"Não quero sair do País por sair", afirma Cauã Reymond

Cauã Reymond acaba de voltar de férias! E está produzindo um filme, com Laís Bodansky (do renomado “Bicho de Sete Cabeças”), em que interpretará Dom Pedro I – ainda sem data de estreia. O ator diz já ter recebido alguns convites para trabalhar fora do Brasil, mas hoje em dia não se vê focado no mercado internacional, pois aqui está com gente do melhor calibre. “Fui amadurecendo e entendendo o que quero e o que não quero mais”, pontua.

Ir para os Estados Unidos ou algum outro país pra ficar, entrar numa série, “você fica envolvido muito tempo”, afirma ele, comentando que o contrato para um jovem ator lá fora prende – e muito. “Eu prefiro ver um desses meus projetos cruzando essa barreira do que sair do País por sair. Quero que um desses projetos chame a atenção. Se mais convites surgirem (para atuar), vou estar super aberto”.

Esses trabalhos a que se refere são como produtor ou como coprodutor. Cauã esteve por trás das câmeras em “Alemão” (de José Eduardo Belmonte, lançado em 2014), “Tim Maia” (de Mauro Lima, também do ano passado) e “Curva do Rio Sujo” (Felipe Bragança). Na TV Globo, emendou papeis como ator nas minisséries “Amores Roubados” e “O Caçador”, além da novela “A Regra do Jogo”. Também gravou a minissérie “Dois Irmãos”, que segue engavetada e não tem previsão de estreia.

Aqui no Brasil, ele explica que consegue manter uma vida tranquila e lida bem com o assédio no Rio de Janeiro, onde mora. “Eu paro e converso com os fãs. Se estou em uma ligação importante, deixo a pessoa saber. Acho que sou simpático por natureza, meu avô era assim. Isso foi muito importante na minha criação. Pra mim não é um grande desafio”.

Como começou jovem, se diz muito responsável com o que faz. “Sou criterioso com as pessoas com quem trabalho. O artista tem que ter uma relação legal com o público dele. Eu tento seguir meu instinto, sinto que sou muito bem assessorado. Levo meu trabalho muito a sério. Me preocupo, quero sempre apresentar um bom trabalho, e não só um trabalho em termos de dramaturgia”, avalia. “Tenho trabalhos que foram destaque, tanto de críticos, quanto de público. Como todas as carreiras, inclusive as mais geniais, sinto que eu venho conquistando um espaço sólido”.

E se pudesse dar um conselho para o Cauã de quando começou, na época de Mau Mau, da “Malhação”. Qual seria? “Continuar a levar a sério da mesma forma que faço hoje. Me sinto mais amadurecido, meu olhar através da experiência que conquistei é mais amplo. Consigo enxergar melhor as coisas. Mas tudo o que acontece hoje, eu já tinha desejava que acontecesse naquela época. Tentei subir degrau por degrau”.

Cauã acaba de voltar de férias com a namorada, a apresentadora Mariana Goldfarb. Estavam curtindo na África do Sul, segundo ele, e foi muito bom. “Eu surfei em Jeffreys Bay, que é conhecida como uma das maiores ondas,e foi onde teve o ataque àquele surfista (Mick Fanning) ano passado. Falaram para eu nunca entrar no mar sozinho, pois caso o tubarão me pegasse, teria 50% de chances para mim e pra outra pessoa. Dei sorte, peguei um mar bom. Fiz safáris e visitei parques nacionais”.


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NAS TELINHAS
Longe da TV desde “A Regra do Jogo”, Cauã Reymond voltará às telinhas no segundo semestre, na minissérie “Justiça”, provavelmente em agosto. Na trama, ele viverá par romântico com Marjorie Estiano. Dirigida por Mauro Mendonça Filho, mesmo diretor de “Amores Roubados”, será rodada em Recife (PE).

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siterg Por André Aloi, especial para o Site RG
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Samantha Schmütz estreia musical na TV: "Sem medo do que vão falar”

Samantha - Pop - Páprica Fotografia 2Quem acompanha com atenção a carreira de Samantha Schmütz sabe que ela nunca fez questão de esconder sua inclinação para a música. Em “Samantha Canta”, nome do novo programa do canal BIS, que estreia nesta quarta-feira (13.04), às 23h30, ela solta a voz sem fazer rir. Em três episódios, vai da Soul Music (uma ode aos artistas da Motown) ao Pop atual, além de prestar uma homenagem à Elis Regina, com participação do rapper Criolo. “Eu acho que o medo paralisa as pessoas. Eu não tenho medo nenhum do que as pessoas vão falar”, frisa.

Além de estar no ar na pele de Dorinha, na novela das 19h, “Totalmente Demais”, na TV Globo, ela volta a embarcar na nova temporada de “Vai Que Cola” (Multishow), que começa a ser gravada em maio, deve lançar um álbum até o fim do ano e está trabalhando para voltar aos palcos com um novo show ainda este semestre. Seu novo filme “Tô Ryca” (cuja estreia está programada para agosto) tem um cover inédito de “Don’t Stop Me Now”, do Queen, que ela gravou com exclusividade. Junto com o marido, Michael Cannet, também acaba de lançar a animação “Juninho Play e Família”, baseada em seu personagem de maior sucesso, que está disponível em seu canal no YouTube. Haja fôlego!

