“Essa geração de mulheres está revolucionando o rap”, afirma Tássia Reis

Tássia Reis é a convidada do podcast número 43, que foi ao ar na última terça-feira (28.11). Workaholic, ela fala música (carreira solo e a parceria com o coletivo Rimas e Melodias), moda e mais com um forte discurso de empoderamento.”Essa geração de mulheres está revolucionando o rap. É muito louco… Os caras nem iam nos shows, estão começando e querendo entender um pouco. E estão indo porque a namorada gosta”, explica. Para ela, agora só falta tratar o gênero musical sem o “feminino” como complemento.

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Castello Branco diz: "amar não é um ato, mas manifestação de existência"

Lucas Domênico Castello Branco Gallo, ou apenas Castello Branco, é o convidado do podcast Aos Cubos, no ar nesta terça-feira (07.11). O cantor carioca relembrou dos tempos de monastério (comunidade isolada do restante do mundo), de não conversar coisas sérias sobre mensagem e que seu apelido entre amigos é Carlinha, uma drag bem longe de RuPaul’s Drag Race: mas boa em capinar, fazer aceiro e limpar o estábulo. Além da música, trabalhou com produção de eventos… E, por enquanto, acredita que não tem nada que os selos poderiam fazer por ele que ele não conseguisse conquistar solo.

Em outro momento, falou sobre amor (sem os estereótipos formados pela nossa sociedade): “Não acho que seja um ato, mas uma manifestação de existência. Uma frequência que você sintoniza”. Play!

Em atualização…

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Participam desta edição do podcast: André Aloi, Luis Bemti e Juh de Oliveira. Foto do destaque, na home: André Hawk/Divulgação.
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Manu Gavassi sobre livro inspirado em diários: "só mudei os nomes"

Manu Gavassi é a convidada do podcast número 39, que foi ao ar nesta terça-feira (31.10), especial de Halloween. A atriz e cantora aproveitou a oportunidade para falar sobre o lançamento de seu primeiro livro, “Olá, Caderno” (Rocco, editora de J.K. Rowling e Thalita Rebouças), inspirado nos diários que ela escreveu a vida toda. “Eles eram engraçadíssimos, tenho registro de tudo. Desde criança, quando tinha 6 anos, até os 17 anos, quando estava começando a trabalhar. Estávamos lendo um dia com a família e minha mãe falou: ‘publica isso’ e disse que nem ferrando, pois tenho limites”, recorda.

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Sarah Oliveira afirma que se meteu em briga por causa de Ryan Gosling

Sarah Oliveira comentou no podcast Aos Cubos, divulgado nesta terça-feira (10.10), que que se exaltou em uma discussão por causa de Ryan Gosling. Na entrevista, a apresentadora do “Minha Canção”, da rádio Eldorado, ainda relembrou os áureos tempos da MTV Brasil – de quando foi almoçar com Britney Spears e Justin Timberlake – a relação com os filhos e sua briga com o relógio pelas manhãs. Para ela, até o programa “Encontro com Fátima Bernardes” (que vai ao ar às 10h50, na Globo) é muito cedo.

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“Estou aberta a errar”, diz Lorelay Fox em papo com Maicon Santini

Lorelay Fox e Maicon Santini são os convidados do podcast Aos Cubos, lançado nesta terça-feira (12.09). A youtuber ‘conselheira’ do programa “Amor e Sexo”, da TV Globo, e dona do canal “Para Tudo” sempre se posiciona de forma coerente frente a assuntos polêmicos. “Quero estar aberto aos meus erros. Vejo vídeos do meu início e tem coisas que não falaria hoje em dia”, argumenta Danilo Dabague, que vive a drag queen cujo personagem recebe muitas mensagens de gente falando que seus vídeos servem de material de apoio em escolas. No entanto, estuda lançar um livro sobre a temática.

