10 músicas para você curtir no inverno

O inverno chegou e pra mim pelo menos é a época mais esperada do ano, adoro chegar em casa, tomar um banho quente, pegar uma caneca grande de chocolate e deitar para ouvir umas músicas e relaxar bastante. Então listei minhas dez músicas favoritas do momento pra , quem sabe, você tenta fazer o mesmo que eu e aproveitar cada segundo da melhor época do ano. Ah, e a ordem não altera em nada os gostos e preferidos.

Cigana – Stars

Jack Johnson – Banana Pancakes

Mimicat – Tell me why

Dionne Bromfield – Mama Said

Amy Winehouse – Love is a losing game (Live)

Jesuton – I’ll never love this way again

Gin – Furacão

Sam Smith – Lay me down

Aloe Blacc – I need a dollar (Live)

William Fitzsimmons – Better (Live)

 

As bandas Gin e Cigana, são duas bandas de amigos meus, não é puxação de saco, até porque existem outros amigos meus que tem bandas, porem essas duas eu me identifico de verdade, vale a pena ouvir o som deles, se vocês curtirem ouvir mais musicas no inverno deixe nos comentários quais suas escolhas pra relaxar nessa estação.

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Com CD novo, The Sonics se apresenta pela 1ª vez em SP: “ansiosos”

dusty-watson-the-sonics-interna-entrevista-aoscubosA banda que é considerada o pai do grunge e serviu de inspiração para inúmeras bandas, The Sonics se apresenta pela primeira vez no Brasil nesta quinta-feira (05.03), em São Paulo. O grupo está praticamente desde 1967 sem lançar nada novo e o próximo álbum  “This Is The Sonics” chega às lojas no fim do mês pelo selo Revox, deles próprios.

Eu estive, nesta quarta (04.03), com o baterista Dusty Watson (ex-Kingsmen e Dick Dale), que adiantou que o setlist vai usar parte do que vinham apresentando na turnê americana, no ano passado. “Nesse show, queremos tocar muito das músicas antigas, claro que os hits, que são seis ou sete músicas dos anos 60 que todo mundo conhece. E ainda algumas faixas do novo CD, então é muito entusiasmante para a gente”.

O grupo veio ao País a convite da marca de roupas Levi’s, que queria fazer um grande acontecimento para celebrar o lançamento do modelo customizado da calça clássica 501.“Ter a oportunidade de vir para cá (São Paulo), é maravilhoso. E ter alguém por trás, como a Levi’s, é o casamento perfeito. Então estamos muito ansiosos. Nunca estivemos aqui antes. Todo mundo tem tratado a gente muito bem”.

Na noite em que chegaram ao Brasil (terça, 03.03), parte da banda foi jantar no restaurante Ramona, na região central da capital paulista, e ainda passou pelo bar Mandíbula, na Galeria Metrópole, para beber uns drinks. “Todo mundo foi à loucura, pediam para tirar fotos, agradeciam por termos vindo. Todo mundo foi muito cortês”.Eles estão apaixonados pelo churrasco brasileiro tanto que, depois da conversa, a trupe saiu novamente para jantar. E queriam o quê? Churrasco, claro.

NOVO CD
Sem o rock da década que catapultou The Sonics ao estrelato, o indie, o grunge e outros ritmos, como o punk, talvez não tivessem surgido. Mas é interessante saber que Black Keys e Jackie White hoje servem de inspiração para os sexagenários. “Tudo o que eles (Black Keys) fazem é inacreditável e muitas outras bandas que vêm surgindo. O próprio Jackie White, sua pegada é fantástica. Estou sempre sendo inspirado, não necessariamente pelas letras, afinal sou baterista, mas eu gosto do som, de produção”, expõe.

O CD que será lançado no dia 31 de março começou a ser pensado e tocado na sala da casa de Larry (Parypa, guitarra e voz), em Seatle, e demorou cinco dias para ser gravado em estúdio. A banda se juntou aos produtores Jack Endino (Nirvana, Mudhoney e todos os grupos do nordeste americano) e Jim Diamond (White Stripes, The Dirtbombs etc.), que resolveram gravar tudo como se fosse ao vivo, em mono. Bem oldschool!

