Jup do Bairro anuncia sequência para “Corpo sem Juízo” dez anos após lançamento

Dez anos depois da sua estreia musical, Jup do Bairro vai lançar um novo single duplo. “Será uma repaginada de ‘Corpo sem Juízo’ e também vou fazer a segunda parte (dele). Ainda não tem (data de lançamento), mas espero que logo menos”, adiantou a cantora em primeira mão. Ainda não há nada certo sobre um disco ou coletânea. Militante LGBT+, a princesinha do Valo Velho (como é conhecida na periferia, como ela conta) é a convidada do podcast Aos Cubos neste 58º episódio.

Leia mais

Fernanda Souza transfere programa pra SP e pensa em canal no YouTube

Vão se passar praticamente 8 meses entre o fim da segunda temporada de “Vai, Fernandinha”, no Multishow, até que os novos episódios do programa de Fernanda Souza fiquem prontos. A terceira está prevista para estrear apenas em abril de 2018 e será gravada em São Paulo, diferente das duas no Rio de Janeiro. A produção busca agora casa com o skyline paulistano, mas com uma difícil tarefa: não ser rota de aviões. Entre os convidados-desejo estão pessoas que não conseguiram agenda anteriormente, como Claudia Raia, Bruna Marquezine, Marília Gabriela, Taís Araújo e Lázaro Ramos.

Para continuar “dando conteúdo para as pessoas”, Fernanda  pensa em ter um canal no YouTube. A atriz e apresentadora é a convidada do 27º episódio do podcast Aos Cubos, que vai ao ar excepcionalmente nesta quarta (09.08). “Já tinha essa ideia (há um tempo), mas achei que fosse rolar televisão, e foquei porque TV exige uma demanda muito grande de energia, e aí concilio o canal, porque sabia que a televisão seria algo temporário, e o canal é pra vida inteira”, explica.

“Comecei a gravar alguns vídeos. Foi a primeira vez que gravei para o meu canal. É muito diferente porque, quando você está no do outro, enquanto ele conduz, você fica fazendo fuleragem. Quando é seu você tem que produzir, pensar, falar. Mas achei muito gostoso”, ri. Entre os convidados de seu novo projeto estão na mira: Maísa Silva, LubaTaciele Albolea, Felipe Neto, entre outros. Internacionalmente, ela tem o sonho de conversar com Britney Spears (a quem ela chama carinhosamente de Neyde) e Shakira.

Ela não adianta uma data para a estreia, pois se diz muito pragmática. “Eu sou uma pessoa que quando quer fazer as coisas, penso até queimar… não é superprodução, mas não é uma câmera minha, que ligo e boto um abajur. Venho de televisão, gosto de ver algo parecido com aquilo que cresci vendo e fazendo. Mas estou sentindo o que quero. Já estou fazendo alguns vídeos, edito com uma pessoa depois outra”. Em um dos quadros, Fernanda colocou a sobrinha Isabeli, de 5 anos, para cozinhar nuggets. “Quase deu tudo errado”, ri de seu desastre na cozinha.

Ainda no programa, Fernanda relembrou os tempos de “Chiquititas” (quando viveu a Mili, no SBT), contou sobre traumas de infância – como o fato de ela nunca ter conseguido aprender a falar inglês – e os desenhos animados favoritos de sua época. Também participou dos quadros “Perguntas Exdrúxulas”, “Caderno de Perguntas” e “Rapidinhas”, falando sobre não ser uma pessoa muito boa com tecnologia (ela descobriu o Sarahah com a gente, e se mandou um recado). De volta a São Paulo, onde mora atualmente, ela conta como resolveu a mudança com Thiago André, o Thiaguinho, seu marido.