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Wanessa Camargo: "Posso cantar na boate e no rodeio e está tudo certo"

Wanessa Camargo nega quem diz que ela abandonou o pop para fazer sertanejo. Ela gosta mesmo é de fazer música, seja ela de bater o cabelo na boate ou para curtir uma moda de viola – ao estilo que cresceu ouvindo em casa, graças ao seu pai, Zezé Di Camargo, da dupla com Luciano. “Posso estar na boate e daqui a pouco no rodeio e está tudo certo. Onde me chamarem para tocar minha música, eu vou”, argumenta. Ela é a convidada do podcast Aos Cubos, no ar nesta terça-feira (05.09), onde também fala sobre seu trabalho como embaixadora do programa das Nações Unidas no combate à AIDS (Unaids, leia mais ao fim).

Com o trabalho de divulgação de 33″ (Som Livre) encerrado, a cantora deve lançar um novo single – de material inédito (ainda em escolha de repertório, sem ser um álbum) – até o fim do ano, que ainda não tem nome. “Meu trabalho sempre vai ter pop, eu também sou. Pop é popular. Hoje, essa linha de definição musical não existe. A linha está muito misturada. Tenho músicas no ’33’ que não são sertanejas. Mas, como tem que colocar em um rótulo/prateleira, está lá. Um trabalho pode ser várias coisas”.

Wanessa afirma que adoraria gravar com Rita Lee, Ana Carolina ou Marisa Monte. “Com a Sandy seria muito legal fazer alguma coisa um dia. Tem tanta mulher incrível. Adoro a Anitta (inclusive, em outro momento, ela falou sobre carreira internacional. Vale ouvir!). Eu gosto de todo mundo. Parceria você tem sempre a ganhar. Mas aquela que vai bater no coração, seria Madonna. Com essa, falaria: posso morrer amanhã”. Por falar nela, cantora lembrou a vez em que conheceu sua maior fonte de inspiração. “Gelei, ridícula. Só consegui falar ‘como você está?’. Ai que raiva. A gente ensaia tanta coisa pra falar pra pessoa, chega perto e trava”. Ela também disse que já sonhou que era amiga de Britney Spears e até ajudou a pseudo-amiga. “Calma, vai dar tudo certo”, brinca, lembrando da fase tensa da princesinha do pop, nos idos de 2007.

Parte da geração “Jovens Tardes” – se você é novinho, dá um Google nesse extinto programa da TV Globo -, ela adora ter feito parte dessa era na música. Mas, se pudesse escolher um squad internacional, adoraria ser do grupo de Alanis Morissette. “Não sei porque, mas sou louca nela. Shania Twain, essa galera. Amo a Mariah, mas não sei se faria parte da turma dela, não consigo imaginar. Talvez estivesse abanando ela, como um súdito”, ri. No entanto, compartilha da mesma opinião da vida: “por que eu vou comer sentada, se posso comer deitada?” Wanessa complementa: “Eu como muito deitada, tanto que estou tratando de refluxo. Você não sabe o quanto eu gosto de comer deitada”, gargalha Wanessa.

A cantora adoraria ter um programa na TV, desde que viesse acompanhado de música ao vivo. “Estou achando tão fraquinha a TV, falta qualidade e preparo para receber (performances ao vivo). Eu queria ver mais”, reforça. Wanessa mãe, em casa e na cozinha – e quais receitas sabe fazer – também são temas do nosso papo. Ela participou dos quadros “Perguntas Esdrúxulas, Caderno de Perguntas e Rapidinhas”, além de responder sobre vida pessoal, fama e carreira.

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Embaixadora da Unaids (próximo de 1h17)
Wanessa usa sua fama para levar conscientização e informação às pessoas sobre a Aids (síndrome de imunodeficiência adquirida), espaço pequeno em sua visão. “”Não são todas as mídias que tocam no assunto. A gente tem um desafio muito grande, que é conscientização e empoderamento para o jovem sobre sua vida sexual, de forma saudável e consciente”. A ideia é ainda quebrar os preconceitos e levar informação contra a discriminação contra os portadores do vírus HIV. “A pessoa que se trata direitinho consegue chegar à uma carga viral quase indetectável”, informa. O programa das Nações Unidas foi criado em 1996 e sua função é criar soluções e ajudar os países no combate à AIDS.

