Ellie Goulding entrega pocket-show curto e objetivo, em São Paulo

Ellie Goulding está no Brasil para o Lollapalooza Brasil, que acontece no fim de semana, em São Paulo. Na sexta-feira (4), a cantora participou de uma maratona com fãs no auditório de uma rádio, na capital paulista. Ela também fez um micro-pocket-show: apenas três músicas acústicas, e autografou CDs para um grupo.

Fotos: Ana Laura Leardini

Para que a cantora desse os autógrafos foi feito um sorteio destinado a 150 fãs, que levaram um dos discos dela à sede da emissora, e preencheram um cadastro (como nós!). Mas o público não se restringiu a este grupo: apresentando o CD na porta da rádio, na sexta, também era possível entrar e acompanhar o pequeno show. Quem não levou o Meet&Greet teve de pegar uma “pequena” fila.

Antes do pocket-show,  Ellie deu entrevistas para veículos nacionais, e – segundo apurou o Aos Cubos – a equipe da cantora pensou em levá-la ao médico por causa da exaustão antes de chegar à rádio. Talvez a visita ao medico rolasse após a apresentação. No dia anterior, inclusive, Ellie escreveu em seu Instagram: “Aos meus amáveis fãs brasileiros, me desculpem por não ter conseguido dizer olá apropriadamente, mas passarei as próximas 24 horas desejando estar melhor. Muito amor, beijos!”.

Pocket Show
Por volta das 16h10, os fãs  – maioria formada por adolescentes –  gritavam: “Ellie, eu te amo!”. Pouco tempo depois, dois locutores da rádio anunciaram que ela estava prestes a subir ao palco. Com um singelo “olá todo mundo”, entrou entoando os primeiros versos de “Anything Could Happen”, sucesso de seu mais recente CD (“Halcyon”). Assista à apresentação:

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Na sequência, mandou uma versão acústica de “I Need Your Love”, parceria com Calvin Harris. Por fim, cantou “Burn”. Ellie não estava se sentindo bem, e estava ali para cumprir os compromissos pré-agendados.

Entre uma música e outra agradecia, mas não encarava o público. Parecia intimidada com o coro – formado apenas por jovens fanáticos. Em um dos momentos, quando o público assumiu os vocais, olhou para o violonista e sorriu. Foi o único momento que senti ela ali, esboçando alguma reação, e então encantada com os brasileiros.

O pocket-show foi encerrado rapidamente, e quem estava lá não entendeu o que aconteceu. Então, novamente os locutores foram chamados para anunciar que o pequeno show havia encerrado, e pediu a quem estava lá apenas para conferir a apresentação – se retirasse.

Apesar da falta de interação, Ellie se faz grande, e sua voz se sustenta. É talento, dos bons, sem ajuda de liquidificadores sonoros nem nada.  Não é pra qualquer um fazer versões acústicas – e melhores – de clássicos da música pop sem a ajuda de elementos eletrônicos.

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Meet&Greet
Em meu rápido encontro com Ellie, perguntei o porquê de ela estar com um ar triste, e ela respondeu de pronto: “É apenas cansaço!”. E ela foi sorridente e simpática. Perguntei ainda se tinha conseguido fazer alguma coisa, e ela disse que ainda não: “Espero conhecer alguma coisa quando sair daqui”, emendou. E me entregou de volta o CD com meu nome! <3 

Como ela tinha algumas dezenas de CDs para autografar, foram essas as únicas palavras que conseguimos trocar. Uma pena ela não ter conseguido estabelecer um diálogo com o público durante (insisto!) o micro pocket show. Que ela esteja curada para o show do Lollapalooza, e consiga dizer mais do que um “olá” no palco!

cd_ellie

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