Sinara é o rock 'roots' dos filhos e neto de Gilberto Gil

Sinara significa o som da força da música. Neste caso, vinda dos instrumentos de cinco membros. Boa parte da formação da banda são os filhos e neto de Gilberto Gil, que carregam o sobrenome da família tradicional na música brasileira e agora têm um novo legado. João (guitarra) e José (bateria) – filhos do cantor com Flora-, tocam ao lado do sobrinho, Francisco (guitarra e voz), filho de Preta, e dos amigos Luthuli Ayodele (voz), Magno Brito (Baixo) e o agregado Pedro Malcher (teclado), que só aparece quando tem show. Todos têm entre 20 e 25 anos.

O nome da grupo, que tem dois anos e meio de estrada e só agora lança seu primeiro material (apesar de as músicas terem mais de quatro anos), é uma mescla de sinistro + maneiro. “Não é uma ideologia ou filosofia, mas uma grande combinação. A cada momento, vai mudando”, explica o vocalista Luthuli. O EP de estreia, um som ‘roots’ com um pé no reggae rock, chama-se “Sol” (lançado pela Sony Music) – nome também dado à filha de Francisco com a modelo Laura Fernandes. “Muda tudo (com o nascimento de um bebê). Além do trabalho, sou casado e ela me apoia bastante. Tô aprendendo a lidar”, comenta.

“Antes do reggae, tem um som rock. O batera é bem brabo”, brinca Luthuli, cujo nome vem de uma homenagem ao líder político e Nobel da Paz, Albert Lutuli. “A gente acredita na mistura, uma transformação. O que a gente sente, põe na música. Esse é só o primeiro EP. Temos composição para uns 10 álbuns. Vamos trabalhar esse, depois decidir se vem mais um EP ou álbum”. Desse disco, se preparam para lançar “Marchando”, mas divulgado só tem o clipe de “Floresta”. Assista:

Luthuli e Francisco se conhecem antes mesmo da escola. O pai do vocalista, Maurício Fagundes, conhecido como Sosa, era presidente da casa de Cultura da Rocinha, no Rio, e Flora sempre esteve envolvida com movimentos sociais. “Depois calhou de eu cair na mesma sala do Fran, o que aflorou essa amizade. Quando a gente era pequeno, formou nossa primeira banda, a Minin Black. Significava pequenos negros, mas queria um toque descolado, daí o nome”, lembra Luchulli. “Naquela época, a gente só tocava uma música, que era ‘Exagerado’ (Barão Vermelho, da época com Cazuza). Era algo mais brincando, mas hoje nossa banda é o reflexo daquela época”.

A banda surgiu por causa das letras de Luthuli. “Quando mostrei pro Francisco algumas das linhas composições, ele falou: vamos juntar uma galera pra fazer com a gente. Passamos por um processo de seleção, chamamos alguns amigos, e acabou não dando certo. Se a gente quer elevar algo pro profissional, a amizade não dá certo. tem que separar”. Inconscientemente e acidentalmente, os familiares do Fran (como eles chamam o guitarrista e vocalista) também eram todos amigos. Nessa segunda formação, deu certo!

Já com a banda formada, chegou o momento de contar para seus pais que queriam viver de música e teriam de aprender a a lidar com esse fato. “Querendo ou não, criaram um monstro. Poderia ser negativo, mas pra gente foi positivo”, lembra Luthuli. “Eles estavam esperando a hora que eu ia falar isso. Então, a Sinara foi boa para esse momento. Espero que seja para sempre. (…) Mostramos pra eles quando estava pronto, com identidade formada. Eles adoraram. E estou muito feliz por a gente fazer um movimento, estar junto e subir no palco”, ressalta Francisco, que é filho do ator Otavio Muller.