Na capital paulista, ela está em cartaz com o espetáculo “Meu Passado Não Me Condena”, onde conta – por meio de histórias irreverentes – os bastidores da vida de atriz. Ah, e ela brinca: “não é biografia, não tenho idade pra isso”. A peça está em cartaz no Teatro das Artes, no shopping Eldorado, às sextas (21h30), sábados (21h) e domingos (20h) até 24 de setembro. Ingressos variam de R$ 80 a R$ 90, dependendo da data. Compre aqui o seu!

[hr]

Participam deste podcast: André Aloi e Victor Albuquerque
Quer falar com a gente? Já sabe! Escreve para podcast@aoscubos.com
SIGA NAS REDES SOCIAIS: iTunes.RSSFacebookTwitter e Instagram!

Leia mais

"TV não é um indicador de sucesso", afirmam membros do Vanguart

Fernanda Kostchak e Helio Flanders, respectivamente violino e vocal da banda Vanguart, são os convidados do podcast Aos Cubos neste ultimo episódio que antecede as férias. A segunda temporada segue a partir de agosto, sempre às terças, às 15h33 (seja na plataforma Podcasts, da Apple, seja no Soundcloud e nos programas que indexam o .RSS do programa). O grupo acaba de lançar “Beijo Estranho” (produzido por Rafael Ramos, cuja capa é assinada por Juan Pablo Mapeto), primeiro depois de “Muito Mais Que o Amor”, de 2013, e tem muito a dizer.

“Viemos do independente e não conseguiríamos trabalhar de outra forma. Sempre fomos ativos nos projetos e sempre soubemos por onde tinhamos de ir (e até falando de mercado). Precisamos estar in loco, vendo e sentindo as coisas. Eu preciso sair para ver shows de bandas novas”, explica Flanders sobre sua visão da cena atual – e muito se reflete dessa década morando em SP. “O nosso público é maravilhoso porque já veio dessa desconstrução da mídia televisiva, internet e outras coisas. É um público que escreve, valoriza texto, fotografias, desenhos… Eles vão ficar muito felizes em nos ver na TV, mas não é um indicador de sucesso”, complementa Fernanda.

“Acho que é o melhor momento, estamos superflelizes com o álbum. É um marco na discografia, primeiro disco aos 30”, reforça Flanders. Eles afirmam que acompanham críticas, sejam elas de shows ou de disco. “Se desagradar, ou incomoda, servem (como lição, se você se identificar). Se aquilo incomodar é simplesmente para você saber que existe também essa opinião. Ninguém é obrigado (a nada), essa pessoa pensa dessa maneira e resolveu expressar. Não acredito que existam críticas venenosas. Pode até doer, mas não foi premeditad, pra te detonar”, afirma ela.

“Lembro de uma crítica maldosa, na época do primeiro disco. A gente, por habitar um lugar menor, as críticas são mais de release ou se aqueles que se debruçam sobre o trabalho. Existe uma fatia pequena ainda no jornalismo que é vaidosa e vai ao pitoresco e na polêmica e procurar coisas”, pontua Flanders. Eles falaram ainda sobre a segurança de compor em grupo (devido à intimidade que eles já têm), dos percalços para gravar um clipe e a turnê, que segue a todo o vapor. Depois da estreia em São Paulo, ganham o Brasil. Deve ter depeteco na capital paulista em agosto, mas Cuiabá está nos planos. Aguardem!

A entrevista encerra com a clássica pergunta: o que vocês gostariam de responder que não perguntamos. Hélio é rápido: “começaria tudo outra vez?”. E a resposta, em forma de música: “Começaria tudo outra vez. Se preciso fosse, meu amor. A chama em meu peito. Ainda queima, saiba”, exclama os versos de Gonzaguinha. Dê o play e até agosto!

[hr]

 

Participam deste podcast: André AloiVictor Albuquerque, Luís Bemti e Thyago Furtado.

Quer falar com a gente? podcast@aoscubos.com
SIGA NAS REDES SOCIAIS: iTunes.RSSFacebook, Twitter e Instagram!

