Sarah Oliveira afirma que se meteu em briga por causa de Ryan Gosling

Sarah Oliveira comentou no podcast Aos Cubos, divulgado nesta terça-feira (10.10), que que se exaltou em uma discussão por causa de Ryan Gosling. Na entrevista, a apresentadora do “Minha Canção”, da rádio Eldorado, ainda relembrou os áureos tempos da MTV Brasil – de quando foi almoçar com Britney Spears e Justin Timberlake – a relação com os filhos e sua briga com o relógio pelas manhãs. Para ela, até o programa “Encontro com Fátima Bernardes” (que vai ao ar às 10h50, na Globo) é muito cedo.

“Briguei com uma menina outro dia, muito cafona falar isso, mas eu estava grávida e ela falou mal do Ryan Gosling”, resume. “Fiquei brava com a irmã de uma amiga, meu marido me cutucou na mesa, não acreditando que aquilo estava acontecendo. Por causa do Ryan Gosling… Maturidade zero. Meu marido veio falar: nossa, meu, quantos anos você tem?”, ri, falando que foi na gravidez do segundo filho, Martin (de 2 anos). Ela também é mãe de Chloe, de 4 anos, ambos de de seu relacionamento com Thiago Lopes – com quem está casada desde 2005.

Durante ao papo no podcast, Sarah falou que ficou amiga de Britney por três dias, quando foi entrevistá-la, em Miami (EUA), nos idos de 2001. “A gente se adorou! No dia seguinte (à entrevista), ela falou que iria estar em tal restaurante e fui. Eu estava fazendo uma sessão de fotos para a revista QUEM e falei: ‘to indo almoçar com a Britney. Não sei se vão poder acompanhar’, eles tiraram a minha foto (com o Justin), o segurança tirou o fotógrafo e eu fiquei”, resume.

Ela não entrevistou o ex-vocalista do ‘N Sync, que só estava acompanhando Brit porque era seu namorado à época. O papo na mesa foi basicamente sobre música. “Na hora do nervoso, falo do Nirvana”, gargalha. Ah, depois do programa ela disse que não pagou nada da conta. A gravadora deve ter acertado isso!

Notívaga assumida (ela já até apresentou um programa sobre o assunto, o “Calada Noite”, no GNT), Sarah estava respondendo a uma pergunta que citava o programa “Mais Você”, de Ana Maria Braga. “Esse programa é difícil porque é de manhã, né? Aquela história da Taís Araújo fui saber com três semanas de diferença. Até o ‘Encontro’ pra mim é cedo. Mas sei porque tem encontros musicais legais”, comentou.

Uma das entrevistas que ela recorda com carinho é com Michael Styles – que inclusive sua banda, o R.E.M., é tema do programa “Minha Canção” desta semana (veja o vídeo abaixo). “Em 2005, a gente estava falando sobre educação sexual nas escolas porque o (George W.) Bush queria proibir de falar sobre orientação. Semana passada, saiu uma matéria sobre o Colégio São Luís (de São Paulo), onde estudei, que marcou um debate com Drauzio Varella para falar gêneros e sexualidade, e um monte de grupo religioso querendo boicotar e o reitor, que é um teólogo super respeitado, falou ia manter porque tem muito preconceito com os transgêneros e homofobia. É um tema muito atual”.

Em uma brincadeira, Sarah se propôs a montar um festival com aqueles que são headliners em seu coração: BaianaSystem, que ela classifica como o melhor show ao vivo da atualidade, Letrux, Tim Bernardes (seja solo ou com O Terno), Marina Lima, Rincon Sapiência e Ivete Sangalo. “(Essa última) pra deixar a gente feliz e chamar público”, resume. E continua com os internacionais: “Sou do Rock, gosto de Queens of the Stone Age e The Who”. Como a filha Chloe gosta de Céu, com certeza ela estaria nesse line-up ao lado de outras mulheres poderosas no seu SarahPalooza, como Pitty e Mariana Aydar.

Ainda nessa bateria de perguntas, no primeiro bloco, se pudesse reviver algum artista para lhe conceder uma última entrevista, ela responde sem titubear: Cássia Eller (morta em 2001, vítima de ataque cardíaco). “Depois, Chico Science (do Nação Zumbi, morto em 1997). Ele eu nunca conheci, tenho curiosidade. Amy Winehouse, também. Eu tenho certeza que se a Amy tivesse surgido em 2000, eu teria entrevistado ela. Na minha época de MTV, a gente entrevistava muita gente legal”.

Como boa aquariana, Sarah afirma que não se apega muito às séries: “a única que me pegou, vou ser sincera, foi ‘Mad Men’ (‘Inventando A Verdade’, em português)”. Segundo ela, começou vendo ao contrário porque se auto-intitula “bem caótica”. “Me pegou de uma forma, que fui até o final. ‘House of Cards’ (da Netflix) vi em ordem diferente e ‘Big Little Lies’ (HBO), que são só sete, então consegui ver de uma tacada só. Eu realmente não tenho essa coisa de começar e terminar”, pontua.

Foto: Flavia Montenegro/Divulgação

A volta ao rádio
Sarah começou a trabalhar com comunicação na rádio 89. De lá para cá, vocês sabem, ela foi pra MTV, Globo, GNT e agora está de volta ao rádio. Mas também faz coisas para o seu canal no YouTube, que reproduz, em vídeo, seu programa na Eldorado e – no passado, teve conteúdo próprio, como a websérie “O Nosso Amor a Gente Inventa”. “Pra mim, só faz sentido se o desejo move”, explica. “A vida já é muito difícil, então a gente tem que gostar muito do que está fazendo. As pessoas vão por grana, fama e pelo ego. Nunca pirei com isso, nunca foi a minha. Posso deixar de fazer as coisas por causa dos meus filhos, mas faço porque gosto. Eu tenho desejo de voltar, fazer as coisas. Mais pelo desejo e não pela ansiedade de ‘preciso estar no ar’, fazer alguma coisa, um botox para não envelhecer”.

Nota do editor
No programa, a gente fala do dia em que eu fui conhecer a extinta MTV (no antigo prédio da Av. Prof. Alfonso Bovero), ao lado de uma amiga, chamada Mônica Donatelli. Aqui vai a foto desse dia em que conheci a Sarah e ela me ajudou a entrar na TV e conhecer os estúdios do saudoso Disk MTV e do Top 20. <3

[hr]

Participam desta edição do podcast: André Aloi, Victor Albuquerque, Luis Bemti e Cairo Braga. Fotos: Arquivo pessoal, Divulgação e Reprodução/Internet

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