Sobre a pressão de vir de uma família de músicos, Francisco diz que não sente a pressão. “Se existe, não atinge. Seguimos nossos passos em paralelo a toda essa questão. Na nossa visão é família. É uma galera que apoia, e isso é o mais importante. Se isso é um motivo para as pessoas nos ouvirem, que bom. Mas se isso gera coisas negativas e tal, a gente não ‘tá’ nem aí”, pontua.

Como todos na banda trabalham, estudam ou os dois, dizem que a música é prioridade. “Nossas escolhas são sempre naturais. Vai levando conforme a necessidade, precisa trabalhar. Quando não precisar, segue com a banda. É a nossa intenção”, garante Fran. Para 2016, o que a banda quer é subir nos palcos e cantar sua música. Com repertório formato de 12 a 15 músicas autorais, também fazem de três a quatro covers.

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SP: Da Tropicália à música inédita, Caetano e Gil reverenciam o Brasil

Caetano Veloso e Gilberto Gil são duas figuras importantes para a música brasileira, fundadores do movimento Tropicália lá nos idos de 60. Desde então, dispararam hits que fizeram sucesso nas últimas décadas na MPB. Até hoje, conseguem ser atemporais e pertinentes. A apresentação de quase duas horas, começou por volta das 22h, com quase 40 minutos de atraso – talvez pelo intenso trânsito da capital paulista em dia de chuva e protesto.

Mesclando passado e presente, apresentaram uma faixa inédita no show que abriu a temporada “Dois Amigos, Um Século de História”, nesta quinta (20.08), no Citibank Hall, em São Paulo – depois de uma temporada na Europa. Nos versos da faixa, ainda sem título, conclamaram “as camélias do Quilombo do Leblon”. A letra remete aos tempos da abolição da escravatura, no Rio de Janeiro, sinônimo claro de resistência à época.

OUÇA

Expoentes da Bahia, mostrando em cena sua baianidade nagô, celebraram seus 50 anos de carreira com uma ode aos estados brasileiros. O palco, além dos banquinhos e violões, tinha um varal com as bandeiras de todos os estados penduradas e um pano colorido com figuras geométricas ao fundo (com até uma estrela de David projetada em luz, assim como a bandeira do Brasil).

Estavam tão em casa que, de surpresa, fizeram o bis do bis. Voltaram duas vezes depois de sair do palco. Na primeira, tentaram terminar o show, dançando na frente do público, puxando o refrão: êta, êta, êta… É a lua, é o sol, é a luz de tieta, êta, êta”. Voltaram mais uma vez para mandar beijos e cantar “Leãozinho” e “Three Little Birds”, com todo o refrão cadenciado de Caetano e direito às onomatopeias de Gil.

Nas primeiras palavras trocadas com o público, Caetano brincou: “Bom estar de volta por São Paulo, com garoa e tudo”, brincou. Gil concordou e riu. Eles nem haviam cantado “Sampa” ainda. No repertório, que visitou, entre outras faixa, as conhecidas “Drão”, “Expresso 2222”, “Filhos de Ghandi”, “Domingo no Parque” e “A Luz de Tieta”.

Além de canções próprias, homenagearam João Gilberto (“É Luxo Só”), Simón Díaz (“Tonada de Luna”, em espanhol) e Tony Dallara (“Come Prima”, em italiano). O pé de Caetano, quando não estava firmando o violão, acompanhava o compasso, batendo-o no chão, com as melodias.

Em cena, nenhum sobressai ao outro. Os dois gigantes conseguem manter sóbrio o diálogo e a parceria, mesmo sendo duas lendas da música nacional. Longe de ter briga de ego. Sem rixas, eles são Paul McCartney e Mick Jagger dos brasileiros, parafraseando a comparação nos jornais lá de fora sobre a turnê. Caetano até que arrisca um passo ou outro, mas nada demais. É só o suingue da Bahia.

Em um dos momentos mais tenebrosos – com luz baixa e batucada no violão sem dedilhar, Gil entoa os versos de “Não Tenho Medo de Morrer”. Mas logo o momento muda porque os dois seguem com fé… até porque á fé não costuma “faiá”. Até domingo, se apresentam no Citibank Hall, na capital paulista, com ingressos esgotados. A apresentação chega ao Rio de Janeiro, nos dias 16 e 17 de outubro, dessa vez no Citibank Hall fluminense.