Leia mais

Jacintho lançará single inédito; Ekena prepara estreia com disco

Jacintho e Ekena (junto de Lima, de sua banda) são os entrevistados do podcast Aos Cubos, neste 24º programa, lançado terça-feira (20.06). Enquanto o artista se prepara para lançar mais um single, chamado “Cê Já Pode Morrer” (primeiro passo após seu EP de estreia, lançado em 2016), Ekena vai finalmente lançar o primeiro disco cheio, chamado “Nó”, que contou parte com financiamento coletivo (Catarse).

“(Esse single) faz parte do planejamento, depois de ter lançado o EP gravado ao vivo, cujo resultado deu origem também a quatro vídeos, disponíveis no YouTube. A música e o clipe devem sair em agosto”, adianta Jacintho. “Vai ser um preparo para o disco, que só sai se as pessoas desejarem”, brinca. O álbum ainda não tem nome, mas o artista afirma que é muito influenciado por coisas relacionadas à flora. “Talvez venha alguma coisa nesse âmbito”.

Ekena faz piada sobre o debut, dizendo que vai desatar nós. “Foi superlegal fazer este disco. A gente gravou em janeiro (de 2017), e faltava esse processo de mixagem e masterização. É um catadão das músicas desde 2010 até 2016, a última que escrevi foi ‘Todxs Putxs’. Resolvi fazer, talvez em ordem cronológica, contando uma história de desatar nós mesmo, como eles foram se soltando até formar uma linha reta”. O lançamento está previsto para o segundo semestre.

“A internet nos possibilitou coisas muito boas”, afirma Jacintho ao comentar a dificuldade que bandas do interior sofrem, disputando espaço com formações feitas nas capitais. E também localmente, uma vez que a cena está lotada de gente que opta por fazer cover. Jornalista de formação, ele trabalhou como editor de Cultura em uma rádio sócio-educativo, no interior. Ali teve acesso a artistas, produtores e shows. “Foi legal para ter uma série de referências, quando decidiu que queria ser artista e não jornalista”. Com sua ida para o Sul do País, e sua saída da Johnny Sue, Jacintho foi fazer uma incursão pelas artes visuais. Na volta, resolveu aportar em Leme (distante 190 km da capital paulista), e onde mora atualmente.

Os dois relembram os tempos juntos, em Araraquara, na chamada Casa dos Artistas, a vida romântica, suas aceitações enquanto artistas e os causos de interior. Ah, e também falam da época em que Ekena era uma Caramelow (da banda de Liniker). “Eu não imaginava algumas coisas ou as via distantes. As pessoas têm que olhar para um outro ângulo, tem várias pessoas acontecendo, várias bandas incríveis nascendo (no sentido de estar sendo vistas agora), e acho que a gente tem de cavocar”, pontua Ekena.

 

[hr]

Quer falar com a gente? Já sabe! Escreve para podcast@aoscubos.com

SIGA NAS REDES SOCIAIS: iTunes.RSSFacebook, Twitter e Instagram!

Leia mais

Plutão já foi Planeta: "Por estar na TV, acham que virou rico e famoso"

Natalia Noronha e Khalil, da banda Plutão Já foi Planeta, são os convidados desta semana do poscast Aos Cubos, no ar nesta terça (23.05), disponível nas plataformas digitais (Soundcloud e Podcasts, da Apple). A banda, que participou do reality “Superstar”, da Globo, no ano passado, lança seu disco “A Última Palavra Feche a Porta” pela Slap – selo indie da Som Livre, de um contrato que veio logo após a passagem pelo musical.

Segundo o baterista, realities em geral têm a capacidade de jogar algo para cima ou o inverso. “É muito fácil disso acontecer, seja um BBB ou qualquer outro. Atinge algumas pessoas, mas você é esquecido ou apagado na sequência. É comum. Muita gente acha que, só por você ter chegado nesse ponto, sua vida está completamente linda, virou rico e famoso. Não é bem assim. Você sai e tem que continuar trabalhando. Rolou uma posição bacana, mas não o suficiente para relaxar. (…) A gente deu um duraço, se f… se deu bem. Mas tem que trabalhar muito ainda”, conclui Khalil.