A artista acredita que o programa musical tenha ficado bem bonito. “Pode ter segunda, terceira temporadas. Amei. Foi feito com amor e qualidade. Eu supergosto de me ver e ouvir. Acho importante para você ver de fora, de um outro ponto de vista. Quando você está fazendo, está sob a ótica de dentro”, explica, dizendo que está aberta a propostas do canal pago para fazer um show baseado no repertório do programa do canal pago. “Quero achar o lugar legal pra fazer meu show. Não acho que seja teatro. Tipo, um lugar que seja para dançar e pra beber”, especula. Também está sendo estudada a possibilidade de as faixas entrarem em plataformas digitais.

Se não acontecer, ela mesma tem ideia de lançar um single autoral ainda este semestre, parte de um EP ou disco, com lançamento até o fim do ano. Por isso, explica referências: “Eu gosto muito de Black Music, Michael Jackson, que também tem uma coisa pop, Amy Winehouse, Nina Simone, Elis…”, enumera. Se há alguém vivo entre seu gosto, entre risos, citou: “Tem o Criolo, um artista que admiro muito. Faz música que tem conteúdo, letra para ser ouvida e não só balançar o corpo”. Ela disse que sempre foi fã dele, começou a ir em shows, e foram se aproximando por causa da Ivete Sangalo (quando fizeram série de shows em homenagem a Tim Maia). “Ele já conhecia meu trabalho da TV, e acho que ele curte o que faço, então tive essa ideia. Tinha muita vontade de trabalhar com ele porque é o exemplo de artista e o que me representa. Foi um sonho realizado”.

Foto: Divulgação

Ela tem uma banda, a Brasov, montada para seu extinto programa “Não Tá Fácil Pra Ninguém”, do Multishow: “foi um casamento super legal e a gente acabou seguindo em frente”. São eles que vão acompanhá-la nos shows. Mas ela também já fez parte de outras bandas – incluindo Mulheres Cantam Beatles (de Niterói), foi backing vocal do Serjão Loroza, já fez um trabalho com Donatinho (filho de João Donato) etc. “Já cantei em bar em violão e voz, andei bastante na música, mas uma coisa mais underground”, revela. Para o programa do BIS, músicos de São Paulo foram chamados para as gravações.

A atriz, humorista e cantora é também… compositora! “Eu já componho há muito tempo. Sempre fui muito ligada à arte, dança, cinema, TV, música. Não toco nenhum instrumento, mas componho. Nunca me senti preparada para colocar essas músicas para o público. Ainda estou aprimorando elas”, explica. “Tem várias: umas que falam de amor, outras da dificuldade do País e da situação política, que já vem de muito tempo. Tem uma – chamada ‘Índios no Asfalto’ – que fiz nos anos 2000, por causa dos 500 anos”. Em sua opinião, para o ator ser completo, tem que saber cantar e dançar.

Samantha - Black Music - Páprica afaotografia


NA TV
Samantha gosta de ver filmes e seriados. O último para a “coleção” foi Vynil, da HBO, produzido por Mick Jagger. “Hoje, por exemplo, estava vendo o filme do James Bown. Gosto de filmebiografias, histórias de vitória, superação, pessoas que correm risco em nome da sua carreira”. Indo mais a fundo, ela diz que a pergunta é muito difícil, quando pedimos para ela apontar mais coisas.

Como no País não há um humor mais político, estilo dos americanos Jimmy Fallon e James Corden, ela afirma que não tem vontade de seguir essa linha. “Danilo Gentili já faz o ‘The Noite’, Fabio Porchat vai fazer um na Record…. Não tenho talento para isso. Tem mais a cara de (Marcelo) Adnet, Gregório (Duvivier). Eu sou mais da interpretação, artista… Menos pessoa física. Mas eu admiro e sempre assisto”, completa.

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Guia definitivo: produções originais da Netflix e o que vem por aí!

See What’s Next for Netflix in 2016Mark your calendars.

Posted by Netflix on Sunday, January 17, 2016

Estreia na próxima semana (23.01), na Netflix, a produção original “Chelsea Does“, uma série documental protagonizada pela atriz e comediante Chelsea Handler, que aborda assuntos controversos e atuais em quatro capítulos temáticos. A série – junto com “Degrassi: Next Class”, que estreou nesta sexta (15.01) – dá o pontapé de lançamentos no serviço de streaming, que conta com cerca de 40 programas (seja estreia, novas temporadas ou filmes dedicados) previstos para entrar na plataforma em 2016. Desses todos, os 10 listados abaixo são alguns dos que vêm por aí. Alguns sem previsão de estreia.

Esse clima nada típico de Verão só faz a gente querer ficar em casa, debaixo das cobertas, desvendando novos programas e fazendo maratona! Pensando nisso, separamos algumas produções do serviço de streaming para você colocar na agenda o que vem por aí. No próximo mês, “Better Call Saul” (na foto da home), derivada de “Breaking Bad”, estreia nova temporada em 16 de fevereiro.