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"Dou uma choradinha, lavo o rosto e vou trabalhar", diz mãe de Cazuza

Lucinha-AraujoJá se vão 25 anos sem o cantor Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza. Ícone de sua geração exagerada, cantou sobre o cotidiano e amores desesperados ainda na época do Barão Vermelho, ditava moda, e – quando soube que estava doente – entoou as mazelas da sociedade, escolheu sua ideologia pra viver, e pediu para que o Brasil mostrasse sua cara. Seu tempo parou em 7 de julho de 1990, aos 32 anos, quando perdeu a luta contra as complicações do vírus da aids.

Conversei, por telefone, com Lucinha Araújo, mãe do saudoso Cajú (apelido do apelido), que puxa série de entrevistas sobre o tema. “Não sou masoquista, mas quero sofrer pela falta do meu filho. Posso dar uma choradinha todo dia, depois lavo o rosto e vou trabalhar. Mas não quero deixar de pensar nele com saudade”, diz. “Pra mim é mais um ano sem meu filho. Não tem diferença ele ter morrido na véspera ou há 25 anos. A dor continua igualzinha. O tempo não apaga, não, só vai mudando o sentimento. Não é que eu esteja conformada. A saudade vai existir sempre. Eu quero sofrer”.

Tiete assumida, conta que ele deixou sua marca na música nacional.”Depois que ele soube que estava doente, começou a cantar o País dele. E fez melhor que ninguém. As letras estão atuais até hoje. Eu acho que o cenário musical brasileiro tá meio devagar. Não sei se é por causa da política ou se as pessoas estão cansadas. Mas acho que ainda não surgiu outro Renato Russo ou Cazuza. Depois da geração deles, a música não apontou ninguém com a mesma força”.

O maior legado de Cazuza, explica Lucinha, não foi só de belas canções ou de estilo, mas de coragem. “Ele se confessar soropositivo, no auge da beleza, da juventude, da carreira, ganhando o dinheiro dele. Aquilo foi um ato de extrema coragem. Eu passei a admirar ainda mais meu filho”, refere-se à entrevista que deu ao “Fantástico”, falando ainda que a aids naquela época era tida como uma nova “peste”.

O tempo de Cazuza parou em 7 de julho de 1990 - Foto: Divulgação/Sociedade Viva Cazuza
O tempo de Cazuza parou em 7 de julho de 1990 – Foto: Divulgação

Seu fardo tornou-se inspiração para a Sociedade Viva Cazuza, instituição de luta contra aids. “Eu procuro encontrar nessas crianças um sorriso dele. Tenho vários filhos aqui”, derrete-se pela instituição que atende 15 crianças em regime de internato. “Venho todos os dias aqui, menos sábado e domingo. Adultos são 200 mensalmente, que vêm buscar ajuda ou uma cesta básica”.

Num tributo ao ídolo, ela diz que não pode faltar o amor. Lucinha se intitula “difícil” para escolher uma versão preferida de música de Cazuza. “Sempre acho que a dele é melhor. ‘Codinome Beija-Flor’, o Luiz Melodia cantou quase tão bem quanto ele. Eu sempre brinco: ‘nossa, você quase superou o Cazuza’”. Ela não tem uma única música preferida de Cazuza, depende de seu estado de espírito. Mas gosta muito de “Um Trem Para as Estrelas” porque acha a letra muito bonita. “Eu ouço ele todo dia. Se não estou afim de ouvir, ligo o rádio e está lá tocando”.