Participar do reality somou muito e deixou um saldo positivo, segundo a vocalista. “A gente precisava de um upgrade. O programa foi exatamente isso. Chegamos a muitas pessoas muito rápido, o que reverteu em shows e acessos nas redes sociais”, explica. “Logo, a gente pegou um timing legal e lançou disco quando estava com mais gente conhecendo”. Álbum este que ganhou participações de Liniker e Maria Gadú.

Como surgiu a banda e influências são as coisas que eles mais detestam responder, mas “por que o nome?” e “o que vocês vão fazer caso Plutão volte a ser um planeta do sistema solar?” são as perguntas mais recorrentes respondidas pelo quinteto de Natal, que acaba de se mudar para São Paulo – muito em partes para colocar o disco na rua (ensaiar, fazer shows e mais), como dizem no meio musical. Os dois falaram ainda sobre os tempos de adolescência, a saudade de casa, além de trabalho. Eles participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas (temático) e, claro, Caderno de Perguntas. Play!


Quer falar com a gente? Já sabe! Escreve para podcast@aoscubos.com

SIGA NAS REDES SOCIAIS: iTunes.RSSFacebook, Twitter e Instagram!

Leia mais

"Tem que orkutizar o topless", diz Titi Muller em papo com Didi Effe

Titi Muller e Didi Effe são os convidados do podcast Aos Cubos, disponível nesta terça-feira (16.05) nas plataformas digitais. Femininja assumida, a apresentadora do “Anota Aí”, do Multishow, afirma que foi uma delícia gravar em Portugal, cuja estreia está marcada para 2 de junho no canal pago.

“Tem mais é que orkutizar o topless. Fiz um manifesto, não sei o quanto disso vai entrar na edição. Por que brasileira vai para a Europa e a primeira coisa que faz é botar os peitos de fora? Porque aqui não pode”, comenta, dizendo que pode estar -12º de temperatura, mas as brasileiras não desistem.

As coisas mais ‘uou’ dessa nova temporada não são muito publicáveis, segundo ela. Enquanto Didi odeia falar sobre idade (apesar de revelar no Caderno de Perguntas), entre as coisas que Titi detesta responder estão os lugares que gostaria de ir. A apresentadora tem um jeito de driblar essa questão: “gostaria muito de ir em algum lugar do planeta terra em que uma mulher se sinta segura, andando na rua sozinha à noite. Nunca fui”.

No segundo semestre, Titi estará – ao lado de Fernanda Souza e Eduardo Sterblitch – no “Humoristinhas”, nova atração do Multishow. “Quando me falaram fiquei meio assim por se tratar de um programa de humoristas infantis. Nas últimas gravações, fiquei deslumbrada, encantada, arrebatada e muito otimista com o futuro dessa nação, que está na mão dessas crianças. Eles estão dando um tapa na nossa cara de empatia, noção de mundo e sororidade. É muito f*…”, avalia. Ela também contou sobre o livro que está escrevendo, que faz um paralelo entre viajar a trabalho e a passeio.

Didi estará à frente da transmissão ao vivo do Billboard Music Awards (ao lado de Fernanda Braz), no Facebook da TNT, este domingo (21.05). Começa às 20h30, e promete performances de Miley Cyrus, Cher, Celine Dion, Ed Sheeran, Nicki Minaj, Imagine Dragons, Bruno Mars, Drake, Camila Cabello e John Legend.