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Participam deste podcast: André AloiVictor Albuquerque e Luís Bemti
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Fernanda Souza transfere programa pra SP e pensa em canal no YouTube

Vão se passar praticamente 8 meses entre o fim da segunda temporada de “Vai, Fernandinha”, no Multishow, até que os novos episódios do programa de Fernanda Souza fiquem prontos. A terceira está prevista para estrear apenas em abril de 2018 e será gravada em São Paulo, diferente das duas no Rio de Janeiro. A produção busca agora casa com o skyline paulistano, mas com uma difícil tarefa: não ser rota de aviões. Entre os convidados-desejo estão pessoas que não conseguiram agenda anteriormente, como Claudia Raia, Bruna Marquezine, Marília Gabriela, Taís Araújo e Lázaro Ramos.

Para continuar “dando conteúdo para as pessoas”, Fernanda  pensa em ter um canal no YouTube. A atriz e apresentadora é a convidada do 27º episódio do podcast Aos Cubos, que vai ao ar excepcionalmente nesta quarta (09.08). “Já tinha essa ideia (há um tempo), mas achei que fosse rolar televisão, e foquei porque TV exige uma demanda muito grande de energia, e aí concilio o canal, porque sabia que a televisão seria algo temporário, e o canal é pra vida inteira”, explica.

“Comecei a gravar alguns vídeos. Foi a primeira vez que gravei para o meu canal. É muito diferente porque, quando você está no do outro, enquanto ele conduz, você fica fazendo fuleragem. Quando é seu você tem que produzir, pensar, falar. Mas achei muito gostoso”, ri. Entre os convidados de seu novo projeto estão na mira: Maísa Silva, LubaTaciele Albolea, Felipe Neto, entre outros. Internacionalmente, ela tem o sonho de conversar com Britney Spears (a quem ela chama carinhosamente de Neyde) e Shakira.

Ela não adianta uma data para a estreia, pois se diz muito pragmática. “Eu sou uma pessoa que quando quer fazer as coisas, penso até queimar… não é superprodução, mas não é uma câmera minha, que ligo e boto um abajur. Venho de televisão, gosto de ver algo parecido com aquilo que cresci vendo e fazendo. Mas estou sentindo o que quero. Já estou fazendo alguns vídeos, edito com uma pessoa depois outra”. Em um dos quadros, Fernanda colocou a sobrinha Isabeli, de 5 anos, para cozinhar nuggets. “Quase deu tudo errado”, ri de seu desastre na cozinha.

Ainda no programa, Fernanda relembrou os tempos de “Chiquititas” (quando viveu a Mili, no SBT), contou sobre traumas de infância – como o fato de ela nunca ter conseguido aprender a falar inglês – e os desenhos animados favoritos de sua época. Também participou dos quadros “Perguntas Exdrúxulas”, “Caderno de Perguntas” e “Rapidinhas”, falando sobre não ser uma pessoa muito boa com tecnologia (ela descobriu o Sarahah com a gente, e se mandou um recado). De volta a São Paulo, onde mora atualmente, ela conta como resolveu a mudança com Thiago André, o Thiaguinho, seu marido.

Na capital paulista, ela está em cartaz com o espetáculo “Meu Passado Não Me Condena”, onde conta – por meio de histórias irreverentes – os bastidores da vida de atriz. Ah, e ela brinca: “não é biografia, não tenho idade pra isso”. A peça está em cartaz no Teatro das Artes, no shopping Eldorado, às sextas (21h30), sábados (21h) e domingos (20h) até 24 de setembro. Ingressos variam de R$ 80 a R$ 90, dependendo da data. Compre aqui o seu!

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Participam deste podcast: André Aloi e Victor Albuquerque
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"TV não é um indicador de sucesso", afirmam membros do Vanguart

Fernanda Kostchak e Helio Flanders, respectivamente violino e vocal da banda Vanguart, são os convidados do podcast Aos Cubos neste ultimo episódio que antecede as férias. A segunda temporada segue a partir de agosto, sempre às terças, às 15h33 (seja na plataforma Podcasts, da Apple, seja no Soundcloud e nos programas que indexam o .RSS do programa). O grupo acaba de lançar “Beijo Estranho” (produzido por Rafael Ramos, cuja capa é assinada por Juan Pablo Mapeto), primeiro depois de “Muito Mais Que o Amor”, de 2013, e tem muito a dizer.