No ano em que se faz 25 anos da perda do ídolo, os fãs ganham uma série de presentes. Está previso para o segundo semestre um CD com letras inéditas, musicadas por artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Bebel Gilberto, Seu Jorge, Xandy de Pilares, entre outros. Além disso, a reedição de “Só as Mães São Felizes”, livro que deu origem ao filme que trata da relação entre Lucinha e o filho, além da atualização de “Eu Preciso Dizer que te Amo”, um guia sobre as faixas e regravações do astro do rock nacional.

Foto: Divulgação

Negando que possa haver um novo documentário sobre Cajú, diz que fez tudo o que tinha de ser feito, enumerando filme, exposição, livros etc. “Não tenho nem mais idade. Ano que vem vou completar 80 anos, chega, já é bastante”, afirma ela, falando que seu principal objetivo é levar adiante todos os projetos que já estão em andamento.

De mensagem para os fãs, dispara a frase: “Volta, Cazuza. Eu sei que é impossível, mas alimenta muito a alma. Se ele não voltar, vou ao encontro dele. Depois do que eu passei, tiro qualquer coisa de letra. É uma coisa tão anti-natural os pais enterrarem os filhos, você fica vacinada para o resto da vida. Ele foi tão forte, tão corajoso, que não poderia ser diferente. Eu aprendi muito mais com ele do que ensinei”.

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Por André Aloi, especial para o Site RG
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SUCESSO INTERNACIONAL
Ela não tem uma única música preferida de Cazuza, depende de seu estado de espírito. Mas gosta muito de “Um Trem Para as Estrelas” porque acha a letra muito bonita. “Eu ouço ele todo dia. Se não estou afim de ouvir, ligo o rádio e está lá tocando. É maravilhoso. Melhor do que você ser famoso, é ter um filho famoso”, diz ela, que não é só no Brasil esse carinho. “Fui à Lisboa (Portugal) recentemente e fiquei boba como as pessoas conhecem ele. Cazuza nunca fez um show fora do Brasil. Fico impressionada. Eu encontrei gente na rua, fiquei boba. Falei: ‘meu Deus… olha o que ele perdeu, que pena que ele foi embora tão cedo’”.

O TEMPO NÃO PARA
Sobre o filme de Sandra Werneck e o Walter Carvalho, “Cazuza – O Tempo Não Pára”, de 2004, se sentiu horrível naquele filme. “Me achei tão chata, mas tão chata! Ou me pintaram chata ou eu sou assim. ‘Você zelava pelo seu filho’, ouvia deles. Mas eu falo que eu era chata mesmo. É porque eu só tinha um filho. Filho único, coitado, sofre muito”, explica, reforçando que não mudaria nada dessa relação. “Criança não vem com bula, só tive uma e aprendi tudo naquela. Se tivesse tido outras, talvez tivesse sido mais benevolente”. Ela tentou todos os métodos ao alcance à época, mas não teve sorte. “Deus sabe o que faz, que era pra ter tido um mesmo que ia me dar muito trabalho”.

RELAÇÃO MÃE E FILHO
Ainda sobre essa relação com o filho, ela não acredita que ele fosse difícil de lidar, mas os dois tinham gênios muito parecidos. “Eu casei com meu primeiro namorado, vivi em outros tempos, frequentei colégio de freira, obedecia pai e mãe. Ele nasceu em outra época, a da revolução sexual, de tudo. Então, a gente batia de frente de vez em quando. Mas o amor era muito grande, tanto comigo quanto o pai dele. Comigo, a relação era mais tumultuada, com o pai era mais calma. Mas o amor era igual. Temos uma família muito querida”, diz assim mesmo, no presente.

 

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Elba faz show animado com Toni Garrido, em Trancoso

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Por André Aloi, especial para o Site RG (Fotos: Carol Cairo)
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Elba Ramalho recebeu Toni Garrido no palco do Para-raio, neste domingo (4.01) à noite, em Trancoso (BA). Sem um setlist definido, os dois foram tocando o show como um karaokê. Animados, ainda dividiram palco com Gaby Amarantos, que fez show com Elba dois dias antes. Ela passa uns dias de férias na casa da cantora nesse paraíso baiano.