[hr]

Quadros
Se pudessem escolher alguém para entrevistar, vivo ou morto, Didi iria de Madonna e David Bowie, enquanto Titi apontaria o microfone para Paul McCartney e John Lennon. Agora, se eles tivessem que perguntar algo sobre si, não passariam vontade. “Perco até o interesse”, brinca Didi. “Eu já falo tanto. Às vezes me perguntam abacaxi, eu respondo banana porque quero falar de banana. Quando me fazem uma pergunta que quero muito falar sobre, eu vejo e estou solando há uma hora e meia”, conclui Titi.

Os dois ainda lembraram os áureos tempos de MTV Brasil, onde começaram juntos nos idos de 2008. “Era muito anárquico, mas muito f… ter passado pelo final, foi muito triste. Foi como acompanhar a metástase de um amigo querido”, explica Titi. “Mas ao mesmo tempo muito orgulho de ter apagado a luz”, complementa Didi. “A gente segurou este caixão, vestido de Paquitas”, arremata ela.

Os dois falaram ainda sobre os tempos de adolescência, os micos na hora H e muito mais. Além de falar de trabalho, eles participaram dos quadros Top ou Flop (cujos assuntos estão elencados abaixo), Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas e, claro, Caderno de Perguntas.


TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/Qmt0UC – MTV põe fim à premiação por gênero e os prêmios de melhor atuação ficaram para o sexo feminino, com vitória de Emma Watson (por Bela, da live action “A Bela e a Fera”) na categoria filme e Millie Bobby Brown (Eleven de “Stranger Things”) na categoria série.

https://goo.gl/wfpaBT – Saiu a programação da Virada Cultural 2017. Entre os shows confirmados, artistas que já passaram pelo podcast (alô, alô Jaloo, As Bahias e a Cozinha Mineira, Baleia e Luiza Lian!). No palco, entre as avenidas Ipiranga com a São João, confirmou Gretchen, Molejo e É o Tchan!

https://goo.gl/imXPMo – Funerais com temática de super-heróis têm se tornado tendência nos EUA e Inglaterra. (Pessoas vestidas de Batman, Tartarugas Ninjas, Star Wars, Mickey Mouse e outros personagens). O clima solene e tristonho está perdendo espaço para um espírito mais ‘divertido’, mas sempre respeitoso, claro!).

Essa semana foi lançado o documentário “A Imagem Da Música”, que conta a história da MTB Brasil desde seu nascimento, auge e decadência. Tem entrevistas com músicos, ex-vjs e até nomes de artistas gringos, como Aerosmith, David Bowie e Robert Plant.

Por fim, a volta de Miley Cyrus, lançamento dos discos de Harry Styles e Paramore. e o novo clipe da Katy Perry.


Quer falar com a gente? Já sabe! Escreve para podcast@aoscubos.com

SIGA NAS REDES SOCIAIS: iTunes.RSSFacebook, Twitter e Instagram!

Leia mais

Banda Baleia prepara remake de "Ventura", do Los Hermanos

Gabriel Vaz é o convidado do podcast Aos Cubos deste 14º episódio (segundo da nova temporada), lançado nesta terça-feira (11.04). O vocalista do grupo carioca Baleia anunciou que sua banda está preparando um remake na íntegra do álbum “Ventura”, do Los Hermanos, para o Canal Bis – assim como SILVA fez aquele “canta Marisa Monte”, show que deu origem a um disco.

O programa será gravado em maio, possivelmente para ser lançado ainda este ano. Em 2018, o icônico disco do grupo liderado por Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante completa 15 anos de lançado. “Se ficar legal, a gente vai seguir. Porque não consegue tocar uma só vez. Vai querer aproveitar para fazer uns shows”, explica ele sem dar muitos detalhes do projeto. Outro projeto que a banda está encabeçando é reunir todos os covers que já fizeram em um único álbum.

