SP: sem “Anaconda”, Nicki Minaj transforma palco em baile funk em estreia no Brasil

Nicki Minaj foi a principal atração de uma festa, nesta quarta (25.09), apenas para convidados a fim de anunciar uma parceria da Vivo com o Tidal – serviço de streaming do Jay-Z. Com três trocas de roupa e trejeitos de diva, Nicki fez seu debut nos palcos brasileiros com show da turnê “NickiHndrxx”, do seu recém-lançado álbum “Queen”. Ao entoar suas músicas, desfilou hits, como “Starships” e “Superbass”, que a fizeram famosa no mundo pop, as atuaisz “Chun-li”, “Barbie Girl” e “Ganja Burn”, além de suas parecias com 6ix9ine (“Fefe), Beyoncé (“Feeing Myself”) e Eminem com Labirinth (“Majesty”), esta última faixa que abriu o show.

Ápice da noite, uma competição de dança entre três garotas elegeu uma vencedora. Elas tiveram de dançar faixas do funk nacional, como “Vai Malandra”, “Só Quer Vrau” e “Bum bum tam tam”. Elis, Grace e Quezia eram seus nomes. Ganhariam dinheiro, que Nicki pediu à plateia. Depois, uma quarta menina, de nome Aline, subiu ao palco para fazer uma batalha com Grace, vencedora da primeira etapa. Ela também levou a melhor no segundo round. De prêmio, ganharam foto com a cantora.

 

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Em vários momentos, a rapper ficou questionando se o som estava bom porque seu retorno estava falhando. Mas foi outro momento que cativou o público. Em “Rich Sex”,  parou a apresentação ao reconhecer um fã na plateia. Desceu do palco e cedeu o microfone a ele, que arriscou um verso da música e se declarou. “Me chamo Adalberto, você é minha razão de viver e minha inspiração”, disse o jovem da fila do gargarejo. Ele, então, comentou que a rapper o seguia no Twitter. Inclusive, por diversas vezes no passado, a cantora utilizou essa mesma rede para esboçar uma vontade de vir ao País – que nunca havia acontecido até esta noite.

Em algum dos momentos de conversa com o público, Nicki disse que queria fazer daquela uma noite especial. “Estou completamente apaixonada por vocês”, derreteu-se. “Não sabia que o Brasil ia ser tão maravilhoso (…) Vocês vão me matar se eu não cantar essa, mas só pro Brasil, vamos terminar com essa. Eu amo vocês”, endereçou as palavras ao emendar “Moment 4 Life”, com Drake.

Para dar um ar de exclusividade, o Credicard Hall parecia vazio se comparado aos shows que sempre lotam a casa de espetáculos. Eram três mil convidados em um espaço que cabe mais que o dobro (7 mil), segundo apuramos. Apesar de um palco monumental, com Queen escrito ao topo, tanto seu trono quanto um sofazinho são subutilizados nas performances. Foram poucas as vezes que ela foi até lá atrás pra utilizá-los. Sem bis, fizeram falta “Anaconda” e suas parcerias com Ariana Grande. A cota Pop foi preenchida anteriormente por hits de “Pink Friday”.

Vipão, vipinho?
Se na pista VIP, localizada ao lado direito de quem via o palco de frente, o gim corria solto ao lado de outras bebidas alcoólicas, na pista principal e do lado de fora as filas do bar eram um problema. Mas foi no piso superior (onde ficam as plateias, com cadeira), é que estava uma plateia mais que VIP.  Encabeçada pela nova geração da música, como Emicida, o irmão Fióti, Ludmilla (garota-propaganda da Tim diga-se de passagem), passando por Baco Exú do Blues e a DJ Pathy de Jesus, uma legião de famosos acompanhou o show de Nicki. Mas foi IZA quem roubou a cena. Ao fim da apresentação da rapper, os fãs a reconheceram, mandaram beijos e ela respondeu fazendo coração com a mão.

… imagem um pouco mais “próxima”.

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Outras imagens do show:

(Fotos: André Aloi)

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