Filipe Catto prepara show voz e violão; Bruna Caram quer cinema

Filipe Catto e Bruna Caram são os entrevistados do podcast Aos Cubos desta terça-feira (18.04), no 15º episódio (no ar pela segunda temporada). O cantor revelou que está trabalhando em um show de dois violões, chamado “Over”, que vai estrear ainda este ano. Já Bruna vai correr o Brasil com seu recém-lançado “Multialma” e adoraria se dedicar ao cinema – uma vez que começou o ano nas telinhas, na minissérie “Dois Irmãos”, da Globo.

“Finalmente vou fazer um show que há muito tempo queria fazer. Pedro Sá comanda um dos violões. Não é nem intimista, é absolutamente virtuoso. Tem uma coisa camerística que eu gosto. Estava com saudade do silêncio. Cheio de espaço, ele é tão delicado, chic, que se torna agressivamente over. As letras ficam arranhando a cara da galera”, ri. O repertório ainda está sendo montado, mas vai ser uma seleção de best of e coisas que gosta de cantar em versão minimal.

Já Bruna, que gravou a minissérie global há dois anos, está trabalhando o disco desde o início do ano, quando começou a turnê e tem outros projetos na manga. “Estou escrevendo um próximo livro, ‘Pequena Poesia Passional’, e meu sonho ideal seria ficar na estrada até o meio do ano e pegar um papel no cinema. Gostaria muito mais do que fazer um papel na televisão, mas estou super aberta”, comemora Bruna.

Tanto Bruna quanto Catto preparam-se para lançar clipes. O dele, para “Do Fundo do Coração”, sai no fim do mês. O dela, para “Par” (parceria com Chico César), lança nesta quinta (20.04), com direção de Yuri Pinto (editor de “Dois Irmão” e colaboração de várias pessoas da série. Foi gravado em Paquetá, no Rio de Janeiro. “História de amor romântica, assistam”, explica Bruna.

Logo que começou o programa, Catto teve a ideia de desafiar André Aloi, Victor Albuquerque, Luis Coutinho e Bruna no STOP!, com assuntos que puxou na hora: Meme, filme ruim ou novela, subcelebridade e diva gay. Pra saber quem ganhou, dê o play! Eles ainda participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas… Também falaram sobre coisas sérias – algumas nem tanto assim.

Entre outros temas, a conversa girou em torno de Sertajo, cena indie, Patrícia Marx, Backstreet Boys, RuPaul’s Drag Race, Gretchen, Família Dinossauros e o vídeo de Maria Bethânia, falando sobre sua adoração por cadernos. Ah, e para Catto, Xuxa e Britney são mitos. Cher não conta, né? Afinal, ele vai comemorar seu aniversário de 30 anos no show da diva mór, em Las Vegas, ainda este ano.

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TOP OU FLOP
Se interessou pelos assuntos do programa desta semana? Veja a lista:

  • https://goo.gl/s7if9i – Campeonato de Pole Dance, na China, quer virar esporte olímpico.
  • https://goo.gl/mkvecl – Metro: lista do Fachin virou line-up do Coachella.
  • https://goo.gl/P0RsxK – Estreia do programa da Tata Werneck no Multishow.
  • https://goo.gl/kkp9rz – 25 expressões da cisma dos brasileiros com cu.
    Site dos menes, menes das coisas com sentimento (ex vinho seco).
  • https://goo.gl/y8gaev – A Matel vai deixar de produzir a amiga cadeirante da Barbie!

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FORTALECIMENTO DA MPB
Entre as perguntas enviadas para discussão, está: “Como a MPB pode se fortalecer?”.
“A MPB precisa fazer isso no seu próprio nicho. A gente não tem que disputar com Mayara e Maraísa. Mas se fortalecer porque falta, para os artistas da nossa geração, ter consciência de que só um trabalho coletivo vai ter penetração no grande mercado. O mercado não vai comprar um artista da MPB. Vai comprar ideia de uma nova cena, renovação”, diz Catto. “Lindo isso. A gente está começando a se unir mais e conscientizar. Essa geração que a gente venera, dos anos 70, era muito unida”, concorda Bruna. Ouça por volta de 1h45!

