, Justin Bieber, Pharrel Williams e mais.

https://goo.gl/G8iZ18 – Ariana Grande ainda rende outro top ou flop: depois de inventar uma nova dupla chamada simone e maraira, a apresentadora do ‘mais você’ atacou novamente. na manhã desta segunda-feira, ela chamou a cantora de  Adriana Grande ao comentar o show #onelovemanchester.

Quer deixar um top ou um flop pra alguma coisa que a gente não perguntou? Comente!

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"Enxergo a cena injusta", diz Thyago Furtado em papo com Phillip Nutt

Phillip Nutt e Thyago Furtado são os convidados do podcast desta terça-feira (30.05), quando falam sobre suas incursões pela música brasileira, por vezes cantando em inglês, enquanto o mercado consome as faixas de amor vindas exclusivamente do sertanejo e, das batidas, do funk. “Enxergo a cena como injusta porque a gente está em um período que dá a possibilidade de fazer música, independente de uma gravadora”, afirma Furtado.

Furtado vê essa onda de segmentação como uma parte ruim de se fazer parte do jogo. ‘”Música pra mim é arte. Existe diferença entre você compor e fazer batida. Pensar na música como um todo é um trabalho totalmente diferente. É como se você tivesse seu trabalho jogado fora porque o mundo não espera. Ouço das pessoas, falando que tenho de ficar orgulhoso porque é um material muito legal. Mas até quando posso segurar porque é a vez do funk?”, explica, dizendo que dá muito mais trabalho quando você não faz a música do momento.

Nutt parabenizou a iniciativa da Universal Music ao assinar contrato com a cantora Mahmundi. “Existe um comodismo das majors porque determinado gênero funciona. Achei do c… quando vi que assinaram com ela (Marcela Vale) porque faz um pop diferente do de Anitta, Iza, Ludmilla. Tem espaço pra todo mundo. O som da Mahmundi, as letras, a meodia e a harmonia podem muito bem conversar com as classes C e B. Falta aquela vontade de botar fé no que é novo”, analisa.

Depois do lançamento de seu primeiro EP, “Paranoia”, lançado em setembro de 2016, Thyago se debruça na produção de um álbum cheio. “Até para ter um repertório e não ficar nessa de: ah, tenho cinco músicas e cantar dos outros. A ideia é poder formatar um show que tenha mais a ver comigo enquanto artista “, desabafa. “O que quero fazer agora é puxar para o folk e menos eletrônico. Quero fazer o que chamo de músicas de inverno porque funciono melhor melancolicamente falando do que feliz”.

Com singles soltos já lançados (entre eles “Ponderar” e o remix de “Essa Tal Liberdade”, com Zebu), Nutt também sonha com o primeiro disco de inéditas ou um EP. “Cogitei alguns formatos, mas acho que com esse lance das plataformas digitais, com o single você pode ver muito mais que caminho deve ir”, explica. “Ouço de tudo, desde O Grande Encontro até Bruno Mars, e ponho jazz antes de dormir. Tenho muita influência e muita coisa. Acabo colocando isso na minha música (…) Pessoas podem achar que as músicas são diferentes, tenho muitas referências e gosto de experimentar e fazer música de diferentes formas”. Eles participaram ainda dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas (temático) e, claro, Caderno de Perguntas.Play!


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Ed Sheeran põe estádio no bolso com show one-man-band, em São Paulo

(Imagens gentilmente cedidas por Francisco Cepeda)

Se você viu o curta “One Man Band”, da Pixar, entende a premissa de um show de Ed Sheeran. É só ele e o violão no palco (uma só vez entra em cena uma guitarra psicodélica). Mas a grande estrela é um pedal que reproduz em loop trechos gravados (seja da viola ou da boca). Na animação da Pixar, o músico tem de se firmar perante um novo homem-orquestra, e se sente ameaçado para conseguir as gorjetas da cidade medieval. Mas, no caso de Edinho (como os fãs chamam carinhosamente o britânico), a hegemonia está longe do fim.