A atualização de “Três é Demais”, chamada “Fuller House“, chega à plataforma no dia 26. Sem as irmãs olsen, se chama “Fuller House”. Em março, a Netflix começa o mês com a terceira temporada de “House of Cards” (04.03) e a segunda temporada de “Demolidor” no dia 18 março. Em março, “Special Correspondents” será lançada no dia 29 daquele mês.

Update: A Netflix confirmou, neste domingo (17.01), que “Jessica Jones” terá uma segunda temporada. Além de datas produções próprias, como “Gracie & Frankie” (06.05) “Unbreakable Kimmy Schmidt” (15.04), ambas estreiam sua segunda temporada. “Orange is The New Black” terá sua quarta temporada divulgada em 17 de junho.

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Scroll para conhecer novas produções que já tiveram trailers divulgados!

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RECAPITULANDO
Antes de partir para essas novas séries, a gente pergunta: você está em dia com as produções originais? Vamos lá! Já assistiu todas as temporadas de “House Of Cards”, “Orange is the New Black”, as únicas de “Narcos” (com Wagner Moura), “Grace & Frankie”, “Sense 8” ou “Unbreakable Kimmy Schmidt”. Além das mais recentes “Demolidor” e “Jessica Jones”, ambas da Marvel. Siga!


FLAKED (Estreia: 11 de abril)
É uma série cômica, que se passa em Venice, na Califórnia (EUA), e contará a história de Chip (Will Arnett, o McLovin de “Superbad”), um cara popular, que mora em uma área isolada de Venice, na Califórnia EUA), e se torna objeto da obsessão de seu melhor amigo. O protagonista faz de tudo para se livrar de suas mentiras.


FRONTIER

A série de época é um misto de ação e aventura. Em seis episódios, vai falar sobre o mercado negro de peles (entre EUA e Europa) nos idos do século XVIII, na civilização Dothraki, que por muitas vezes acabam em brigas sanguinolentas. Khal Drogo (de Game Of Thones) vai ser vivido novamente por Jason Momoa.


FULLER HOUSE


LOVE


LUKE CAGE (MARVEL)

É um spin-off de “Jessica Jones”. Contará com o ator Mike Colter, cujo personagem – com superforça e pele indestrutível – é preso por um crime que não cometeu e escapa, para se tornar um super-herói que vende seus serviços. A atriz brasileira Sonia Braga participará da série. Viverá Soledad Temple, mãe da enfermeira vivida por Rosario Dawson, que participou de “Demolidor” e de “Jessica Jones”.


MARSEILLE (Estreia: 5 de maio)

Primeiro projeto de língua francesa da Netflix, será uma espécie de “House Of Cards” estrelado por Gerard Depardieu. A série vai focar na história de Robert Taro, prefeito de uma cidade ao sul da França, que de repente é desafiado por seu antigo e ambicioso protegido.


STRANGER THINGS (Estreia: 15 de julho)

É uma declaração de amor aos amantes dos anos 80. Passa-se em 1983, quando coisas estranhas acontecem e um rapaz desaparece em Indiana, nos EUA. Amigos, familiares buscam informações junto à polícia, mas acabam descobrindo um mistério envolvendo experimentos governamentais ultra-secretos e forças sobrenaturais.


THE CROWN


THE GET DOWN (Estreia: 12 de agosto)


THE RANCH (Estreia: 1 de abril)

Produzido por Don Reo (“Two and Half Men” e “My Wife and Kids”) e Jim Patterson (“Two and a Half Men” e “Mike and Molly”), essa comédia reúne Ashton Kutcher e Danny Masterson, estrelas do seriado “That 70s Show”. A série acompanha uma família que gerencia um rancho no Colorado, nos EUA. O personagem de Kutcher viverá um dos irmãos, que retorna para casa depois de uma temporada jogando futebol americano semi-profissional para cuidar dos negócios ao lado de seu irmão.

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Por André Aloi, especial para o Site RG (Foto: Divulgação)
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Em "Narcos", Wagner Moura diz não se importar com críticas: "não leio"

Wagner Moura, aos 39 anos, interpreta o traficante Juan Pablo Escobar (1949 – 1993) na série “Narcos”, original da Netflix, que estreia nesta sexta-feira (28.08). Dirigida por Zé Padilha (“Tropa de Elite”, “Robocob” etc.), a produção conta a história do narcotráfico sob a perspectiva de Steve Murphy (Boyd Holbrook), um dos policiais da DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos, no fim da década de 80, início dos 90 – período que a droga se infiltrou nos EUA, vinda da Colombia num esquema organizado pelo traficante e seus asseclas.A gente conversou com Moura por telefone, que disse já ter tomado coragem de falar sobre o personagem, inclusive para os colombianos. “Acabei de falar com a rádio de Bogotá, em espanhol e tudo”, brincou.