Filipe diz não se incomodar com antigas comparações com Ney Matogrosso. “É uma questão muito externa. E acho que me compararem com ele é a mesma coisa que compararem a (Maria) Bethânia com a Cássia só porque as duas têm voz grossa. É um elogio que me dão. Estou c… para essa comparação. Adoro o Ney, pra mim é alguém que gosto de estar perto e me interessa enquanto pessoa e artista, mas ele é um alien, um Bowie, uma Cher. Está acima de tudo”. (1h37)


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Banda Baleia prepara remake de "Ventura", do Los Hermanos

Gabriel Vaz é o convidado do podcast Aos Cubos deste 14º episódio (segundo da nova temporada), lançado nesta terça-feira (11.04). O vocalista do grupo carioca Baleia anunciou que sua banda está preparando um remake na íntegra do álbum “Ventura”, do Los Hermanos, para o Canal Bis – assim como SILVA fez aquele “canta Marisa Monte”, show que deu origem a um disco.

O programa será gravado em maio, possivelmente para ser lançado ainda este ano. Em 2018, o icônico disco do grupo liderado por Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante completa 15 anos de lançado. “Se ficar legal, a gente vai seguir. Porque não consegue tocar uma só vez. Vai querer aproveitar para fazer uns shows”, explica ele sem dar muitos detalhes do projeto. Outro projeto que a banda está encabeçando é reunir todos os covers que já fizeram em um único álbum.

Quem também participa da conversa é a fotógrafa de música (e retratista de celebridades) Carol Vianna, que entre outros projetos já clicou o Baleia algumas vezes. Ela aproveitou o espaço para fazer uma pergunta ao vocalista: “do processo todo, sua parte favorita é o palco?”. “Legal essa pergunta… A minha parte favorita é essa, sim, cada vez mais. É muito bom ir amadurecendo e você vai ganhando intimidade com o palco. Mas estou aproveitando cada vez mais. Quando ganha confiança, consegue fazer outras coisas. Antes, se tentava dançar, errava só porque estava inseguro. Agora, acerto”, explica ele.

No primeiro bloco, Vaz participa do “Top ou Flop”, quadro que apresenta assuntos da semana e você tem de escolher se é top (algo bom) ou flop (ruim). Entre os abordados estão o caso de assédio de José Mayer na Globo, soltar spoiler de realities e a passagem de Justin Bieber no Brasil. Os dois participam de outros quadros, como Caderno de Perguntas e Rapidinhas, abordando assuntos como “13 Reasons Why”, ufologia e com quem trocariam nudes.

Carol destacou, entre outros assuntos, seu projeto de retratos e entrevistas (com Fe Meirelles, ex-Capricho), chamado TrêsxQuatro. Ela ainda relembrou um momento do início de sua carreira, quando clicou Ana Cañas e Ney Matogrosso. “Perguntam como consigo fazer com que as pessoas se movimentem daquela forma e capturar o exato momento”, explica.


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Sensualidade não espanta timidez de Tove Lo em Lolla Party, em SP

Inverta as sílabas de seu nome e conseguirá a frase: com amor, para… e foi assim que Tove Lo entregou um show puro amor, ainda que sua presença de palco seja ofuscada pela timidez na primeira das Lolla Parties, que aconteceu na Audio Club, nesta sexta-feira (24.03), em SP.

Rainha do coraçãozinho com a mão, foi chamada de gostosa pelo público, que delirou quando ela mostrou as tetas ou apareceu com uma roupa mais sensual (látex, transparência e pernas de fora) na segunda metade do concerto. Apesar de sua presença de palco ser pouca e não prender a atenção, dezenas de celulares registravam cada segundo da apresentação de pouco mais de uma hora.

Enquanto a semi-apatia da sueca não sabia lidar com o calor dos brasileiros, o público estava afim de cantar as músicas a plenos pulmões. A apresentação seguiu à risca o setlist de seus últimos shows, exceto por “Imaginary Friends”, que caiu fora da seleção que mescla seus dois discos lançados em praticamente um DJ set cantado em cima de um playback*.

Acompanhada por uma banda enxuta e excesso de base pré-gravada, que no coro das músicas fica irritante, a cantora tem o frescor da nova safra. À vontade, ela estava. Arriscou até um obrigado em português e um “eu amo vocês” em sueco. Mas só o tempo vai fazer com que ela se sinta confiante no palco, traçando um verdadeiro diálogo com a plateia.