Ainda que, antes de começar, a arquibancada gritasse “fecha o buraco”, apontando para a pista premium, o ruivo de 26 anos fez show para um Allianz Parque lotado neste domingo (28.05), em única apresentação na capital paulista. A pontualidade foi britânica: faltava um minuto para o início previsto do show e ele já estava a postos com “Castle on the Hill” – do recém lançado “÷” (Divide), que teve 57 milhões de reproduções em um único dia no Spotify, no lançamento, em março de 2017.

No palco, Ed se sente à vontade para cantar, tocar, batucar e ainda conversar com o público. A timidez é nítida, mas o carisma sobressai. “Sei que amanhã é segunda-feira, mas vamos fingir que hoje é sexta e curtir até ficar rouco? Mas não vale de gritar, tem que cantar”, propôs. E colocou lenha na rixa Brasil x Argentina: “Eles cantaram muito alto (em menção à faixa que leva esse nome). Estão preparados para sair daqui sem voz?”, brincou. O público se dividiu entre gritos e vaias na cutucada direcionada à rusga com os hermanos. “É muito legal vir de onde vim e ver uma plateia animada como essa e que sabe cantar as letras. Eu amo o Brasil”, disse em outro momento.

Enquanto o atual single “Galway Girl” foi uma das mais cantadas, as músicas melosas – sem surpresa – foram as que mais funcionaram com o público. Ele ficou nitidamente envergonhado quando começou a tocar “Give Me Love” e as pessoas tomaram as rédeas do vocal. Ainda que o rubor fosse quase imperceptível pela sua ruivez, os trejeitos o entregaram. Não à toa! A faixa foi trilha sonora de “Malhação” (2013) e embalou muitas cenas de Martin (Hugo Bonemer) e Micaela (Lais Pinho) nas tardes da Globo.

Na aguardada “Thinking out Loud” foi o único momento que Ed trocou o inseparável violão (que a cada música vinha com alguma referência aos álbuns: desenhos dos símbolos de dividir e de multiplicar) por uma guitarra colorida. “Bloodstream” surpreendeu pelo momento de catarse, mas o clichê de “Photograph” encantou: o público empinou seus celulares com o braço e os casais se admiravam embasbacados, prontos para se beijar.

Claro que o bis teria que vir com a música mais executada no Spotify em 2016: “Shape Of You”. Mas ela é mais um adorno em um setlist recheado de sucessos que você nem imagina que conhece, como a inacabável “You Need Me, I Don’t Need You” – a última do setlist, cujo destaque vai para a céltica Nancy Mulligan, que fica na cabeça.

Se você não conseguiu acompanhar nem pelos Stories no Instagram dos amigos, logo Edinho volta. Pelo menos, prometeu. No bis, trocou a camiseta escrito Hoax (boato, em inglês) pela camisa da seleço brasileira de futebol, da CBF, e estava envolto na bandeira do Brasil. Isso de amar o Brasil não deve ser historinha de gringo… O lance é esperar!

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"Tive que mentir para não falar de mim", diz Alessandra Maestrini

Alessandra Maestrini é a convidada do podcast Aos Cubos desta terça-feira (25.04), no 16º episódio (no ar pela segunda temporada). A atriz está fazendo a divulgação de sua carreira musical, com apresentações no em Niterói e Rio de Janeiro nesta e na próxima semana. Na conversa, ela abriu seu coração sobre diferentes assuntos e falou abertamente sobre assumir sua sexualidade publicamente.

“Fui dar uma entrevista, tive que mentir tanto pra não falar de mim, da sexualidade, que quando cheguei ao final não me reconheci. Essa pessoa não sou eu, não admiro, não conheço, é chata e monótona e que não é ninguém”, recorda. Ela chamou seu entrevistado de volta e falou que queria dar uma outra entrevista, mas que agora seria ela de verdade. “Se você vir as fotos, não tem nada a ver com o assunto”.

A também humorista afirma que não sofreu preconceito desde que se assumiu, mas que existe um sistema que só vai ser mudado conforme a coragem de cada um. “Para mim é mais fácil do que para um ator? É! Mas foi fácil? Não”, resume. “Por incrível que pareça, a maioria das respostas (sobre a minha carta) foi amorosa e positiva. Seja pela própria pessoa, pelo filho ou amigo”.