Antes do vocalista do Cidade Negra subir ao palco, houve um problema técnico e Elba foi obrigada a se retirar de cena. Cerca de meia hora depois, retomou o show de onde parou e explicou ao público o porquê de sua ausência. Uma pane no gerador, que superaqueceu, obrigou os técnicos a pararem a apresentação. Até que houvesse segurança novamente, eles não deixaram a diva baiana prosseguir.

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Elba estava saudosa em sua fala, relembrou que Cássia Eller foi a primeira artista a apostar nesse formato de show – quando Elba recebe um outro colega. É feito com o intuito de levantar verba para contribuir com obras sociais que a cantora colabora, como um instituto de câncer no Rio de Janeiro e o projeto Pró-vida, que orienta mães que querem fazer o aborto. “Fazer caridade é muito difícil, sempre faço sozinha. Dou um cachê simbólico para os artistas, outros devolvem, mas é uma obra bacana e me divirto com eles”.

A cantora afirmou que tem gente em Trancoso que gosta do tuntz tuntz, mas sua preferência é outra. “Gosto mesmo é de reggae e forró, dessa coisa de luau, que a faz em qualquer lugar. O importante é fazer esse movimento aqui”, fazendo referência às festas de fim de ano em que a maior pegada é a de música eletrônica.

_MG_1410Separado por blocos, Elba entrou em um primeiro momento para cantar “Anunciação”, de Luiz Gonzaga, “Vida de Gado”, de Zé Ramalho, “Gostoso Demais”, de Dominguinhos, “Vem Meu Amor”, de Banda Eva, e “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga. Depois, acompanhada de Toni, cantou “Onde Você Mora”, do Cidade Negra. Sozinho, o vocalista do Cidade cantou algumas músicas de Tim Maia, Gilberto Gil, Geraldo Azevedo, ainda se garantiu nos covers de “Is This Love”, de Bob Marley, e “My Love”, de Paul McCarteney.

Dos momentos mais emocionantes foi “Chão de Giz” em que Elba empunhou um violão. Na participação de Gaby Amarantos, cantaram junta “Feira de Mangaió” e, sozinha, deu play em seus dois sucessos: “Ex Mai Love” e “Beba Doida”. Ao dançar com Elba, disse que elas eram as odaliscas de Trancoso. Sem Gaby, Toni e Elba emprestaram sua voz para músicas de Skank, MC Leozinho, cujo refrão de “ela só pensa em beijar” foi substituído por “ela só pensa em orar/pra esse mundo melhorar”, além de Djavan, Kid Abelha, entre outros.

Em um dos momentos, ao cantar “Samurai”, Toni brincou com Elba. “Você já namorou Djavan?”, questionou o cantor. “Que pergunta é essa?”, retrucou a cantora. “Mas já?”, insistiu. “Todo mundo fala isso na música brasileira. A resposta é não”, cravou Elba, rindo.

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Gilberto Gil faz novas versões das músicas de 'O Rei Leão' para o teatro

Fotos gentilmente cedidas pela T4F

O musical da Broadway “O Rei Leão” só estreia no Brasil em março de 2013, mas jornalistas tiveram a oportunidade de conferir um sneak peak da produção, ainda que sem cenário, mas com os artistas originais e um coral nacional em uma coletiva de imprensa organizada pela T4F, nesta terça-feira (2), no Teatro Abril, em São Paulo. Participaram da conversa Thomas Schumacher (presidente do grupo Disney Theatrical) e Julie Taymor (direção, figurino, co-design de máscaras/fantoches e letras adicionais) do espetáculo, além de Gilberto Gil – responsável por adaptar as letras do musical ao português. Os representantes da Broadway participam, ainda esta semana, da rodada final de seleção dos atores que protagonizarão a montagem, que passou por fases eliminatórias em três capitais. O elenco, muito possivelmente sem rostos conhecidos pelo público, deve ser anunciado em janeiro.

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