O receio tem a ver com o fato de um estrangeiro interpretar alguém tão popular e icônico para aquele país. “Como vem um brasileiro aqui (interpretar o Escobar)? Estou preparado para essas citações, mas não vi muito ainda. E também não leio p*rra nenhuma. Não vou saber é nunca”.Em todo personagem que faz, diz ele, sua obrigação é apresentar o indivíduo como pessoa, deixando de lado o juízo de valor. “É óbvio que ele era mau. Mas tem gente, até hoje, que acha que ele era bom. É uma questão de perspectiva. Quando fiz ‘Carandiru’, ficava pensando: ‘pô, os bandidos e tal’. Aí fui lá dentro e vi: ‘é um bocado de ser humano, que tem filho, família, tristeza, alegria. Osama Bin Laden, por exemplo: a família dele gostava dele. Você não pode entrar num personagem, pensando nisso”, dispara.

Ele compara o fato de ser escalado para viver Escobar com a vez que aceitou fazer um show com a Legião Urbana (em uma homenagem promovida pela MTV, em 2012). “É uma coisa que você não faz esperando que todo mundo vai gostar”. Ou também quando atuou no filme “Trash: a esperança vem do lixo”, uma produção americana que fala sobre a pobreza no Brasil, em que a crítica brasileira foi dura.Antes mesmo de começarem as gravações, Moura foi morar em Medellín, na Colômbia, por conta própria. “Começamos a gravar em setembro (2014), e seguimos até abril deste ano. Cheguei lá em fevereiro. Precisava fazer isso porque não falava espanhol. Tive que me virar”, explica, comentando que se matriculou em um curso de espanhol, mas não contou a ninguém porque estava lá. “Começaram a me reconhecer, foram na internet e viram. Mas aí me ajudaram”.

Ao se preparar, além de engordar 10 kg, leu uma extensa bibliografia sobre a vida do traficante e visitou diferentes lugares em que viveu, inclusive o edifício Mônaco, onde a família dele morava e o Cartel de Cali jogou uma bomba. “Não é um lugar em que você pode entrar. É meio fantasma, horrível lá dentro. Mas, ao mesmo tempo, quando você está estudando sobre o Pablo, é incrível. O segurnaça que estava lá na frente, me olhou e disse: ‘eu não acredito que você tá aqui. Sou policial por causa de você’. Entrei lá e ele fez um tour contigo”, resume. Mas não contou para ele que faria o papel porque, à época, ainda não tinha coragem.

Depois da estreia de “Narcos”, Wagner diz que gostaria de se dedicar a algum projeto que mesclasse atuação e dança no futuro. Quando não está em cena, se reúne com sua banda de 23 anos, chamada Sua Mãe. Ou dedica-se aos três filhos (Bem, de 9 anos, Salvador, de 5, e José, de 3), de seu casamento de quase 15 anos com a fotógrafa Sandra Delgado, os quais ele diz não ter acesso à sua obra porque ainda não entendem. Agora, está produzindo um filme que vai dirigir no ano que vem, sobre a vida de Carlos Marighella (1911 – 1969, político e guerrilheiro, um dos principais combatentes de ditadura militar, de 1964). Na TV, faria um projeto de Luis Fernando Carvalho, na Globo. Acabou não rolando.

Wagner vive a dicotomia de estrear um papel em um serviço de streaming online, mas ele mesmo não é tão conectado. “Nunca quis (fazer parte de uma rede social). Estou cada vez mais querendo desacelerar meu passo, andar devagar, conversar com as pessoas no mundo verdadeiro. Não sei como as pessoas acham tempo pra ter tanta mídia social. Além de ser opção, há uma dificuldade tecnológica. Quando entro na internet, vejo e-mails e notícias sobre o Vitória (time do coração)”.

Ele estaria numa onda até mesmo de largar o celular: “acho que vai ser difícil, até porque as pessoas não vão me achar. Vai ser um inferno. Mas meu desejo era esse. Se pudesse, largava”.

[ALERTA DE SPOILERS]

COMPARAÇÕES
O sonho de Escobar, como é contado na trama, era virar presidente. Mas não é esse caminho que o baiano quer seguir. “Gosto muito de política, mas se entrasse pra política partidária, meu casamento acabava. Eu prefiro o casamento. Eu acho que sou uma pessoa que se posiciona politicamente sempre que posso. É mais por aí”, comenta. Na eleição de 2014, ele apoiou a então candidata Marina Silva à presidência da República.

Logo na primeira cena do episódio de número 1 dessa temporada de estreia, Escobar demonstra ter uma memória invejável, relatando nomes e histórias. Mas não é bem assim que funciona a de Moura. Ele brinca: “minha memória antiga, de quando era criança, de infância, essas coisas, é muito boa. Me lembro de muita que aconteceu quanto era pequeno, mas a memória do que aconteceu ontem, é péssima”, finaliza.

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Rodrigo Hilbert: "Quando Fernanda diz que não está bom, troco"

Rodrigo Hilbert não é muito ligado à moda. Sua mulher, a também apresentadora Fernanda Lima, é quem cuida do figurino, tanto do programa “Tempero de Família” (canal GNT) quanto no dia a dia. “Sou um cara de calça, camiseta, camisa de manga curta, tênis, uma botina, botinha. Sou um cara bem básico”, resume. “Tem dias que eu tô saindo de casa, ela me olha, diz que não está bom e volto pra trocar”.