Com 20 anos de carreira e prestes a completar 40 anos, ela falou que não tem medo de envelhecer, mas de dor e sofrer. “De amadurecer, não tenho medo. Me sinto meio (como o filme) ‘O Curioso Caso de Benjamin Button). Fui melhorando. Não só esteticamente, mas internamente sinto mais jovem e leve”, garante.

Ela ainda participa dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas… Lembra do primeiro beijo, fala de sua paixão pela Barbra Streisand e uma “gíria”que não consegue parar de falar: “vai tomar na peida”. Mas é de um jeito muito peculiar e próprio. Claro que a gente não poderia de falar da Bozena, seu personagem mais marcante. Play!

AGENDA
Essa semana, Alessandra apresenta o “Drama’n Jazz” no Teatro Municipal de Niterói. Quinta, dia 27 de abril, às 19h. E em 5 de maio (uma sexta-feira) tem apresentação do “Drama ‘n Jazz”, no Teatro Oi Casa Grande, no Rio. Ai no mesmo fim de semana tem “Yentl em Concerto”. Baseado no conto “Yentl – The Yeshiva Boy”, de Isaac Bashevis Singer (1902-1991) e no filme “Yentl”, estrelado por Barbra Streisand.
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TOP OU FLOP
Neste quadro a gente apresenta alguns temas e vamos abordar rapidamente nossa opinião sobre isso.

https://goo.gl/qp7smh – Letícia Spiller girando como o peão da casa própria no programa da Ana Maria Braga.
https://goo.gl/gfcs9o – 10 anos da separação da dupla sandy e jr. a sandy ficou emocionada, postou textão…
https://goo.gl/ackvtz – 9 verdades e uma mentira
https://goo.gl/1inaca – Gabriela Pugliesi foi pra Trancoso casar, na Bahia. Mas ela esqueceu um pequeno detalhe: o vestido de casamento.
https://goo.gl/xccqkg – O fim do site Ego e do Paparazzo, da globo. O sensacionalista fez uma lista com as principais manchetes do site… Veja: https://goo.gl/ljkhy6
https://goo.gl/7Xj0c1 – Essa notícia é antiga, mas é muito boa: um francês criou uma pílula que promete pum cheiroso. Ele promete cheiros, como rosas e chocolate…

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AGRADECIMENTOS
Doritos de Sempre. Aos que mandaram perguntas: Raphael Prado, Marianna Aloi, Léo Fávaro, Felipe Bellaparte, Evano Aziz, Daniel Carvalho, Júlio César Ferreira De Almeida, Robson Pedroso, além dos fãs da artista que participaram pelo Instagram. E também à Casé Assessoria, em nome de Rafa Serato e da própria Patrícia Casé.


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Filipe Catto prepara show voz e violão; Bruna Caram quer cinema

Filipe Catto e Bruna Caram são os entrevistados do podcast Aos Cubos desta terça-feira (18.04), no 15º episódio (no ar pela segunda temporada). O cantor revelou que está trabalhando em um show de dois violões, chamado “Over”, que vai estrear ainda este ano. Já Bruna vai correr o Brasil com seu recém-lançado “Multialma” e adoraria se dedicar ao cinema – uma vez que começou o ano nas telinhas, na minissérie “Dois Irmãos”, da Globo.

“Finalmente vou fazer um show que há muito tempo queria fazer. Pedro Sá comanda um dos violões. Não é nem intimista, é absolutamente virtuoso. Tem uma coisa camerística que eu gosto. Estava com saudade do silêncio. Cheio de espaço, ele é tão delicado, chic, que se torna agressivamente over. As letras ficam arranhando a cara da galera”, ri. O repertório ainda está sendo montado, mas vai ser uma seleção de best of e coisas que gosta de cantar em versão minimal.