Quem também participa da conversa é a fotógrafa de música (e retratista de celebridades) Carol Vianna, que entre outros projetos já clicou o Baleia algumas vezes. Ela aproveitou o espaço para fazer uma pergunta ao vocalista: “do processo todo, sua parte favorita é o palco?”. “Legal essa pergunta… A minha parte favorita é essa, sim, cada vez mais. É muito bom ir amadurecendo e você vai ganhando intimidade com o palco. Mas estou aproveitando cada vez mais. Quando ganha confiança, consegue fazer outras coisas. Antes, se tentava dançar, errava só porque estava inseguro. Agora, acerto”, explica ele.

No primeiro bloco, Vaz participa do “Top ou Flop”, quadro que apresenta assuntos da semana e você tem de escolher se é top (algo bom) ou flop (ruim). Entre os abordados estão o caso de assédio de José Mayer na Globo, soltar spoiler de realities e a passagem de Justin Bieber no Brasil. Os dois participam de outros quadros, como Caderno de Perguntas e Rapidinhas, abordando assuntos como “13 Reasons Why”, ufologia e com quem trocariam nudes.

Carol destacou, entre outros assuntos, seu projeto de retratos e entrevistas (com Fe Meirelles, ex-Capricho), chamado TrêsxQuatro. Ela ainda relembrou um momento do início de sua carreira, quando clicou Ana Cañas e Ney Matogrosso. “Perguntam como consigo fazer com que as pessoas se movimentem daquela forma e capturar o exato momento”, explica.


Quer falar com a gente? Já sabe! Escreve para podcast@aoscubos.com

SIGA NAS REDES SOCIAIS: iTunes.RSSFacebook, Twitter e Instagram!

Leia mais

"Não quero sair do País por sair", afirma Cauã Reymond

Cauã Reymond acaba de voltar de férias! E está produzindo um filme, com Laís Bodansky (do renomado “Bicho de Sete Cabeças”), em que interpretará Dom Pedro I – ainda sem data de estreia. O ator diz já ter recebido alguns convites para trabalhar fora do Brasil, mas hoje em dia não se vê focado no mercado internacional, pois aqui está com gente do melhor calibre. “Fui amadurecendo e entendendo o que quero e o que não quero mais”, pontua.

Ir para os Estados Unidos ou algum outro país pra ficar, entrar numa série, “você fica envolvido muito tempo”, afirma ele, comentando que o contrato para um jovem ator lá fora prende – e muito. “Eu prefiro ver um desses meus projetos cruzando essa barreira do que sair do País por sair. Quero que um desses projetos chame a atenção. Se mais convites surgirem (para atuar), vou estar super aberto”.

Esses trabalhos a que se refere são como produtor ou como coprodutor. Cauã esteve por trás das câmeras em “Alemão” (de José Eduardo Belmonte, lançado em 2014), “Tim Maia” (de Mauro Lima, também do ano passado) e “Curva do Rio Sujo” (Felipe Bragança). Na TV Globo, emendou papeis como ator nas minisséries “Amores Roubados” e “O Caçador”, além da novela “A Regra do Jogo”. Também gravou a minissérie “Dois Irmãos”, que segue engavetada e não tem previsão de estreia.

Aqui no Brasil, ele explica que consegue manter uma vida tranquila e lida bem com o assédio no Rio de Janeiro, onde mora. “Eu paro e converso com os fãs. Se estou em uma ligação importante, deixo a pessoa saber. Acho que sou simpático por natureza, meu avô era assim. Isso foi muito importante na minha criação. Pra mim não é um grande desafio”.

Como começou jovem, se diz muito responsável com o que faz. “Sou criterioso com as pessoas com quem trabalho. O artista tem que ter uma relação legal com o público dele. Eu tento seguir meu instinto, sinto que sou muito bem assessorado. Levo meu trabalho muito a sério. Me preocupo, quero sempre apresentar um bom trabalho, e não só um trabalho em termos de dramaturgia”, avalia. “Tenho trabalhos que foram destaque, tanto de críticos, quanto de público. Como todas as carreiras, inclusive as mais geniais, sinto que eu venho conquistando um espaço sólido”.