Hilbert diz que já perdeu as contas no número de temporadas de seu programa, que caminha para a sétima. Ele acaba de gravar uma temporada no Rio de Janeiro e tem outra programada para o Verão. “É bem farofa carioca”, brinca. “Sempre fui à praia com a família e a gente levava a comida porque não tinha onde fazer onde comer nas praias do sul, antigamente”, diz ele, que nasceu em Orleans, no interior de Santa Catarina.

“A gente ia com a brasília do meu pai, enchia de coisa atrás, fazia até fogueira. Senão, levava um frango com farofa e um salpicão que a gente enchia de gelo pra não estragar. Não passava fome, comia muito bem”, relembra.

Ele começa a gravar essa season mês que vem e já prepara para levar sua equipe para o Pantanal, onde vai aprender sobre a cultura pantanense. “É bem legal, sempre uma temporada em casa, no meu sítio em Teresópolis, e outra viajando”, explica, dizendo que São Paulo é a temporada que está no ar no GNT.

O rolo de macarrão, para não dizer bastão, ele recebeu das mãos de sua vó. Vem dela a inspiração para cozinhar, e é dela sua melhor memória de cozinha. Hilbert explica que esses ensinamentos ele tenta passar para os gêmeos João e Francisco, de 7 anos. “Sempre que estou fazendo massa, bolo, é meio lúdico… Uma massa de macarrão e pizza, por exemplo, parece de modelar. Faço um pouco a mais e dou pra eles, que ficam do meu lado. Outro dia, eles fizeram seu primeiro omelete. Falei que ia ficar do lado, mas eles iam fazer tudo. Saí da cozinha e, quando voltei, eles estavam colocando até Coca-Cola e amendoim na receita”, riu.

O apresentador do GNT participou, nesta terça-feira (22.07), do lançamento da coleção 2016 da John John, que tem Adam Levine como garoto propaganda e inspirações nos rockstars e festivais dos anos 70.

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Com música na novela, Tiê brinca sobre fase: “Não vou virar a Anitta”

Tiê vive um momento novo em sua carreira. Depois de um EP e três CDs lançados, chegou a vez de ganhar um público maior. O clipe de sua música “A Noite (La Notte)”, parte do álbum “Esmeraldas” (2014), foi visto por mais de dois milhões e meio de pessoas no YouTube. Virou hit porque é o tema de Bruna Marquezine(Marizete) e Mauricio Destri (Benjamin), protagonistas da novela “I Love Paraisópolis”, da Rede Globo.

Ela acha graça desse sucesso todo. “Eu falo pro presidente (da Warner), Sérgio Affonso: eu não vou virar a Anitta. Não é nem o problema de usar shorts ou dançar. É que é outro tipo de música, os números são bem diferentes. O funk tem uma proporção muito grande”, brinca, falando que não vê problema nenhum em fazer parte da mesma gravadora que a funkeira carioca e sua outra companheira de selo, Ludmilla. “Não me coloque essa pressão. Até ia até adorar ser a próxima Anitta, fazer tudo isso de shows, mas acho difícil com o disco que tenho, é diferente mesmo. Adoraria se ela me chamasse pra um dueto”, diverte-se.

Tiê credita essa nova fase à força da TV aberta. “Tive sorte de a novela ir bem, de a Bruna ser uma gracinha e o personagem ser carismático”, acrescenta. A cantora que tem nome de passarinho e a atriz se conheceram nos bastidores do “Encontro”, também da emissora carioca. “Estava envergonhada, tocando no camarim pra cronometrar o tempo, ela entrou e falou: ‘você que é a Tiê’. Foi supersimpática, gentil, e falou que toda a produção sabe a música de cor, que quando eles se beijam (na trama), cantam à capela”, comemora.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Por causa do sucesso estrondoso, fez questão de visitar a comunidade que é retratada por Alcides NogueiraMario Teixeira no folhetim. “Adoro essa coisa de periferia, comunidade. Na visita (na sexta passada, 12.06) , fui na ONG que tinha contato, na rádio comunitária, na casa de pedra e almocei no restaurante do baiano. Fiz todo o circuito das artes, tirei foto com os bailarininhos e não conseguia voltar pra casa. Voltei de mototáxi”, explica, dizendo que foi uma das experiências mais loucas de sua vida. “Me senti um motoboy na cidade de São Paulo. Não é fácil essa vida porque os carros te odeiam e querem passar por cima de você”.

Prestes a sair em turnê de oito apresentações pelo Nordeste, no fim de julho e início de agosto, conta que adora fazer shows. “Não é todo artista que gosta. Passar som que é chato. Outro dia vi uma entrevista com o Renato Teixeira, que falou: eu só cobro pela passagem de som. Porque o show mesmo, eu faria de graça”, diz. “Adoro fazer show e olhar no olho do público, adoro dormir em hotel. Vivo bem em turnê”.

Quando não está na estrada ou em estúdio, se dedica à sua produtora Rosa Flamingo. Sem pensar em disco novo por ora, está debruçada no lançamento do CD de estreia de seu companheiro nas composições de “Esmeraldas”,André Whoong, que acontecerá em setembro. “Não dá pra separar a vida pessoal do trabalho. Aqui, pessoas física e jurídica são a mesma coisa”, ri. Ela menciona que além do CD de rock-canção do parceiro, tem ouvido bastante Justice pra dançar, Metronomy, Philip Glass e várias músicas infantis por causa das filhas Liz (5) eAmora (2). “Ando numa fase pouco MPBística”.