Já Bruna, que gravou a minissérie global há dois anos, está trabalhando o disco desde o início do ano, quando começou a turnê e tem outros projetos na manga. “Estou escrevendo um próximo livro, ‘Pequena Poesia Passional’, e meu sonho ideal seria ficar na estrada até o meio do ano e pegar um papel no cinema. Gostaria muito mais do que fazer um papel na televisão, mas estou super aberta”, comemora Bruna.

Tanto Bruna quanto Catto preparam-se para lançar clipes. O dele, para “Do Fundo do Coração”, sai no fim do mês. O dela, para “Par” (parceria com Chico César), lança nesta quinta (20.04), com direção de Yuri Pinto (editor de “Dois Irmão” e colaboração de várias pessoas da série. Foi gravado em Paquetá, no Rio de Janeiro. “História de amor romântica, assistam”, explica Bruna.

Logo que começou o programa, Catto teve a ideia de desafiar André Aloi, Victor Albuquerque, Luis Coutinho e Bruna no STOP!, com assuntos que puxou na hora: Meme, filme ruim ou novela, subcelebridade e diva gay. Pra saber quem ganhou, dê o play! Eles ainda participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas… Também falaram sobre coisas sérias – algumas nem tanto assim.

Entre outros temas, a conversa girou em torno de Sertajo, cena indie, Patrícia Marx, Backstreet Boys, RuPaul’s Drag Race, Gretchen, Família Dinossauros e o vídeo de Maria Bethânia, falando sobre sua adoração por cadernos. Ah, e para Catto, Xuxa e Britney são mitos. Cher não conta, né? Afinal, ele vai comemorar seu aniversário de 30 anos no show da diva mór, em Las Vegas, ainda este ano.

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TOP OU FLOP
Se interessou pelos assuntos do programa desta semana? Veja a lista:

  • https://goo.gl/s7if9i – Campeonato de Pole Dance, na China, quer virar esporte olímpico.
  • https://goo.gl/mkvecl – Metro: lista do Fachin virou line-up do Coachella.
  • https://goo.gl/P0RsxK – Estreia do programa da Tata Werneck no Multishow.
  • https://goo.gl/kkp9rz – 25 expressões da cisma dos brasileiros com cu.
    Site dos menes, menes das coisas com sentimento (ex vinho seco).
  • https://goo.gl/y8gaev – A Matel vai deixar de produzir a amiga cadeirante da Barbie!

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FORTALECIMENTO DA MPB
Entre as perguntas enviadas para discussão, está: “Como a MPB pode se fortalecer?”.
“A MPB precisa fazer isso no seu próprio nicho. A gente não tem que disputar com Mayara e Maraísa. Mas se fortalecer porque falta, para os artistas da nossa geração, ter consciência de que só um trabalho coletivo vai ter penetração no grande mercado. O mercado não vai comprar um artista da MPB. Vai comprar ideia de uma nova cena, renovação”, diz Catto. “Lindo isso. A gente está começando a se unir mais e conscientizar. Essa geração que a gente venera, dos anos 70, era muito unida”, concorda Bruna. Ouça por volta de 1h45!

Filipe diz não se incomodar com antigas comparações com Ney Matogrosso. “É uma questão muito externa. E acho que me compararem com ele é a mesma coisa que compararem a (Maria) Bethânia com a Cássia só porque as duas têm voz grossa. É um elogio que me dão. Estou c… para essa comparação. Adoro o Ney, pra mim é alguém que gosto de estar perto e me interessa enquanto pessoa e artista, mas ele é um alien, um Bowie, uma Cher. Está acima de tudo”. (1h37)


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Banda Baleia prepara remake de "Ventura", do Los Hermanos

Gabriel Vaz é o convidado do podcast Aos Cubos deste 14º episódio (segundo da nova temporada), lançado nesta terça-feira (11.04). O vocalista do grupo carioca Baleia anunciou que sua banda está preparando um remake na íntegra do álbum “Ventura”, do Los Hermanos, para o Canal Bis – assim como SILVA fez aquele “canta Marisa Monte”, show que deu origem a um disco.