“Viemos do independente e não conseguiríamos trabalhar de outra forma. Sempre fomos ativos nos projetos e sempre soubemos por onde tinhamos de ir (e até falando de mercado). Precisamos estar in loco, vendo e sentindo as coisas. Eu preciso sair para ver shows de bandas novas”, explica Flanders sobre sua visão da cena atual – e muito se reflete dessa década morando em SP. “O nosso público é maravilhoso porque já veio dessa desconstrução da mídia televisiva, internet e outras coisas. É um público que escreve, valoriza texto, fotografias, desenhos… Eles vão ficar muito felizes em nos ver na TV, mas não é um indicador de sucesso”, complementa Fernanda.

“Acho que é o melhor momento, estamos superflelizes com o álbum. É um marco na discografia, primeiro disco aos 30”, reforça Flanders. Eles afirmam que acompanham críticas, sejam elas de shows ou de disco. “Se desagradar, ou incomoda, servem (como lição, se você se identificar). Se aquilo incomodar é simplesmente para você saber que existe também essa opinião. Ninguém é obrigado (a nada), essa pessoa pensa dessa maneira e resolveu expressar. Não acredito que existam críticas venenosas. Pode até doer, mas não foi premeditad, pra te detonar”, afirma ela.

“Lembro de uma crítica maldosa, na época do primeiro disco. A gente, por habitar um lugar menor, as críticas são mais de release ou se aqueles que se debruçam sobre o trabalho. Existe uma fatia pequena ainda no jornalismo que é vaidosa e vai ao pitoresco e na polêmica e procurar coisas”, pontua Flanders. Eles falaram ainda sobre a segurança de compor em grupo (devido à intimidade que eles já têm), dos percalços para gravar um clipe e a turnê, que segue a todo o vapor. Depois da estreia em São Paulo, ganham o Brasil. Deve ter depeteco na capital paulista em agosto, mas Cuiabá está nos planos. Aguardem!

A entrevista encerra com a clássica pergunta: o que vocês gostariam de responder que não perguntamos. Hélio é rápido: “começaria tudo outra vez?”. E a resposta, em forma de música: “Começaria tudo outra vez. Se preciso fosse, meu amor. A chama em meu peito. Ainda queima, saiba”, exclama os versos de Gonzaguinha. Dê o play e até agosto!

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Participam deste podcast: André AloiVictor Albuquerque, Luís Bemti e Thyago Furtado.

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Milkshake: "Moda não está aqui para te oprimir", diz Dudu Bertholini

Festival que celebra a diversidade, o Milkshake acontece nesta sexta-feira (14.06), em São Paulo. O local escolhido é uma área de eventos que engloba um quarteirão na Barra Funda. Para falar sobre a ideia do evento que acontece no fim de semana da Parada LGBT paulistana, conversamos com o diretor criativo das performances, Dudu Bertholini, e um dos organizadores da B.Fun, Beto Cintra, que traz o festival holandês pela primeira vez ao País. No quadro Rapidinhas, quem participa é a cantora Kelly Key.

Segundo Bertholini, o festival é super bubble plastic colorido com foco no público LGBTQ, mas que abraça contradições e todas as cores possíveis. “A moda tem que servir para você ser livre, ser a melhor versão de você mesmo e não atender a padrões que você não é. A moda não está aqui para te oprimir, mas pra te libertar”, defende. “Um festival como o Milkshake celebra a todos: grandes nomes até os mais novos. Eu amo essa democracia. Se o Brasil e São Paulo têm algo a oferecer é essa diversidade. A gente traz um guide holandês para dar um tempero nosso”.

Para ele, o maior desafio foi fazer o styling de um palco – que vai performar das 18h até as 5 da madrugada. “O mais legal do Milkshake é que ele é um festival pautado em montação. A maior decoração são os performers ao vivo. Eu amo isso do festival porque ele privilegia os estilos individuais e diversidade”. Ele criou 30 figurinos exclusivos, onde 20 drags e mais o balé do Amor & Sexo vão performar. “A gente está vestindo 45 pessoas para decorar um palco por 12 horas. Vai ser fantástico”, comemora.