Tira o pé do chão
O show começou 23h32, acabou à 00h48. O ápice foi em “Keep it Simple”, que ganhou uma versão remixada e transformou a plateia em pista de dança. Ainda que o som do microfone estivesse baixo, conseguiu mostrar sua potência vocal em “What the Fuck Love Is” e “Flashs” (em uma versão mais rocker), mas aí já era tarde demais. Antes do hino “Habits (Stay High)”, apresentou “What I Want For The Night (Bitches)”, sua nova.

Em resumo, o show de Tove Lo é como quando você conhece o crush pela internet e ao ver ao vivo e a cores, pela primeira vez, não rola a química. Mas pode ser que isso mude. Ela tem mais uma chance no palco do Lollapalooza neste sábado (25.03).

*O playback nesse caso é aquela base pré-gravada, com arranjos e que a voz do artista é encorpada umas duas vezes pra reforçar o vocal principal.

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Colaborou: Victor Albuquerque; Fotos: Leandro Godoi/Divulgação (Audio Club).

Tove Lo Setlist Audio Club, São Paulo, Brazil 2017, Lady Wood Tour

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Especial Carnaval: "Sexo sem amor não tem graça", afirma Pabllo Vittar

Enquanto a segunda temporada não chega, a gente traz Pabllo Vittar, a cantora drag que ficou conhecida como a vocalista do programa “Amor e Sexo”, da TV Globo, para falar sobre Carnaval (inclusive, ela foi musa do bloco Pop do K7, em SP no último fim de semana). Junto dela, o DJ e produtor Rodrigo Gorky faz uma participação especial, falando sobre seus próximos trabalhos ao lado da própria Pabllo (o PV 2), além de Alice CaymmiDeise Tigrona e Luiza Possi.

QUEM VOCÊ QUER QUE A GENTE CHAME PARA A 2ª TEMPORADA? OPINE!

Entre amor ou sexo, como diz o programa que ela faz parte, na Globo, ela diz que prefere o segundo. “Sexo sem amor não tem graça. Tem que ter os dois. Eu sou (do signo) de escorpião, se não tiver amor pra mim nem rola”, defende. “Amor não precisa ser aquele que você vai transar hoje e vai casar. O amor está no carinho, no afeto, no jeito que faz o sexo”. Ela concorda que pode haver sexo sem compromisso, mas ainda carregado de amor. Ela adora um daddy (como diz a tatoo em sua perna), mas não desperdiçaria a chance com Shawn Mendes. E olha que ela deixou os apps para 2016, hein?

Nas Rapidinhas, surgiu uma pergunta: Globeleza com roupa ou sem roupa? “Como ela quiser”, brinca. Se ela fosse dona de um bloco de Carnaval, chamaria “Vadia Todo Dia”. Por volta dos 15 minutos… pois é, não tem nome melhor! (Como diz a letra: “Eu não espero o Carnaval chegar pra ser vadia, sou todo dia, sou todo dia”, no feat. com Rico Dalasam). Na sequência, falou que passa mal mesmo é por um crush que ela prefere não revelar.

Por volta de 5m20s, ela ainda respondeu se antigamente preferia os programas da MTV “Fica Comigo” (com a chefa global Fernanda Lima) ou “Beija Sapo” (de Daniela Cicarelli). Se tivesse que escolher entre uma maratona no Netflix ou um open bar, faria um acompanhado do outro. Aproveitou para dar uma dica: está viciada na série de animação “Rick and Morty”, disponível na plataforma de streaming.

Sobre Carnaval, ela comentou se prefere bloquinhos de SP ou os blocos cariocas. O que será que ela respondeu? Lembrando que a gravação foi bem antes de ela participar do bloco Pop do K7, no último fim de semana, em SP. Ainda fala sobre sua experiência no Carnaval de Salvador, no ano passado. Pabllo também teve de escolher entre catuaba e cerveja. Qual bebida combina melhor com essa festa popular? E o melhor: qual filme de diva ela prefere: “Crossroads – Amigas para Sempre”, de Britney Spears, ou “Glitter – O Brilho de Uma Estrela”, de Mariah Carey. No minuto 10!

Entre outros assuntos, a cantora disse que escreveu música para o boy (seria ela a Taylor Swift brasileira?), com qual objetivo levaria uma drag de RuPaul para uma ilha deserta e como gosta de dormir (enrolada como uma serpente. Entenda!). Comentou ainda sobre os haters, o disco novo, o amor pelo Diplo e o desejo de retomar seu Vlog no YouTube.