Por falar nas pequenas, depois de alguns shows infantis, nos idos de 2013, a paulista diz que pensa em gravar um projeto infantil com a filha mais velha. “Ela já tem vários começos de música, desenvolve bem as letras. Eu brinco que ela é meu Emicida porque vai fazendo umas rimas e repentes. Não vai ser um projeto para criança, mas com criança”, reforça. Mas isso deve acontecer só depois que terminar a divulgação de seu mais recente álbum, que em breve ganhará o clipe de “Isqueiro Azul”.

A cantora se apresenta na FNAC Pinheiros nesta quarta (17.06), no sábado (20.06) na Virada Cultural, às 14h, no palco do Largo São Francisco. No dia 26, faz show em Ilhamela, 29.06 participa de uma seminário no Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. E, no dia 30, faz uma ponta no show de Jesse Harris no Bourbon Street, também em São Paulo.

VERSÃO BRASILEIRA
Quando gravou a música “A Noite”, versão de “La Notte”, da Arisa, Tiê não sabia que teria essa repercussão, apesar de saber de seu potencial. “Conheci essa música sendo número 1 na Itália. É uma versão. Quando falei aqui: gente, e se eu fizer a minha letra, trouxer para o meu ambiente, pro meu universo?”, indagou. “A gente teve contato com o autor, pedi permissão pra fazer a minha letra ele autorizou. Foi uma experiência interessante de pegar a música de alguém e por sua letra. O resultado foi excelente porque é uma música chiclete e as pessoas se emocionam”.

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Game of Thrones: A polêmica 5ª temporada

Na verdade não tenho muito o que falar da série a não ser que nos quesitos de maquiagem, figurino, produção, direção e efeitos visuais ela beira a perfeição. E estou aqui hoje para comentar sobre a quinta temporada que foi tão falada, logo aviso que esse post contem SPOILER, então se quiser evitar um ódio sobre mim, peço para parar de ler agora.

Foto: Divulgação

 

Acabou mais uma temporada de GoT e falar sobre isso é algo muito delicado, pois é quase uma obrigação citar os pontos baixos da series e obvio os altos, que por mais que não sejam muitos foram gigantes!

Daenerys, Tyrion, Jon Snow, Jaime, Cersei, Arya, Sansa e Stannis lideraram os oito núcleos principais da temporada e Arya, continua sendo sempre a vingativa que a torna uma das personagens mais incríveis da série e claro sua irmã Sansa que aparentemente vinha crescendo, mas acabou a temporada sem nenhum grande momento. Ah e claro, a cena que ela protagonizou sendo estuprada pelo marido, que gerou uma super polêmica, pois não estava nos livros e uma duvida surgiu da necessidade de ter ou não essa cena.

Foto: Divulgação

 

Jon Snow, se você é fã da produção ao ler esse nome deve ter soltado um suspiro grande, pois o personagem mostrou que estava ali e sabia o que fazer, com toda a trama da Muralha, ele assumindo toda responsabilidade, colocando sua vida em risco por todo ideal que acreditava foi imensamente incrível.

Foto: Divulgação

 

E claro que devemos falar de Cersei, que por mais que tenha sido a trama mais chata da temporada, devemos que comentar que depois da morte de seu pai ela ficou totalmente perdida e colocou Porto Real na mão de fanáticos religiosos, porem Game of Thrones esta ai pra provar que da sim para se criar momentos épicos sempre, colocaram ela nua não de um jeito sexual, mas um jeito que demonstrasse seu desespero e com isso rolou até uma (leve) solidariedade com ela, mesmo ela sendo uma das personagens mais odiadas.

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E então, na ultima cena Jon é traido pela Patrulha da Noite e é esfaqueado, a ultima adaga pertencia a Olly e então nos ultimos segundos do episódio temos a cena do sangue de Jon Snow escorrendo pela neve.Vou parar de falar e deixar vocês lerem a entrevista que o ator Kit Harington deu para o Entertainment Weekly falando sobre cena.

Qual foi sua reação quando soube o destino de Jon?
Kit Harington: A cada temporada, você lê alguma coisa no roteiro e diz: “F•deu”. Eu meio que sabia que isso estava chegando. Eu não li A Dança dos Dragões. Mas eu li os outros livros e descobri que isso aconteceria. Então, eu tinha um pressentimento de que deveria ser nesta temporada. Eu não sabia que seria a cena final da temporada, o que tornou tudo mais especial. É sempre bom quando você é a última coisa que acontece no episódio. Não sei, eu adorei. Eu amei como eles fizeram Olly ser a pessoa que me mata. Eu amo como o enredo com Alliser Thorne estava encaminhado. Eu acho que foi muito bem feito. Pareceu ser que o caminho certo para que isso acontecesse.