Antes de celebrar, o Milkshake tem um statement de inclusão de diversidade, mesclar os grupos da cena gay, que pouco se misturam tanto na noite. Nas palavras de Beto Cintra, as festas são muito nichadas e existe muito preconceito dentro do próprio universo LGBTQ. “Era um jeito de trazer todo mundo junto na mesma ideia, a gente ficou muito empolgado com a história”. Sobre a mudança de local (antes, aconteceria em Interlagos), ele afirma que era uma ideia antes do autódromo. “Era (o lugar) onde a gente conseguiria trazer para mais perto do metrô e com a mesma capacidade”, reforça, explicando que a organização teve muitas reclamações devido à distância da antiga venue.

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LINE-UP
Principais atrações do palco Live, que tem como convidada de honra Fernanda Lima (e o balé do Amor & Sexo), são: Jaloo (18h), Lia Clark (19h), Dream Team do Passinho (20h), Batekoo + Linn da Quebrada (21h), Hercules & Love Affair (22h30), Banda Uó (23h45), Karol Conká (1h15), Boss in Drama (2h15), Pabllo Vittar (2h30) e Bloco da Preta (4h). As festas no Trio Elétrico Stage começam às 16h, com Domingo Ela Não Vai. Passam por lá ainda Minhoqueens (17h), Agrada Gregos (18h), Meu Santo É Pop (19h), com destaque ainda para concurso de bate cabelo com Ellen milgrau (da MTV). Ingressos a partir de R$ 100, no site EventBrite.

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TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/fbrsel – Rômulo Neto disse que Anitta ‘não é o perfil para casar’.

https://goo.gl/gpuaqp – Em menos de 24h, a Globo exibiu dois momentos diferentes em que o apresentador Pedro Bial deu uma sarrada no ar.

https://goo.gl/7d21jm – Por falar em Ana Maria (sócia do top ou flop, né?), ela apareceu na TV com um novo penteado. Como a internet não perdoa, todo mundo comparou o corte com o do cantor Supla. O que aconteceu uns dias depois? Ela chamou o papito pra participar do seu programa

https://goo.gl/a1xx62 – Taylor Swift vendeu mais de 100 milhões de músicas e ganhou uma certificação do RIAA (associação da indústria da música nos Estados Unidos). Em comemoração, disponibilizou o seu catálogo em todos os serviços de streaming.

Vamos falar de coisa boa?
Doritos lançou uma campanha junto a Casa1, que é uma casa que fica no centro de são paulo, que abriga jovens homossexuais que são expulsos ou precisam sair de casa. quem fizer uma doação mínima de um Vanessão, ou seja, vinte reais, recebe em casa uma unidade de Doritos Rainbow e uma bandeira do ogulho LGBT original. Só acessar kickante.com.br/campanhas/doritos-rainbow

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Foto de abertura do site Got U. Foi clicada na festa Avec Elegance, em abril.

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“As pessoas romantizam as relações abusivas”, afirma Johnny Hooker

Johnny Hooker está prestes a lançar disco ainda sem nome (apesar de na internet já anunciar como “Corpo Fechado”), o que deve acontecer no início da próximo semestre. Com participações de Liniker e Gaby Amarantos, relacionamentos abusivos são a tônica do novo trabalho do cantor recifense. “Quero levantar a bandeira com esse (trabalho) porque as pessoas romantizam as relações abusivas, quero que elas procurem ajuda para renascer, enfrentar as depressões. Enfim, as barras que elas passam na vida. Este disco é sobre renascer, sobre o sol, meu lado mais leonino. É a vontade de renascer e brilhar e sair dali mais fortalecido”.

Ele é o convidado do podcast Aos Cubos neste 22º programa, décimo da segunda temporada, que estreou na terça-feira (06.06), nas plataformas Podcasts, da Apple, e Soundcloud. Ouça:

Liniker e Almério farão shows com Hooker no Rock in Rio na noite de Justin Timberlake e Alicia Keys (17 de setembro). Ele aproveitou a proximidade com a primeira artista para compor uma canção que fala sobre a coragem de amar sem temer (trocadinho que brinca também com o #ForaTemer). “Comecei a observar, nos cinemas, casais gays bem novinhos de mão dada, se beijando (lá no Rio)”, explica sobre esse blues chamado “Flutua” – cujo clipe estreará depois desse “tapa” no RiR. Rainha do tecnobrega, Gaby Amarantos participa em outra faixa com tempero do Pará.