Até a segunda temporada, que estreia em março!


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Banda Uó se arrisca no Gospel e faria show-homenagem a Michael, Prince e Bowie

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Mel Gonçalves, Mateus Carrilho e Davi Sabbag, que juntos formam a Banda Uó, são os convidados do podcast Aos Cubos desta semana. Os músicos falaram sobre a animação de levar humor ao clipe de “Cremosa”, que estreia na quinta (17.11), uma parceria com a catuaba Selvagem. O novo single ainda ganha uma versão com viola caipira no encerramento, com Luis Coutinho (do Falso Coral).

“Vai ficar muito legal. A gente aparece, pela primeira vez, de uma forma que os fãs nunca viram. Dessa vez, há humor não só na música, mas no contexto e no roteiro, com personagens engraçados”, explica Carrilho. “É tipo uma dominação mundial. Todas as pessoas vão ficar cremosas e querer usar esse produto revolucionário”, brinca Sabbag. É um presente aos fãs que sentem falta de historinhas e humor nos clipes da banda.

Os três responderam sobre o que gostariam de fazer para ganhar um Nobel da Paz (aos 33 minutos) no segundo bloco. Enquanto Mel adoraria ser uma espécie de Malala trans e Sabbag um ativista gay e de animais de rua, Carrilho ironiza, dizendo que adoraria acabar com a bancada evangélica na Política. Para minimizar a polêmica, eles cantaram “Zaqueu” à capela. Mel ainda falou que adora ouvir Ana Paula Valadão, uma pena que defende o que não se deve.

Durante o terceiro bloco, por volta de 1h21, a banda ainda dispensou uma parceria com a Inês Brasil, já que os fãs vivem insistindo no assunto nas redes sociais. “Adoro a Inês, mas musicalmente não tem nada a ver”, disse Carrilho. “São duas vertentes diferentes. Ela é um entretenimento escrachado e é divertido, só que não é algo que cabe no nosso universo. Não achamos que convém colocar no nosso trabalho, assim como Maria Bethânia não rima, cantar com ela, não rima”, complementa Mel.

Mais uma cena do clipe de "Cremosa", que estreia quinta (17.11) | Foto: DIvulgação
Mais uma cena do clipe de “Cremosa”, que estreia quinta (17.11) | Foto: Divulgação

“Já somos três, pra ter um feat. tem que ser uma coisa muito especial”, arremata Sabbag. Entre os nomes de uma parceria dos sonhos, estariam Beyoncé, Maluma (mas não pra música, tá?) e Pitbull com Jennifer Lopez. “Sauna versão espanhol com o Pitbull, já pensou? Ia ser muito bafo!”, concordam todos. Se há um cantor que eles homenageariam no melhor estilo Adam Lambert canta Freddy Mercury (do Queen), fariam um show: Banda Uó canta Michael Jackson, Prince e David Bowie. Com versões em português, claro!

Na abertura do terceiro bloco, por volta de 1h08, a banda ligou para uma amiga, a digital influencer Milian Dolla, que expôs uma história de um Réveillon em Uberlândia, em Minas Gerais. Líder dos millionaires (seu fandom), ela brinca que – nas horas vagas – destrói relacionamentos por onde passa e toca nas horas vagas. Sua turnê é “Segurem Seus Maridos Tour”. “Estou guardando tudo para um dossiê”, diz ela antes de contar a história.

Outra passagem engraçada é compartilhada por Mel (à 1h23), quando ela diz que um amigo “muito peculiar” levou um boy para casa após uma festa. “Ele me olhava de forma estranha, um olhar meio cego, perguntei quem era”, relembra a vocalista. Depois que ele foi embora, esse amigo confessou que ele não o conhecia e era um fã da cantora. Queria proporcionar um momento inesquecível ao jovem: um dia com o ídolo! “Ele nem sabia o nome”.

Entre os quadros “Rapidinhas” e “Caderno de Perguntas”, o grupo ainda revelou suas manias, medos, séries favoritas, como gostam de comer miojo e com quem teriam um “sonho molhado”, quem levariam na garupa de uma bicicletinha, o que acham de drogas e o que vão pedir para o Papai Noel de Natal. Ah, eles também relembraram antigas propagandas (direto para os 26 minutos). Play!

Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho
Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho

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Rico Dalasam apresenta novo single e é desafiado em quiz sobre pagode

Rico Dalasam é o convidado dessa semana no nosso podcast. Ele apresentou o novo single “P.R.O.C.U.R.E”, música que estreia nos próximas semanas. A faixa não faz parte do recém-lançado “Orgunga”, seu primeiro disco cheio. No início de 2017, ele volta a trabalhar o álbum, com “MiliMili” (produzida por MahalPita), a próxima de trabalho. No nosso “trote”, a gente ligou para a Lellêzinha, do Dream Team do Passinho, que falou sobre a participação do grupo no “Vai que Cola” e sobre um possível feat. com o cantor.

img_7147O primeiro rapper assumidamente gay ainda participou do quadros “Rapidinhas”, quando falou sobre sua paixão por Chiquititas e da vontade que tem de voltar a atuar como cabeleireiro – ele quer montar um salão em Taboão da Serra, sua cidade-natal. No “Caderno de Perguntas”, o artista foi prolixo: falou de política a situações constrangedoras, como mandar o print errado para um grupo no Whatsapp e postar foto dele em um Instagram secreto, que falava só de unha. “Passar vergonha faz muito parte da construção, como caráter e história de vida. Você só mostra como sua vida é normal”, explica, cujos dilemas e problemas podem fazer com que ele se aproxime dos fãs.

ESTAMOS NO APP PODCAST, APPLE!!!

Ele ainda estreou nosso novo quadro: “Quiz Musical”. Como ele se diz um expert no assunto, fizemos um teste do Buzzfeed, com clássicos do gênero. Será que ele é mesmo um entendido? Por fim, emprestou sua voz para um cover de “Passarinho”, do Curumim, ao lado de Luis Coutinho, da banda Falso Coral, que sempre comanda nossos jams.

O artista ainda brincou, dizendo para qual artista ele pediria uma ordem de restrição. “Se fosse nos Estados Unidos, o Kanye West ia por fogo em alguém próximo dee. Aqui nao funciona, mas eu pediria para alguém que tenho um certo asco e não teria perto: “Joelma (ex-Calypso). Foi traída pela Lua, mas ela traiu a gente”, disse. Ele não contextualizou, mas a gente explica. Em 2013, a cantora deu entrevista à revista Época, dizendo: “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra”.

Na conversa, ele ainda falou sobre qual música cantava errado na adolescência (na versão dele, cantava: “eu vou ficar nos prédio, eu vou ficar nos prédio” [sic]. Adivinhou?). E também com qual artista fez questão de fazer selfie quando conheceu, na semana passada, no Prêmio Multishow. Dica: “a saudade bateu foi que bem maré”.

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Luiza Lian e Falso Coral dão a nota sobre ser artista independente

Luiza Lian é uma das grandes apostas da geração de cantoras da atualidade. Seu som bebe da fonte do setentismo, busca psicodelia e tem um pé no rock’n’roll. Enquanto o Falso Coral, do Luis Coutinho e da Bela Moschkovich, inovou o indie nacional com sua viola caipira, cantando em português e em inglês.

Os dois são artistas revelações da cena musical brasileira e contam pra gente como é ser independente no Brasil. Luiza dá a nota sobre o que não se deve fazer na página de um artista, enquanto o Falso põe fogo à discussão sobre as patotinhas de artistas e selos. A cantora lança uma nova mixtape agora em novembro, e um disco para o ano que vem, enquanto o grupo tem planos de lançar o clipe de “Desterro” e até o meio de 2017 preparar um conteúdo audio visual sobre o EP de estreia, “Folia”.

A gente ainda tem a participação do cantor André Whoong, por telefone, e uma conversinha bem en passant com Sasha Meneghel, que estreou como modelo na Semana de Moda de São Paulo (SPFW), e falou sobre seu primeiro dia de aula na Parsons, de Nova York, nos EUA (leia a matéria completa aqui).  E também participam dos quadros: “Perguntas Esdrúxulas”,  “Caderno de Perguntas” e “Rapidinhas”.

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(Foto: Alexandre Virgilio/Site RG)

A gente ainda fez um crossover com o podcast The Library is Open“, que fala de Rupaul’s Drag Race. Comandado por André Aloi e Victor Albuquerque, nesta edição, o Luis Coutinho (editor do blog) faz um jam com Luiza Lian, tocando “Luar”. E ainda dá voz a “Desterro”, na viola caipira, ao lado de sua companheira de banda. Play!