Você acha que Jon cometeu erros significativos, ou que ele fez coisa certa – mas acabou perdendo a própria vida no processo?
Kit: São muitas as falhas. Ele não prestou atenção às pessoas ao seu redor. Ele só olhou para o todo nesta temporada. Sua maior falha é ser um pouco como Ned, que ao tentar fazer a coisa certa esqueceu que não estava observando as pessoas ao seu redor. Ele tinha limitações. Tudo o que podia ver realmente era essa desgraça iminente dos White Walkers e fazer coisas para um bem maior, e o que estava faltando era Olly, Thorne e alguns dos homens ao seu lado. Ele não estava vendo o descontentamento deles e não estava prestando atenção nas questões menores. E por causa disso, foi servido justiça. Olly coloca a última adaga nele. Naquele momento eu acho que ele percebe que não cuidou de sua família, este jovem a quem ele desapontou.

O motim da Patrulha da Noite foi definitivamente justificado pela história. Mas nós também vimos seu personagem crescer e evoluir como líder ao longo de todos estes anos e por isso também esperávamos que esse crescimento serviria para algo maior – mais do que os outros personagens que vimos morrer na série. Obviamente ele realizou muito durante seu tempo na Patrulha da Noite, mas há um sentimento de que, “não é o que deveria acontecer, ele estava destinado para coisas maiores.”
Kit: Sim, mas temos que seguir com o que Thrones nos está contando. E tratar o drama de Thrones como vida real. E as pessoas morrem e não realizam tudo o que nós desejávamos que fosse destinado a essas pessoas na vida real. E eu acho que isso é uma das coisas poderosas sobre Thrones. A grande perda que acontece com o destino de Jon é percebermos que ele não descobre quem é sua mãe e isso me comove.

No ano passado você disse que a única coisa que você realmente queria era que seu personagem descobrisse isso.
Kit: E ele não descobre. Então não sei. É realmente a maneira que Thrones faz as coisas e eu ficarei interessado em ver a reação do público. Eu espero que não seja, “Aê p•rra, obrigado c•ralho, ele está morto!”

Acho que eles vão ficar de coração partido, mesmo aqueles que dizem, “Tyrion é o meu personagem favorito” ou algo do tipo. Não tem como assistir essa série, ver seu personagem crescer durante todos estes anos, e não se sentir que levou um chute no estômago ao ver a forma como o seu arco terminou.
Kit: Espero que seja o caso.

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Eu estava conversando com Dan Weiss e ele disse que Jon está realmente morto. Mas George RR Martin deixou em aberto a possibilidade do personagem estar vivo nos livros. E então essa história sobre um novo contrato e salários do elenco saiu no ano passado e tinha o seu nome entre aqueles que receberam aumentos para a 6ª temporada e para uma possível sétima temporada. Então deixe-me perguntar-lhe: Jon está realmente morto?
Kit: É o que sei. Eu tive uma conversa com Dan e David, fizemos a caminhada do Tony Soprano [que é quando se deixa um ator saber que que ele terá um destino ruim]. E eles disseram: “Olha, você se foi, está feito.” E, quanto a coisa do salário, isso me irritou quando essa história saiu. Eu não sei de onde veio, mas foi impreciso de muitas maneiras. Ajuda a colocar perguntas em sua cabeça e nas cabeças dos fãs que as coisas não são o que são de verdade. Muito honestamente, nunca me contaram nada sobre o futuro das coisas nesta série, mas esta foi a única vez que eu sabia. Eles me sentaram e disseram: “É assim que vai ser”. Se alguma coisa no futuro não acontecer do jeito que me foi dito, então eu não sei de nada. – Está apenas na cabeça de David, Dan e George. Mas eu digo que estou morto. Estou morto. Eu não vou voltar na próxima temporada. Então, isso é tudo o que posso te dizer, realmente.

Como foi seu último dia no set?
Kit: Tive um grande encerramento e, como qualquer um dos atores que morrem em Thrones, eu só queria ir embora de lá – tinha lágrimas nos olhos. Eu estava mais comovido e emocional do que eu pensei que estaria.

Quaisquer presentes de despedida como foi Rose e seu arco e flecha?
Kit: Não! Rose teve seu arco e flecha e eu não tive merda nenhuma! Então, sim, eu sou definitivamente menos popular do que a Rose.

O que vem por aí para você?
Kit: Estou à procura de filmes para o próximo ano. Tenho muita sorte hoje – consigo recusar papéis e fazer o que eu realmente quero fazer. Há alguns filmes que eu estou olhando, mas eu não posso falar sobre eles ainda. Eu poderia tirar umas férias. Eu poderia tentar escrever. Eu estou tentando descobrir isso.

Uma coisa que deixa os atores animados depois de terminar uma série é poder mudar a aparência. Tem planos para cortar seu cabelo?
Kit: Pareço com Jim Morrison no momento. Eu não sei o que fazer com ele. Eu posso cortá-lo se eu quiser, mas é provavelmente sábio deixar assim até que eu consiga um próximo papel. Eu meio que me acostumei com isso, iria me sentir estranho se mudasse.

Olhando para trás, qual a memória mais querida?
Kit: O final da temporada passada. Aquela sequência da batalha no episódio nove, foi uma grande experiência de criação de vínculo para um monte de pessoas do elenco como eu e John [Bradley], Mark [Stanley] e Rose Leslie – tivemos um grande momento filmando esse episódio. Acho que foi o meu momento favorito.