O cantor está no processo de se recuperar da depressão, mas espera que o carinho dos fãs durante a turnê que se aproxima seja força motriz para tirá-lo deste estado. A frase que aprendeu com a avó: “firme e forte feito um touro” está tatuada em seu punho e o ajuda a erguer a cabeça. “Estava sofrendo muito e agora que estou percebendo o que fiz. Às vezes a vida é assim… Apesar de sofrer, fiz o que eu queria”, explica sobre o disco produzido por Leo D, que já trabalhou com Mombojó e Nação Zumbi e no disco anterior de Hooker.

O disco já está gravado, passa por mixagem e masterização, e deve chegar ao público de forma repentina em algum momento do segundo semestre. “Está bem diferente do primeiro, queria trazer para um lugar menos rock ‘n’ roll e agressivo, mas para um lugar do cancioneiro clássico. O primeiro é muito escorpiano, as fases de um relacionamento do luto à superação. Este é mais um renascimento, o que estou passando. Fala tanto do pessoal, como o macro, do momento que o País está passando. Digo que são canções para sobreviver ao fim do mundo”, adianta.

Hooker acredita que a cada dia que passa já deu a hora de subir os créditos, como se fosse o fim de um filme. O disco também reflete o momento que passou há pouco, de enfrentar o fim de um relacionamento que ele taxa como abusivo. “Querer que as pessoas falem sobre isso, denunciem e falem abertamente sobre isso, que não deixem o abusador impune”. Inclusive, o primeiro clipe do disco vai falar exatamente sobre o tema, com divulgação de grupos de ajuda, de incentivar a procura por ajuda, entre outros.

A pergunta mais recorrente que ele tem de responder na vida é se ele já fez macumba para alguém e as pessoas cismam em perguntar sobre Ney Matogrosso, como se fosse alguém íntimo (devido à semelhança entre os estilos). “Deve estar bem, aí, fazendo shows. As pessoas não aceitam que ele não foi uma influência direta do meu trabalho. Claro, ele é incrível e icônico, mas não é (referência). Tá ali no panteão dos ídolos, mas o que sempre ouvi Madonna e minha mãe sempre foi apaixonada por David Bowie, tinha todos os discos e um VHS de Ziggy. E música brasileira, Caetano (Veloso)”. Para ele, Caê é o maior compositor brasileiro vivo.

O cantor ainda fala sobre suas participações em diversos projetos audiovisuais, como o no filme “Berenice Procura”, de Flavia Lacerda, e o programa “Subversão”, com Zelia Duncan, cuja temporada está prevista para 2018.

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TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/fcpoid – As indiretas de Anitta no Twitter deixaram os fãs preocupados. A suspeita é de que a cantora e Maluma tenham se desentendido… O que será que aconteceu? Usar as redes sociais para lavar a roupa suja: top ou flop?

https://goo.gl/4mtfhg – A fotógrafa Laura Sodsworth acaba de lançar o livro “In Manhood: the Bare Reality”, em que explora o conceito da masculinidade. para o projeto, ela fotografou 100 homens e seus pênis. Nudez masculina como tabu: top ou flop?

https://goo.gl/74tiwm – Ariana Grande arrecada mais de r$ 40 milhões com show beneficente em manchester. a renda foi doada para famílias das vítimas e para sobreviventes que sofreram com um ataque terrorista que deixou 22 mortos no início de maio. o show durou três horas e teve participação de Coldplay, Katy Perry, Miley Cyrus, Justin Bieber, Pharrel Williams e mais.

https://goo.gl/G8iZ18 – Ariana Grande ainda rende outro top ou flop: depois de inventar uma nova dupla chamada simone e maraira, a apresentadora do ‘mais você’ atacou novamente. na manhã desta segunda-feira, ela chamou a cantora de  Adriana Grande ao comentar o show #onelovemanchester.

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