Um vídeo publicado por Aos Cubos (@aoscubos) em


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De férias, Thiago Pethit diz que odeia ouvir 'quando sai o disco novo?'

Nosso entrevistado dessa semana é um docinho de pessoa, mas também é Rock ‘n roll. Ele tem uma fissura por Los Angeles, aura meio James Dean… Já posou nu e abriu quase toda sua intimidade no livro “Unfocused”, de Vivi Bacco e editado por Erika Palomino… Seria seu novo projeto um livro de selfies (alô alô Kim Kardashian!).

Thiago Pethit está de férias e odeia ouvir a pergunta: “quando sai o próximo disco?” Nesta conversa, ele fala sobre temas aleatórios: como o que gosta de comprar quando vai à farmácia ou qual assunto ele teria coragem de bater na porta das pessoas para exaltar e enaltecer numa manhã de domingo.

Ele ainda participa dos quadros “Rapidinhas” e “Caderno de Perguntas”. No primeiro, responde quais são suas redes sociais preferidas, com quem gostaria de tirar uma selfie e revela o que faz quando está sozinho (tira meleca do nariz, bate p*nheta ou todas as anteriores?).

Também fala que está ficando craque na cozinha. O que será que ele gosta de preparar? Questionado sobre se ele prefere Pethit ou Tiago Iorc, brincou: “as pessoas não confundem, mas no Twitter sempre vejo uns comentários, dizendo que descobriram tal dia que eu e ele não somos a mesma pessoa. Sempre me pergunto: em que ano vocês estão?”.

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Nesta edição, a gente anuncia que Victor Albuquerque (à esquerda de Pethit) entra para o elenco fixo… E o Luis Coutinho (editor do blog, membro da banda Falso Coral e que está à direita de Pethit) faz um jam com o cantor, tocando “Romeo” na viola caipira”. Play!

 

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NOTA DE ESCLARECIMENTO! (risos)
Enquanto rolou a conversa, Pethit disse que se sentiu num cativeiro. Queremos esclarecer que oferecemos tudo do bom e do melhor pra ele, tá? É só piadinha! Ele ainda participou do mistério do salgadinho, já que na mesa fica rolando aquele copo da bebida de rótulo vermelho (versão Zero) e aquele salgadinho triangular com cor alaranjada. “Quando eles patrocinarem, eu digo o nome”, brinca o cantor.

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Jaloo e Mahmundi são os convidados na estreia do Podcast Aos Cubos!

Bem-vindos! A partir de hoje, o Aos Cubos vira uma outra plataforma. A gente vai continuar falando de cultura, mas agora em áudio. Viramos um podcast! Fico feliz em anunciar isso… Nossos primeiros convidados são amigos e hoje moram em São Paulo. Ela é do Rio, ele de Castanhal, no Pará. Além da música, a vida  uniu essas duas delícias: Jaloo e Mahmundi, que na certidão de nascimento são, respectivamente, Jaime Melo e Marcela Vale.

Quem divide a bancada comigo é Victor Albuquerque (que já está escalado para o elenco fixo!) e o Luis Coutinho, um dos editores do blog, que tem uma banda chamada Falso Coral. Entre outros assuntos, abordamos a maldição do segundo álbum, aponta qual deles é #arianator (fã de Ariana Grande)… Levantamos polêmicas sobre o nome de um museu de São Paulo… E qual foi a lição que a Mahmundi aprendeu com o pai da Juliana Paes.

img_4715-1Nesta primeira edição, a gente falou bastante… Vamos encurtar para as próximas! Só pra vocês entenderem a dinâmica deste primeiro programa: no primeiro bloco, a gente fala de música, no segundo tem o quadro Caderno de Perguntas, que eles respondem coisas bobas, inspirados por aquela febre dos anos 90/00!

No terceiro bloco, Jaloo se vinga do Disclosure, e diz se ouve ou não a música dos irmãos-gatos. Eles ainda participam do quadro “Como assim, você nunca?”, que aponta lugares de São Paulo e eles têm de dizer se já foram ou não. E terminamos com as rapidinhas: coisas do tipo Xuxa, Mara ou Angélica… Play!

PS: A gente fala um monte de marca, mas o podcast não é patrocinado! Muito menos a foto ao lado, tá? Era só o que a gente tava servindo pra curar a ressaca da Mahmundi! <3

Um vídeo publicado por Aos Cubos (@aoscubos) em

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Em algum momento, falei sobre uma plataforma que traduz músicas para x línguas em diferentes países. O nome é Lyric Find. Procure saber!