Quaisquer pensamentos sobre como Thrones continua depois disso?
Kit: Você coloca as expectativas das pessoas lá em cima, e aí como você encerra? Eu não sei como eles vão terminar Thrones, mas eu acho que parti em uma grande temporada. E acho que eles vão ter que terminá-la com a batalha mais f•odamente épica que a TV já viu.

 

PS: queria deixar meu singelo agradecimento a minha amiga, e viciada, Loamy Mattos que me ajudou desenvolver o post.

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3ª Temporada de OITNB está entre nós!

Parem as maquinas, pois HABEMUS NOVA TEMPORADA! Isso mesmo a espera acabou e a nova temporada de Orange is the New Black já se encontra disponível no Netflix. Segundo anunciado a nova temporada seria liberada meia noite de hoje(12/06), porem como surpresa sempre é bem vinda disponibilizaram a serie com duas horas de antecedência!!! Pra nós que somos viciados isso já é uma maravilha.

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Se você ta chegando agora e não sabe como funciona o seriado vou te explicar; Acontece no presidio de Litchfield onde a protagonista Piper Chapman vai presa por confessar seu crime e segundo seus planos ela iria cumprir apenas um ano, mas acontecem outras histórias ao decorrer que fazem com que a sentença dela aumente. Logico que existem mais dramas que ela não esperava, como reencontrar sua ex-namorada e culpada do crime que cometeu, Alex Vause e obvio que pra uma serie ser realmente boa tem que mais personagens hilarias como Crazy Eyes, Red, Taystee, Nicky, Poussey e outras . A temporada tem 13 episódios e já está disponível inteira no Netflix, corre pra ver e uma dica pessoal, veja como um longo filme de 13 horas, vale a pena!!!

Abaixo vai algumas cenas da nova temporada, se você é o tipo de pessoa que não gosta nem de ver as fotos por conta do spoiler, não cliquem!

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Atrizes de “OITNB” são destaque na Parada Gay, em São Paulo

As atrizes Natasha Lyonne, Samira Whiley e Uzo Aduba, do elenco de “Orange is The New Black”, foram os destaques da Parada do Orgulho Gay, que aconteceu neste domingo (07.06), em São Paulo. Elas passaram pelas avenidas Paulista e Consolação acenando para o público no trio do Netflix, onde conversaram com RG sem perguntas sobre vida pessoal.

Uzo Aduba Foto: Divulgação
Uzo Aduba
Foto: Divulgação

O apoio do serviço de streaming à Parada faz parte da divulgação da terceira temporada do seriado, que tem sua estreia marcada para sexta-feira (12.06). “Fala um pouquinho de fé e amor”, diz Uzo, intérprete de “Crazy Eyes”. “O seriado mostra que amor é amor, pessoas são pessoas e que temos de deixá-las ser quem são”.

Ainda, segundo ela, nessa nova temporada, sua personagem se foca em novas coisas e ideias, e isso é o mais interessante. Além de dizer que ama o Brasil, comentou que são os hairstylists responsáveis pelos minicoques, sua marca registrada na série. “Demora cerca de 45 minutos. Para entrar na personagem, eu também caminho bastante”, explica sobre sua preparação.

*** ALERTA SPOILER ***

Samira Whiley, intérprete de Poussey Washington, disse é preciso “esperar para ver” se, nessa nova temporada, será contado o motivo de ela estar presa. Ao afirmar que RG teve acesso ao primeiro episódio da nova temporada, quando é revelada uma relação de ternura com a mãe da personagem, ela desconversou. “Nem eu ainda vi esses episódios”, riu.

Samira Whiley Foto: Divulgação
Samira Whiley
Foto: Divulgação

Ela também comentou que a nova temporada, as personagens terão vários questionamentos internos. Sobre as gravações, explicou que o ritmo era intenso: cinco dias por semana. “Como todos têm personagens muito fortes, é muito divertido”. Sua relação com a amiga Taystee (Danielle Brooks) vai aumentar, assim como o envolvimento entre as duas. “Vamos ver qual será o próximo passo. O que posso dizer é que essa temporada será muito mais iluminada que as outras”.

Natasha Lyonne Foto: Divulgação
Natasha Lyonne
Foto: Divulgação

Em sua primeira passagem pelo Brasil, disse: “São Paulo é uma cidade maravilhosa, assim as pessoas. Já fui à Parada Gay de Nova York, mas a daqui é muito maior”, finalizou. Em setembro do ano passado, a atriz foi apontada como pivô do divórcio da escritora da série, Piper Kerman, que largou o marido para ficar com a intérprete de Poussey.

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Uma infância marcada pelas loiras

DA REDAÇÃO
Xuxa Verde Victor Martin*, especial para o Aos Cubos

Uma boa criança que teve sua infância entre os anos 80 e 90, com certeza deve se lembrar que essa época foi marcada por alguns fatos. O que quero fazer vocês se lembrarem neste post é da suposta rivalidade entre as cantoras e apresentadoras infantis, que animavam (ou não) as manhãs e tardes das principais emissoras de TV da época. Enquanto hoje se discute se Lady Gaga é melhor do que Britney Spears, naquela época a mídia questionava se Angélica era mais talentosa do que Xuxa.

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