Manu Gavassi sobre livro inspirado em diários: "só mudei os nomes"

Manu Gavassi é a convidada do podcast número 39, que foi ao ar nesta terça-feira (31.10), especial de Halloween. A atriz e cantora aproveitou a oportunidade para falar sobre o lançamento de seu primeiro livro, “Olá, Caderno” (Rocco, editora de J.K. Rowling e Thalita Rebouças), inspirado nos diários que ela escreveu a vida toda. “Eles eram engraçadíssimos, tenho registro de tudo. Desde criança, quando tinha 6 anos, até os 17 anos, quando estava começando a trabalhar. Estávamos lendo um dia com a família e minha mãe falou: ‘publica isso’ e disse que nem ferrando, pois tenho limites”, recorda.

Mas Manu ficou com aquilo na cabeça. Um amigo sinalizou que não era um roteiro, então resolveu mandar para a amiga Karol Pinheiro. “Tinha muita vergonha, mas na reunião com a editora Rocco, ouvi deles que aquilo era uma ‘grata surpresa’”, gaba-se. No livro ficcional, Manu relata uma adolescente de 17 anos, que tem vergonha de escrever “querido diário”, então a protagonista, Nina, tem uma conversa mais “madura”, em suas palavras. “São situações que eu passei, só mudei os nomes, outras vivenciadas pela minha irmã mais nova ou que vi minha melhor amiga mais velha passando. Vivi ou estive presente”, explica.

No programa, ainda foi discutida suas fases no pop, o mais recente trabalho, “Manu” (lançado pela Universal neste 2017), que vai fazer uma tour em boates do Brasil, a pré-produção de seu novo single, que ainda não pode falar, a “genialidade” de Taylor Swift e todo seu marketing em torno do novo álbum “Reputation” e a paixão dela pela diva underestimated do pop latino, Belinda. Manu ainda contou uma história engraçada, envolvendo seu nickname do MSN: “Girls With Attitude” (melhor história!) e seu apelido na época de escola: Chicão!

Capricórnio com ascendente em virgem, Manu falou sobre relacionamentos e a época de sua estreia, quando protagonizou “Manu Gavassi, a série”, na Capricho (nos idos de 2010). “Foi muito bonitinho o que vivi. Eu realmente vivi a minha idade. Eu era uma adolescente que escrevia sobre coisas de adolescente, que vivia aquela fase. Então foi tudo muito verdadeiro”, analisou. Sobre essa época, ela contou ainda qual colírio “pegava” nos bastidores do Capricho Awards.

A cantora relembrou um sonho da infância, que diz estar tentando entender até hoje. “Estava tendo um pesadelo horrível, envolvendo Yu-Gih, oh. Não me pergunte o quê. Eu realmente era nerd, a gente estava no celeiro e tinha cavalos. Mas era um pesadelo terrível e me toquei que estava sonhando. Pensei: se eu gritar muito alto, minha irmã vai ouvir (na época, dividíamos quarto) e vou acordar. Foi o que aconteceu”.

Como gravamos antes do Halloween, Manu falou sobre suas melhores e piores fantasias, quando iria para a festa em Nova York, nos EUA. “Certa vez, uma amiga que maquia muito bem ia me preparar para uma festa. Mas ela ficou muito bêbada e tive que me virar nos 30. Eu me costurei inteira, passei uma base branca e fui de boneca mal-assombrada. Só que em todas as fotos eu saí muito ridícula porque eu estava muito bronzeada, o flash estourava e ficava uma aberração , ri. “Foi uma referência meio Anabelle, mas na foto, não ficou bom”.

Ela afirma que não consegue se ver fazendo um dueto com Taylor, sua maior ídola, mas adoraria cantar com Ludmilla. Manu ainda relembrou da dificuldade (e muito choro, segundo ela) para aprender passos de dança para o clipe de “Muito Muito” e, como a gente falou, por que n”ao subir essa hashtag nas redes? #ManuGavassiNoDançaDosFamosos! “Meu pesadelo se chamarem. É muito difícil”, brinca.

Para finalizar, a frase que ela eternizaria em um gif da Gretchen: “Y soy rebelde / Cuando no sigo a los demás…”. Foi com RBD e Belinda que ela aprendeu espanhol. Ouça!

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