“Arte de me manter viva”, diz Linn da Quebrada sobre relevância de “Pajubá”

Linn da Quebrada é a convidada do podcast Aos Cubos nessa reta final da segunda temporada. Ela é a atração do programa de número 44, que foi ao ar na última terça-feira (05.12). Para ela, ser artista é criar sobre o seu corpo, sua estética, principalmente para falar abertamente dos seus afetos, desejos, sexualidade e vontades. “Minha arte não  tem a ver com o palco. E não é estar no palco, lançar um disco, que me faz artista. Para mim, a arte que acho mais importante, que mais tem relevancia, é de se manter viva, principalmetne vinda dessas travestis, ouvindo suas histórias, que passam anônimas”. Ao se lançar como cantora, ela conseguiu se organizar no seu caos, já que vinha estudando o corpo como voz, além do teatro, dança e performance. Era uma espécie de magia acontecendo.

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