O programa será gravado em maio, possivelmente para ser lançado ainda este ano. Em 2018, o icônico disco do grupo liderado por Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante completa 15 anos de lançado. “Se ficar legal, a gente vai seguir. Porque não consegue tocar uma só vez. Vai querer aproveitar para fazer uns shows”, explica ele sem dar muitos detalhes do projeto. Outro projeto que a banda está encabeçando é reunir todos os covers que já fizeram em um único álbum.

Quem também participa da conversa é a fotógrafa de música (e retratista de celebridades) Carol Vianna, que entre outros projetos já clicou o Baleia algumas vezes. Ela aproveitou o espaço para fazer uma pergunta ao vocalista: “do processo todo, sua parte favorita é o palco?”. “Legal essa pergunta… A minha parte favorita é essa, sim, cada vez mais. É muito bom ir amadurecendo e você vai ganhando intimidade com o palco. Mas estou aproveitando cada vez mais. Quando ganha confiança, consegue fazer outras coisas. Antes, se tentava dançar, errava só porque estava inseguro. Agora, acerto”, explica ele.

No primeiro bloco, Vaz participa do “Top ou Flop”, quadro que apresenta assuntos da semana e você tem de escolher se é top (algo bom) ou flop (ruim). Entre os abordados estão o caso de assédio de José Mayer na Globo, soltar spoiler de realities e a passagem de Justin Bieber no Brasil. Os dois participam de outros quadros, como Caderno de Perguntas e Rapidinhas, abordando assuntos como “13 Reasons Why”, ufologia e com quem trocariam nudes.

Carol destacou, entre outros assuntos, seu projeto de retratos e entrevistas (com Fe Meirelles, ex-Capricho), chamado TrêsxQuatro. Ela ainda relembrou um momento do início de sua carreira, quando clicou Ana Cañas e Ney Matogrosso. “Perguntam como consigo fazer com que as pessoas se movimentem daquela forma e capturar o exato momento”, explica.


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Sensualidade não espanta timidez de Tove Lo em Lolla Party, em SP

Inverta as sílabas de seu nome e conseguirá a frase: com amor, para… e foi assim que Tove Lo entregou um show puro amor, ainda que sua presença de palco seja ofuscada pela timidez na primeira das Lolla Parties, que aconteceu na Audio Club, nesta sexta-feira (24.03), em SP.

Rainha do coraçãozinho com a mão, foi chamada de gostosa pelo público, que delirou quando ela mostrou as tetas ou apareceu com uma roupa mais sensual (látex, transparência e pernas de fora) na segunda metade do concerto. Apesar de sua presença de palco ser pouca e não prender a atenção, dezenas de celulares registravam cada segundo da apresentação de pouco mais de uma hora.

Enquanto a semi-apatia da sueca não sabia lidar com o calor dos brasileiros, o público estava afim de cantar as músicas a plenos pulmões. A apresentação seguiu à risca o setlist de seus últimos shows, exceto por “Imaginary Friends”, que caiu fora da seleção que mescla seus dois discos lançados em praticamente um DJ set cantado em cima de um playback*.

Acompanhada por uma banda enxuta e excesso de base pré-gravada, que no coro das músicas fica irritante, a cantora tem o frescor da nova safra. À vontade, ela estava. Arriscou até um obrigado em português e um “eu amo vocês” em sueco. Mas só o tempo vai fazer com que ela se sinta confiante no palco, traçando um verdadeiro diálogo com a plateia.

Tira o pé do chão
O show começou 23h32, acabou à 00h48. O ápice foi em “Keep it Simple”, que ganhou uma versão remixada e transformou a plateia em pista de dança. Ainda que o som do microfone estivesse baixo, conseguiu mostrar sua potência vocal em “What the Fuck Love Is” e “Flashs” (em uma versão mais rocker), mas aí já era tarde demais. Antes do hino “Habits (Stay High)”, apresentou “What I Want For The Night (Bitches)”, sua nova.

Em resumo, o show de Tove Lo é como quando você conhece o crush pela internet e ao ver ao vivo e a cores, pela primeira vez, não rola a química. Mas pode ser que isso mude. Ela tem mais uma chance no palco do Lollapalooza neste sábado (25.03).

