"Gravadora é um bicho antigo", afirma Ayrton Montarroyos

Finalista do “The Voice”, na Rede Globo, o cantor Ayrton Montarroyos lançou oficialmente seu primeiro disco homônimo sem o auxílio de uma gravadora. Conseguiu um patrocínio master e se jogou no estúdio com o produtor Thiago Marques Luiz. “Gravadora é um bicho antigo, que acha que entende de alguma coisa, superorgulhosa, egocentrista, fala pra gente de música como se música popular vendesse 2 milhões de cópias, como Maria Bethânia ou Roberto Carlos. Os artistas que mais fazem vendem 50 mil cópias”, compara.

Ele afirma que, para Anitta, a gravadora deve servir bem. Mas ele preferiu não selar um acordo para não ficar amarrado. “Agora vou ficar tentando dar um tiro certo para ter um selinho, uma logomarca… Se tivessem me pego, falado que ia ganhar R$ 20 mil por mês e tantos shows por semana, eu toparia lindo. Alguns colegas têm esse tipo de contrato. Mas, para meter o dedo no que estou fazendo, aí não”, pondera.

Ayton pegou umas faixas que tinha produzido em um álbum (que não foi lançado) em 2013, refez os arranjos e foi montando o novo. “O disco veio na hora que tinha que vir. Muita gente acha que deveria ter aproveitado o ‘boom’ da Globo e do programa, mas eu acho que seria muito pequeno pensar em mim e não na obra”, explica em entrevista ao podcast Aos Cubos, que foi ao ar nesta quarta-feira (15.08). “Eu aproveitei o tempo certo. Se fosse agora, dificilmente teria o patrocínio que consegui”.

O cantor lembrou os antigos carnavais, falou de crenças, do mercado e participou dos quadros Rapidinhas, Caderno de Perguntas e Perguntas Esdrúxulas. Play!

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Participam deste podcast: André Aloi e Victor Albuquerque
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