Lollapalooza aquece os motores e organização promete melhorias

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Nesse fim de semana, enquanto uma parte da população de São Paulo foge aproveitando o feriado, a cidade receberá a segunda edição do Festival Lollapalooza. Nesse ano, a filial paulistana do consagrado festival de Chicago terá três dias, mais de 60 bandas, e segundo a organização, resolverá alguns problemas da edição anterior. Acontecendo novamente no Jockey Club de São Paulo, a estrutura do festival recebe seus últimos ajustes que incluem um número visivelmente maior de pontos de alimentação, duas grandes tendas para descanso, e uma simpática roda gigante.

Prepare-se para escolhas difíceis por causa da excelente line-up do festival e da grande quantidade de atrações jogadas pelos três palcos e na tenda voltada pra música eletrônica. O maior palco é o Cidade Jardim e divide as atenções com um palco quase tão grande quanto, o Butantã, localizado no extremo oposto do Jockey Club. Exatamente no meio dos dois está o palco Alternativo, que mesmo bem menor que os outros dois receberá atrações de peso como o Passion Pit, Hot Chip e o Planet Hemp. O palco Alternativo está de frente ao palco Cidade Jardim e por isso os shows se alternarão da seguinte maneira: imediatamente após acabar um show no Cidade Jardim, começam shows simultâneos no Butantã e no Alternativo. Fica a dica para quem pretende ficar “pulando” de um palco para outro: leva pelo menos 10 minutos pra atravessar o Jockey.

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Prosseguindo com as dicas: será permitido levar até 3 copos lacrados de água, 4 frutas pequenas (cortadas e embaladas) e 4 alimentos industrializados lacrados (barra de cereal, biscoito, etc). Uma ótima atitude do festival pra quem quiser economizar um pouco com comida ou vai ficar guardando lugar na grade, já que é rotina em outros festivais jogar fora na entrada qualquer tipo de alimento e água que esteja com o público. Se for de metrô, desça na Estação Butantã: o festival promete que o portão principal estará próximo ao início do Jockey Club. Se for de ônibus, venha pela Avenida Rebouças e desça no primeiro ponto após a ponte sobre o Rio Pinheiros: o ponto é ainda mais perto que a Estação Butantã.

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Leo Ganem, diretor geral da Geo Eventos, admitiu os erros que houveram na edição passada e apresentou as novas propostas e soluções com uma humildade rara aos organizadores de grandes eventos. Leo elogiou a recepção da nova equipe da prefeitura de São Paulo ao potencial turístico/comercial do festival (que já está confirmado pro ano que vem, também durante o feriado da Páscoa), mas criticou a pouca flexibilidade do metrô, que aumentou apenas em 15 minutos seu tempo de operação na sexta e no domingo (o metrô fechará 00:15, a previsão é que os shows se encerrem pontualmente ás 23h). Sábado o metrô funciona até 1:00. A capacidade máxima passou de 75 mil pessoas para 60 mil, visando maior conforto do público, e o dia mais próximo de esgotar é o terceiro, que tem como headliner o Pearl Jam (segundo a organização, há uma grande possibilidade de se esgotar antes do dia do evento).

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E leve capa de chuva! A previsão por enquanto é de tempo nublado sexta e sábado e possibilidade de pancadas de chuva no domingo, mas é só passar um dia em São Paulo pra descobrir que tudo aqui pode mudar em questão de minutos. Mas quem não se assustou com as tenebrosas nuvens de chuva que cobriram o festival ano passado não tem porque se preocupar. Com ou sem sol, tenha certeza de ver ali alguns dos melhores shows que passarão na cidade esse ano.

Mais informações: www.lollapalooza.com.br

 

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