O primeiro single “Bad Betty” fala de uma garota na garupa de uma motocicleta que circula pela cidade causando problema. “Gostamos disso”, argumenta. Entre outras faixas, o CD tem “Be a Woman”: “ainda estamos maravilhados pelas mulheres. Não somos tão velhos assim”. No processo de gravação, usaram microfones antigos, deixaram as portas abertas, e a maioria das músicas foi feita em apenas um take.

“Algumas faixas não sabíamos como iríamos gravar até entrar em estúdio. Uma delas, inclusive, fizemos toda no estúdio. Freddie Dennis (baixo) foi para casa, e no dia seguinte estava com a letra e cantou. Gerry Roslie(piano, vocal principal) também fez isso, ainda estava compondo as músicas. Tudo foi muito espontâneo. A tecnologia teria feito diferença, mas optamos por deixar a coisa mais oldschool. Nosso produtor dizia: ‘toquem como se vocês tivessem 15 anos. Não compliquem as coisas’. É o velho e simples rock ‘n’ roll”.

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Jake Bugg fascina, mas não empolga totalmente em SP

Jake Bugg fez show no Citibank Hall, em São Paulo, na última quinta-feira (27.11). Nosso colaborador, Raphael Lima, acompanhou a apresentação e conta como foi assistir a um show que o fascinou, mas não o deixou totalmente satisfeito. Entenda!

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Raphael Lima*, especial para o aos cubos

Ainda não sei o que pensar do show. Até agora, quando a apresentação fascinante que ele fez vem à minha cabeça, é impossível também não lembrar algumas coisas que não me deixaram (e também a muitos da plateia) totalmente satisfeito. Como todo bom britânico, o show começou quando o relógio cravou 21h30, pegando uma galera desprevenida que ainda estava batendo um papinho no hall da casa de shows.

Com um setlist recheado das músicas preferidas dos fãs, o rapaz foi conduzindo um espetáculo de talento e qualidade vocal, além de solos hipnotizantes de violão e guitarra. A grande maioria cantava todas as musicas do começo ao fim, até aquelas com as letras mais complicadas, como as animadas “Theres’s a beast and we all feed it”, “Slumville Sunrise” e “Lighting bolt”. As baladas foram o ponto alto da noite. Uníssono da plateia em “A song about love”, “Broken”, “Me and You” e a indescritível “Simple Pleasures” – na minha opinião a melhor da noite .

Os vocais, de tão limpos, pareciam tirados do próprio CD. Isso me incomoda um pouco. Artistas que não saem da zona de conforto tendem a fazer um show “boring”, e eu – pelo menos – vejo como a melhor parte de um show os novos arranjos e improvisos que os artistas procuram desenvolver. O menino é fera, pé no chão, sabe o que quer, canta e toca como ninguém da sua idade, tem um público cativo e fiel, mas seu show é EXATAMENTE como a gravação de estúdio.

No único momento em que ele tentou fazer uma coisa diferente (um acústico de “Broken”, seu maior sucesso), não deu certo . Não emocionou a plateia, faltou energia e vibração, a música mais esperada foi… chata. Para um show de uma hora e quinze, 45 minutos pareceram ter sido de “Broken”.

Ah! Bem lembrado. Quem sai da Inglaterra, atravessa o Atlântico, e faz um show de UMA HORA E QUINZE? Apesar de um show de muita qualidade e um talento indiscutível , Jake ainda precisa melhorar seu contato com o público e sua forma de interagir no palco. Não deu “oi”, não deu “tchau”, ensaiou um “thank you” bem tímido, fez um show curtíssimo. Foi embora sem fazer BIS, deixando os fãs com gostinho de quero mais.

Depois dessa invasão britânica no ultimo mês (Arctic, Paul e Jake), só posso chegar a uma conclusão: o talento de todos é indiscutível, mas acho que a simpatia ficou toda pro nosso querido ex-Beatle.