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"Gemer só de prazer", afirma Elza Soares, que lança vinil

Elza Soares está com a agenda cheia. No fim do mês, sobe ao palco do Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiro, para o lançamento da versão em vinil de “A Mulher do Fim do Mundo”. Serão três shows, nos dias 27, 28 e 29 de outubro. Em um deles, Liniker participará da faixa “Benedita”, originalmente cantada pelo cantor Rubi.

Com duas indicações ao Grammy Latino, a cantora septuagenária deve aterrissar em Las Vegas para receber os possíveis gramofones em 18 de novembro. Ela faz mistério ainda sobre uma suposta apresentação: “Ainda não sei, cara. Fico até emocionada”. Mas se pintasse o convite, iria na hora. “Cantaria ‘Maria da Vila Matilde’. Essa música faz parte da liberdade às mulheres, do sufoco ao sofrer calada dentro de casa. Tudo a ver com gritar. Gemer, só de prazer”.

“A Mulher do Fim do Mundo” concorre ao prêmio deMelhor Álbum de Música Popular Brasileira na premiação, e a faixa “Maria da Vila Matilde” pode receber o título deMelhor Canção em Língua Portuguesa. “Coisa maravilhosa. foi muito bom”, explica ela sobre as indicações. “Quando estava em estúdio, pensava em fazer um disco com minhas músicas de luta, não esperava um sucesso tão grande como está sendo”.

A canceriana de 79 anos também está com o passaporte carimbado para uma série de apresentações no exterior: Alemanha (10.11), o festival Le Guess Who?, em Utrecht, nos Países Baixos (em 12.11), e Londres (13.11). “Quando artista vem lá de fora pra cá, não muda nada. Então, não tinha porque mudar (o setlist)”, afirma.

Também já está tudo arranjado para que ela grave um DVD dessa turnê, na comunidade de Centre Ville, em Santo André. “É muito bom você escolher uma comunidade pobre, que precisa. Quando você chega lá com a música, é muito bom”. O show vai levar 15 artistas para o maior palco de todos que já pisou, com diferentes participações especiais .

Como sempre foi uma artista à frente de seu tempo, Elza acredita na força da mulher e na igualdade de gêneros há tempos. Dos artistas novos, sem querer puxar sardinha para um lado, mas depois de muito pressionada, solta: “Tenho medo de escolher e cometer uma gafe. Todo mundo busca um caminho. Uns com mais força, é absurdo. Gosto da Karol Conka, acho ela uma gracinha”, pontua.

SHOW EM SP
Nos três shows de São Paulo, no fim do mês, um deles terá a participação de Liniker, que já é grande coisa por toda sua representatividade. Sobre as questões de gênero, levantadas pelo artista no início da carreira – ao usar roupas femininas, batom e um discurso desconstruído -, Elza acho natural. “Cada um faz o que quer da vida, ninguém tem que se meter, a vida é sua”. Ela diz que ouviu algumas vezes sua música e ficou apaixonada, então surgiu o convite. “Foi uma escolha bem feliz”.

Com direção-geral de Guilherme Kastrup, o espetáculo traz a cantora sentada em um trono metálico em meio a um cenário cercado por mil sacos plásticos de lixo, na concepção de Anna Turra, que assina o cenário, a luz e as projeções. Elza contracena com o naipe de metais doBixiga 70, além dos cantores Rodrigo Campos e Rubi. A banda é composta por Kiko Dinucci, Marcelo Cabral, Rodrigo Campos, Guilherme Kastrup eDaLua.


SERVIÇO
ELZA SOARES – LANÇAMENTO DO VINIL “A MULHER DO FIM DO MUNDO”
Dias 27, 28 e 29 de outubro (quinta-feira a sábado), às 21h, no Teatro Paulo Autran (1.010 lugares)
Duração: 90 minutos; Classificação: Não recomendado para menores de 10 anos.
Ingressos: R$ 60,00 (inteira). R$ 30,00 (meia entrada). R$ 18,00 (credencial plena do Sesc).
Ingressos à venda online, em www.sescsp.org.br, a partir de 18/10, às 19h, e nas bilheterias das unidades do SescSP a partir de 19/10, às 17h30.

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