*O playback nesse caso é aquela base pré-gravada, com arranjos e que a voz do artista é encorpada umas duas vezes pra reforçar o vocal principal.

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Colaborou: Victor Albuquerque; Fotos: Leandro Godoi/Divulgação (Audio Club).

Tove Lo Setlist Audio Club, São Paulo, Brazil 2017, Lady Wood Tour

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Especial Carnaval: "Sexo sem amor não tem graça", afirma Pabllo Vittar

Enquanto a segunda temporada não chega, a gente traz Pabllo Vittar, a cantora drag que ficou conhecida como a vocalista do programa “Amor e Sexo”, da TV Globo, para falar sobre Carnaval (inclusive, ela foi musa do bloco Pop do K7, em SP no último fim de semana). Junto dela, o DJ e produtor Rodrigo Gorky faz uma participação especial, falando sobre seus próximos trabalhos ao lado da própria Pabllo (o PV 2), além de Alice CaymmiDeise Tigrona e Luiza Possi.

QUEM VOCÊ QUER QUE A GENTE CHAME PARA A 2ª TEMPORADA? OPINE!

Entre amor ou sexo, como diz o programa que ela faz parte, na Globo, ela diz que prefere o segundo. “Sexo sem amor não tem graça. Tem que ter os dois. Eu sou (do signo) de escorpião, se não tiver amor pra mim nem rola”, defende. “Amor não precisa ser aquele que você vai transar hoje e vai casar. O amor está no carinho, no afeto, no jeito que faz o sexo”. Ela concorda que pode haver sexo sem compromisso, mas ainda carregado de amor. Ela adora um daddy (como diz a tatoo em sua perna), mas não desperdiçaria a chance com Shawn Mendes. E olha que ela deixou os apps para 2016, hein?

Nas Rapidinhas, surgiu uma pergunta: Globeleza com roupa ou sem roupa? “Como ela quiser”, brinca. Se ela fosse dona de um bloco de Carnaval, chamaria “Vadia Todo Dia”. Por volta dos 15 minutos… pois é, não tem nome melhor! (Como diz a letra: “Eu não espero o Carnaval chegar pra ser vadia, sou todo dia, sou todo dia”, no feat. com Rico Dalasam). Na sequência, falou que passa mal mesmo é por um crush que ela prefere não revelar.

Por volta de 5m20s, ela ainda respondeu se antigamente preferia os programas da MTV “Fica Comigo” (com a chefa global Fernanda Lima) ou “Beija Sapo” (de Daniela Cicarelli). Se tivesse que escolher entre uma maratona no Netflix ou um open bar, faria um acompanhado do outro. Aproveitou para dar uma dica: está viciada na série de animação “Rick and Morty”, disponível na plataforma de streaming.

Sobre Carnaval, ela comentou se prefere bloquinhos de SP ou os blocos cariocas. O que será que ela respondeu? Lembrando que a gravação foi bem antes de ela participar do bloco Pop do K7, no último fim de semana, em SP. Ainda fala sobre sua experiência no Carnaval de Salvador, no ano passado. Pabllo também teve de escolher entre catuaba e cerveja. Qual bebida combina melhor com essa festa popular? E o melhor: qual filme de diva ela prefere: “Crossroads – Amigas para Sempre”, de Britney Spears, ou “Glitter – O Brilho de Uma Estrela”, de Mariah Carey. No minuto 10!

Entre outros assuntos, a cantora disse que escreveu música para o boy (seria ela a Taylor Swift brasileira?), com qual objetivo levaria uma drag de RuPaul para uma ilha deserta e como gosta de dormir (enrolada como uma serpente. Entenda!). Comentou ainda sobre os haters, o disco novo, o amor pelo Diplo e o desejo de retomar seu Vlog no YouTube.

Até a segunda temporada, que estreia em março!