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*Raphael Lima é dentista e empresário, tem 33 anos, mora em São José dos Campos, e não encontra barreiras para ir atrás das bandas que gosta. Ele cursa “Show Business – Um Panorama do Entretenimento ao Vivo” na On Stage Lab, em São Paulo.
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Sob chuva, Paul McCartney faz show em tecla SAP em São Paulo

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Por André Aloi, especial para o Site RG (Fotos: Marcos Hermes/Divulgação)
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Paul McCartney se apresentou com tecla SAP (segundo programa de áudio) nesta terça-feira (25.11), no Allianz Parque, na zona oeste de São Paulo. O cantor se sentiu paulista e disparou frases em português enrolado, incluindo um “é nóis”. Foi o primeiro concerto, inaugurando o estádio do Palmeiras como arena de shows para um público (de todas as idades) de 45 mil pessoas, que assistiu à apresentação debaixo de chuva intermitente – ao menos quem estava nas pistas comum e premium.

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David Bisbal faz show para público apaixonado, em São Paulo

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Por André Aloi, especial para o Site RG (Fotos: Teca Lamboglia/HSBC Brasil)
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David Bisbal fez show neste domingo (23.11) para um público apaixonado, que lotou o HSBC Arena, em São Paulo. Apesar de a apresentação ter sido dividida em mesas, a plateia não se segurou na cadeira com o molejo do espanhol e avançou para a frente do palco. Muitas fãs tentaram subir para tirar uma casquinha do cantor, que dava um beijo e abraço antes de elas serem devolvidas à fila do gargarejo pela equipe de segurança. O concerto teve participações de Carlinhos Brown e do vencedor do “The Voice”, Sam Alves.

Nas primeiras músicas, os seguranças tentaram conter as pessoas, pedindo para que elas voltassem para seus lugares, mas do meio em diante já não dava mais.

Convidado especial, o próprio Carlinhos Brown – aliás, era seu aniversário e ganhou bolo e parabéns – pediu para que o público levantasse e o acompanhasse. Ele tocou “Tantinho”, com trecho em espanhol para Bisbal, e “Llorare Las Penas”. “O Brasil te quer. Bem-vindo ao Brasil, David Bisbal”, disparou Brown. A estrela da noite adiantou que ele o brasileiro farão um projeto musical juntos.

Outra participação foi a de Sam Alves, que – como RG adiantou – fez dueto com Bisbal em “Dígale”. Ao ser apresentado pelo espanhol, comentou: “Recebam com muito aplauso e carinho este cantor que está indo muito bem em seu primeiro ano como artista”. Alves confessou que estava um pouco nervoso ao dividir o palco com o colega internacional. O dueto terminou com Bisbal desejando “muita sorte” ao vencedor do reality. Afinal, ele também foi descoberto pelo reality “Operación Triunfo”, da Espanha. Atualmente, é coach do “La Voz” Espanha e México.

Com direito a créditos ao final, a apresentação seguiu ritmo de DVD até a última canção: entre uma e outra, esquetes eram passadas no telão. Preocupado com os brasileiros, os vídeos eram legendados em português. Os momentos eram divididos entre agitação total, com passos e rebolados, no mesmo compasso que ele cantava sobre o amor e a “princesa” dos sonhos em baladas lentas.

No bis, era nítido que ele não queria sair do palco. Naquele ritual clichê, recebeu uma bandeira do Brasil das mãos de uma fã e deu um beijo, dizendo: “Te quiero, Brasil”. Ao se despedir com “Diez Mil Maneras” – sua música mais famosa – demorou para cair a ficha. Foi de um lado ao outro por diversas vezes, batendo com a mão do lado esquerdo do peito e apontando para a plateia. Gesto que repetiu durante todo o show.

Se depender da vontade dele e do público, Bisbal volta em breve para outra tour. Quem sabe dessa vez com participação de Sandy, como ele mesmo falou que gostaria… Ela está na faixa “Hombre de Tu Vida”, do CD “Tú y Yo”, lançado pela Universal. A turnê segue agora para o Chile, onde ele se apresenta quinta (27.11), e Argentina (8.12).

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Opinião

O que se viu na plateia do show não foi apenas fãs apaixonados, que querem estar ao lado de seu ídolo a qualquer custo. Mas pessoas mal educadas, ou melhor, que não estão acostumados a frequentar apresentações ao vivo. A começar pelo dress code. Se o show é de um artista com repertório dançante e vez ou outra dá um respiro para uma balada, você precisa estar confortável para dançar (colado à sua mesa, no caso).