E se pudesse dar um conselho para o Cauã de quando começou, na época de Mau Mau, da “Malhação”. Qual seria? “Continuar a levar a sério da mesma forma que faço hoje. Me sinto mais amadurecido, meu olhar através da experiência que conquistei é mais amplo. Consigo enxergar melhor as coisas. Mas tudo o que acontece hoje, eu já tinha desejava que acontecesse naquela época. Tentei subir degrau por degrau”.

Cauã acaba de voltar de férias com a namorada, a apresentadora Mariana Goldfarb. Estavam curtindo na África do Sul, segundo ele, e foi muito bom. “Eu surfei em Jeffreys Bay, que é conhecida como uma das maiores ondas,e foi onde teve o ataque àquele surfista (Mick Fanning) ano passado. Falaram para eu nunca entrar no mar sozinho, pois caso o tubarão me pegasse, teria 50% de chances para mim e pra outra pessoa. Dei sorte, peguei um mar bom. Fiz safáris e visitei parques nacionais”.


[hr]
NAS TELINHAS
Longe da TV desde “A Regra do Jogo”, Cauã Reymond voltará às telinhas no segundo semestre, na minissérie “Justiça”, provavelmente em agosto. Na trama, ele viverá par romântico com Marjorie Estiano. Dirigida por Mauro Mendonça Filho, mesmo diretor de “Amores Roubados”, será rodada em Recife (PE).

[hr]
siterg Por André Aloi, especial para o Site RG
O texto acima é uma r
eprodução; veja a publicação original

Leia mais

“Acho que eu sou um romântico mesmo", confessa João Suplicy

“Acho que eu sou um romântico mesmo e, no show, conto isso. Percebi que quando estou, de fato, apaixonado, faço música sem parar”. A frase é de João Suplicy, que vai levar seu quarto para o Ao Vivo Music Hall, nesta sexta (08.04), em Moema, em SP. É um novo show, baseado em seu programa semanal “Violão Ao Vivo do Quarto”, quando apresenta faixas inéditas e covers no Facebook Live, em sua página na rede social, ao vivo de sua casa. Mas é verdade, seu quarto será recriado em cena..

Ele descarta a possibilidade de duetos, mas quem sabe não role uma participação de seu pai, Eduardo Suplicy, ou o próprio irmão, Supla. Na apresentação, ele conta as histórias de quando se apaixonou e fez determinada música em homenagem ao amor, ou quando conquistou outra mulher, e não deu certo. Todas as faixas são autobiográficas, meio que um relato de sua vida. “Tem uma de quando estava apaixonado por uma garota e ela não estava afim, que virou o blues ‘Deixa o Tempo Trabalhar’.”

João Suplicy 5Há ainda “Dicionário do amor” e outra chamada ‘Tudo Ou Nada”, todas quase inéditas (porque já havia apresentado em seu semanal), que ele pretende reunir em um EP até o fim do ano. Até lá, vai soltar singles , um por vez, nas plataformas digitais. Ele revela que não está namorando ninguém agora e há uma uma música – chamada “Solteiro e Vagabundo”, cuja letra diz: “Daquele amor já me despedi, agora tá tudo bem, não devo nada a ninguém, quero sair por ai (…) Eu tô na pista, pode procurar. Também estou no virtual (…) Largado no mundo, vou ficar até que chegue outro amor para me apaixonar”.

Apesar de a letra citar relacionamentos em tempos de Tinder (rede social de relacionamentos, destinada a encontros), ele diz que não saiu em nenhum date com alguém que conheceu no aplicativo. “Não, não”, riu. A letra fala sobre a patrulha digital, de quando alguém curte a foto do outro etc. “Dentre essas músicas, tem algumas que foram feitas há algum tempo, mas não cabiam no conceito da banda, o Brothers Of Brazil (seu projeto de verve mais rock ao lado do irmão, Supla”, explica. “Muitas ficaram esperando o momento correto pra ganharem vida”.