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Banda Uó se arrisca no Gospel e faria show-homenagem a Michael, Prince e Bowie

cremosaoficial

Mel Gonçalves, Mateus Carrilho e Davi Sabbag, que juntos formam a Banda Uó, são os convidados do podcast Aos Cubos desta semana. Os músicos falaram sobre a animação de levar humor ao clipe de “Cremosa”, que estreia na quinta (17.11), uma parceria com a catuaba Selvagem. O novo single ainda ganha uma versão com viola caipira no encerramento, com Luis Coutinho (do Falso Coral).

“Vai ficar muito legal. A gente aparece, pela primeira vez, de uma forma que os fãs nunca viram. Dessa vez, há humor não só na música, mas no contexto e no roteiro, com personagens engraçados”, explica Carrilho. “É tipo uma dominação mundial. Todas as pessoas vão ficar cremosas e querer usar esse produto revolucionário”, brinca Sabbag. É um presente aos fãs que sentem falta de historinhas e humor nos clipes da banda.

Os três responderam sobre o que gostariam de fazer para ganhar um Nobel da Paz (aos 33 minutos) no segundo bloco. Enquanto Mel adoraria ser uma espécie de Malala trans e Sabbag um ativista gay e de animais de rua, Carrilho ironiza, dizendo que adoraria acabar com a bancada evangélica na Política. Para minimizar a polêmica, eles cantaram “Zaqueu” à capela. Mel ainda falou que adora ouvir Ana Paula Valadão, uma pena que defende o que não se deve.

Durante o terceiro bloco, por volta de 1h21, a banda ainda dispensou uma parceria com a Inês Brasil, já que os fãs vivem insistindo no assunto nas redes sociais. “Adoro a Inês, mas musicalmente não tem nada a ver”, disse Carrilho. “São duas vertentes diferentes. Ela é um entretenimento escrachado e é divertido, só que não é algo que cabe no nosso universo. Não achamos que convém colocar no nosso trabalho, assim como Maria Bethânia não rima, cantar com ela, não rima”, complementa Mel.

Mais uma cena do clipe de "Cremosa", que estreia quinta (17.11) | Foto: DIvulgação
Mais uma cena do clipe de “Cremosa”, que estreia quinta (17.11) | Foto: Divulgação

“Já somos três, pra ter um feat. tem que ser uma coisa muito especial”, arremata Sabbag. Entre os nomes de uma parceria dos sonhos, estariam Beyoncé, Maluma (mas não pra música, tá?) e Pitbull com Jennifer Lopez. “Sauna versão espanhol com o Pitbull, já pensou? Ia ser muito bafo!”, concordam todos. Se há um cantor que eles homenageariam no melhor estilo Adam Lambert canta Freddy Mercury (do Queen), fariam um show: Banda Uó canta Michael Jackson, Prince e David Bowie. Com versões em português, claro!

Na abertura do terceiro bloco, por volta de 1h08, a banda ligou para uma amiga, a digital influencer Milian Dolla, que expôs uma história de um Réveillon em Uberlândia, em Minas Gerais. Líder dos millionaires (seu fandom), ela brinca que – nas horas vagas – destrói relacionamentos por onde passa e toca nas horas vagas. Sua turnê é “Segurem Seus Maridos Tour”. “Estou guardando tudo para um dossiê”, diz ela antes de contar a história.

Outra passagem engraçada é compartilhada por Mel (à 1h23), quando ela diz que um amigo “muito peculiar” levou um boy para casa após uma festa. “Ele me olhava de forma estranha, um olhar meio cego, perguntei quem era”, relembra a vocalista. Depois que ele foi embora, esse amigo confessou que ele não o conhecia e era um fã da cantora. Queria proporcionar um momento inesquecível ao jovem: um dia com o ídolo! “Ele nem sabia o nome”.

Entre os quadros “Rapidinhas” e “Caderno de Perguntas”, o grupo ainda revelou suas manias, medos, séries favoritas, como gostam de comer miojo e com quem teriam um “sonho molhado”, quem levariam na garupa de uma bicicletinha, o que acham de drogas e o que vão pedir para o Papai Noel de Natal. Ah, eles também relembraram antigas propagandas (direto para os 26 minutos). Play!

Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho
Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho

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