O que se viu foi um monte de engravatado e mulheres que puseram seu vestido mais chiquetoso para driblar, em seus saltos altos e poses, os seguranças que pediam a todo o momento para acalmarem a euforia.

O próprio David Bisbal chegou, em determinado, a pedir para que os fãs retornassem a seus postos. Em vão! Continuaram ali com seus smartphones registrando cada rebolada do espanhol. Quando saí do HSBC ainda presenciei uma briga de alcoolizados. Sério? Em pleno século XXI? Pois é… Daqui a pouco a gente vai precisar ter que pensar que bebida e shows não combinam… Aff, não quero nem pensar!

 

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Paul McCartney dá largada à semana lotada de shows em SP

15677989957_c19bd94b9f_hNunca antes na história deste país (de São Paulo, na verdade) uma semana foi tão bombada de shows como esta. Hoje (25.11) tem Paul McCartney no Allianz Parque com repeteco na quarta (26), dia também que se apresenta o duo Icona Pop no Cine Joia.

A semana segue na quinta (27) com Jake Bugg no Citibank Hall e por último, mas não menos importante, o Popload Festival (com The LumineersTame Impala e Cat Power), no Audio Club. Vamos aos serviços?

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David Bisbal: "conhecer o Brasil é sonho"; e quer cantar em português

ANDRÉ ALOI
Direto de São Paulo

David Bisbal chegou ao Brasil nesta sexta-feira (21.11), quando me recebeu em um luxuoso hotel na região do Brooklin, em São Paulo, para uma roundtable. Eu fui representando o Site RG (que você lê aqui) e o Aos Cubos. E o cantor espanhol falou sobre o sonho de vir ao Brasil, da vontade que tem de aprender português e das parcerias que fará no show de domingo (23), no HSBC Brasil, na capital paulista.

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Grammy Latino se perde nas línguas e debuta em clima de festa da firma

Você provavelmente já ouviu a expressão americana “Lost in Translation”. Tem até um filme da Sofia Coppola sobre o tema, com Bill Murray e Scarlett Johansson… Mas não é sobre o longa que quero falar, e sim sobre a 15ª edição do Grammy Latino, que rolou nesta quinta-feira (20), em Las Vegas, nos Estados Unidos. No abre, a foto de Gabriel Abaroa autal presidente e CEO Academia Latina de Artes, Gravações e Ciências  (LARAS), que representa o Latin Grammy Awards. 

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Ke$ha vem ao Brasil para única apresentação em janeiro de 2015

15168022793_9d2757623a_kMesmo sem estar em turnê e com apenas uma música nova na discografia, chamada “Lover” (lançada recentemente), a cantora Ke$ha vem a São Paulo em janeiro para única apresentação. Será dia 25 de janeiro de 2015, um domingo, no Citibank Hall. O show é uma produção da T4F. A última vinda dela ao País foi em 2011, quando fez show na extinto Via Funchal como parte da turnê “Get Sleazy”.

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Bergenfest: as inúmeras vantagens do festival mais tranquilo que já vi

Bergen16

[alert type=”info”]A introdução deste post você encontra na Popload.[/alert]

Vale a pena sair do país pra ver um festival de música? Após minha experiência no festival norueguês Bergenfest e como fã incondicional de música ao vivo eu digo um grande e retumbante sim. Foram tantas as vantagens que eu encontrei, que prefiro descrever nesse post apenas algumas diferenças que vivenciei e que eu ainda me lembro, e você decide quais são vantagens ou desvantagens pra você. Dentre centenas de festivais com line-ups mais ou menos parecidas, é questão de colocar na balança (e no papel) quanto de dinheiro você pode gastar, quais bandas você quer ver mais, e qual festival te dará mais oportunidades de realizar atividades fora dele, já que na minha opinião não vale muito a pena gastar toda sua grana pra perseguir uma line-up dos sonhos e acabar num campo enlameado no meio do nada com um começo de pneumonia, e com uma programação que certamente vai impedir você de ver tudo que quiser.

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