Segundo ele, enquanto o repertório de sua banda era a maior parte em inglês, as novas faixas flertam com a música popular brasileira – isso, se você considerar Paralamas do Sucesso e Arnaldo Antunes como parte dessa vertente, mais do que Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque. “Tenho referências muito diversas, mais amplas do que a MPB, como Blues e Rock. De muitas coisas que coloco na minha música, e não me importo (sua classificação), componho muito mais focado num Blues ou compor um Samba e transformar ele num Rockabilly. Uso essas referências, do que ouvi a vida inteira, pra fazer minha música”.

Esse formato voz e violão permite infinitas possibilidades. Ao vivo, ele vai fazer um cover de Elvis Presley e, em outro momento, interpretar Vinicius de Moraes com Baden Powell. No mínimo, curioso!

João Suplicy 6
[hr]
siterg Por André Aloi, especial para o Site RG
O texto acima é uma r
eprodução; veja a publicação original

Leia mais

Rico Dalasam sobre álbum de estreia: “é otimista, pra frente”

Rico Dalasam – primeiro artista brasileiro de queer rap – está debruçado sobre seu primeiro disco, sucessor do EP “Modo Diverso”. O álbum está em fase de produção, mas o rapper já gravou algumas coisas. No entanto, não dá pra falar com quem fará parcerias. “A gente corre pra caramba e esquece de celebrar os avanços, o que já foi pior e hoje está melhor. O disco é otimista, pra frente, cheio de esperança nas coisas que a gente está fazendo, em nossas buscas”, explica.

Para o CD, ele acredita ter construído um espaço. E a ideia é aumentá-lo. “A gente passou o ano inteiro com a hashtag #ofervoéprotesto. E gente viu que, através dele, consegue trazer mudanças. É um jeito diferente de criar políticas. E o disco quer ir para esse lado, de continuar construindo lições novas por meio da celebração. Não sei fazer do jeito triste, pesado. Tem que ser leve e fazer voar”, acrescenta.

Há uma música chamada “Norte”, que ele ainda não sabe se vai abrir o disco, mas fala sobre conseguir avançar e tornar um sonho possível e feliz. “É a direção que a gente escolheu nessa saga. Percebeu que era possível e quer voar mais alto”, analisa. Tem uma outra que fala sobre o medo de arriscar: “se soubesse que seria tão incrível, teria apostado e mergulhado nisso antes. Às vezes, há um medo e depois que acontece, vê que perdeu tempo. Não só para a música, mas para outras situações. Se pudesse mandar um recado pro passado, diria: vai”.

Rico confessa que fez o EP “cheio de medo”, pois não sabia o que iria acontecer. “Enquanto gravava as músicas, via os os índices de homicídio de pessoas que morrem por causa da homofobia nas periferias crescer. E o quanto esses casos se encontravam com as pessoas negras. Não tem como falar que não estava com medo. Era algo muito pessoal”, desabafa.

Segundo ele, o primeiro trabalho existiu muito para o apresentar. “Qual a minha visão sobre mim e o que está à minha volta. E ele teve um papel muito eficaz, chegou para muita gente. Agora, o disco, vem para celebrar os melhores orgulhos. No rap, as pessoas não esperam que a gente faça música para celebrar. A minha ideia é fazer um disco que quebre esse paradigma”, finaliza.

Se fosse ano passado, ele diz que estaria muito nervoso para a estreia do “Fervo do Dalasam”, na Choperia do Sesc Pompeia. “Não tinha um público que ia ver, talvez só pessoas dispostas a criar uma crítica sobre ou análise. Muita gente ia e não se entregava. Ia só para ver se era aquilo que leu. Hoje, já tem pessoas que se amarram e gostam. Então, estou muito mais preocupado em construir um show lindo e, na hora, curtir com as pessoas. Quem tiver de braços cruzados, que seja contagiado”. É o que espera.

Leia mais