“É uma reverência às Kardashians”, brinca Gretchen sobre novo reality do Multishow

Maria Odete Brito de Miranda Marques, mais conhecida como Gretchen, e sua família são as estrelas do novo reality do canal pago Multishow. A cantora participou de uma conversa com o podcast Aos Cubos, no ar nesta quarta (18.04), para falar sobre o programa, que estreia no dia 23, às 22h, logo após o “Vai que Cola”. “Diferente de tudo o que já fiz na vida”, explica ela sobre seu terceiro programa da vida real. Ela já participou anteriormente de “A Fazenda”, em 2012, e “Power Couple”, em 2016, ambos da Record. Uma equipe a acompanhou nos últimos quatro meses e passou por diferentes situações e locais, desde o encontro com Katy Perry a viagens nacionais e internacionais.

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“Agora todo mundo tem medo de me mandar áudio”, brinca Anelis Assumpção após usar trechos de Whatsapp em músicas

Aclamado pela mídia especializada, “Taurina” é o recém-lançado terceiro disco de Anelis Assumpção, que é a convidada do podcast Aos Cubos nesta quarta (11.04). Este é o encerramento de uma trilogia, apontando para um futuro em que ela pretende ter um som novo, desfrutar de novas companhias, mas ainda é muito cedo para pensar nisso. Afinal, o disco vive um momento muito bom.

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Especial Lollapalooza 2018 – Com participações de Didi Wagner e Sabrina Parlatore, podemos dizer: “nossa MTV está viva!”

O programa de número 51 é parecido com as coberturas de eventos que fizemos anteriormente, como no Rock in Rio em 2017. Durante os três dias de Lollapalooza (dias 23, 24 e 25 de março), André Aloi e Victor Albuquerque conversaram com quem passou pelo Lolla Lounge e a pirâmide de Doritos (outro camarote do evento). Abaixo, algumas das sonoras que fizemos e as fotos que tiramos no evento. Play!

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"TV não é um indicador de sucesso", afirmam membros do Vanguart

Fernanda Kostchak e Helio Flanders, respectivamente violino e vocal da banda Vanguart, são os convidados do podcast Aos Cubos neste ultimo episódio que antecede as férias. A segunda temporada segue a partir de agosto, sempre às terças, às 15h33 (seja na plataforma Podcasts, da Apple, seja no Soundcloud e nos programas que indexam o .RSS do programa). O grupo acaba de lançar “Beijo Estranho” (produzido por Rafael Ramos, cuja capa é assinada por Juan Pablo Mapeto), primeiro depois de “Muito Mais Que o Amor”, de 2013, e tem muito a dizer.

“Viemos do independente e não conseguiríamos trabalhar de outra forma. Sempre fomos ativos nos projetos e sempre soubemos por onde tinhamos de ir (e até falando de mercado). Precisamos estar in loco, vendo e sentindo as coisas. Eu preciso sair para ver shows de bandas novas”, explica Flanders sobre sua visão da cena atual – e muito se reflete dessa década morando em SP. “O nosso público é maravilhoso porque já veio dessa desconstrução da mídia televisiva, internet e outras coisas. É um público que escreve, valoriza texto, fotografias, desenhos… Eles vão ficar muito felizes em nos ver na TV, mas não é um indicador de sucesso”, complementa Fernanda.

“Acho que é o melhor momento, estamos superflelizes com o álbum. É um marco na discografia, primeiro disco aos 30”, reforça Flanders. Eles afirmam que acompanham críticas, sejam elas de shows ou de disco. “Se desagradar, ou incomoda, servem (como lição, se você se identificar). Se aquilo incomodar é simplesmente para você saber que existe também essa opinião. Ninguém é obrigado (a nada), essa pessoa pensa dessa maneira e resolveu expressar. Não acredito que existam críticas venenosas. Pode até doer, mas não foi premeditad, pra te detonar”, afirma ela.

“Lembro de uma crítica maldosa, na época do primeiro disco. A gente, por habitar um lugar menor, as críticas são mais de release ou se aqueles que se debruçam sobre o trabalho. Existe uma fatia pequena ainda no jornalismo que é vaidosa e vai ao pitoresco e na polêmica e procurar coisas”, pontua Flanders. Eles falaram ainda sobre a segurança de compor em grupo (devido à intimidade que eles já têm), dos percalços para gravar um clipe e a turnê, que segue a todo o vapor. Depois da estreia em São Paulo, ganham o Brasil. Deve ter depeteco na capital paulista em agosto, mas Cuiabá está nos planos. Aguardem!

A entrevista encerra com a clássica pergunta: o que vocês gostariam de responder que não perguntamos. Hélio é rápido: “começaria tudo outra vez?”. E a resposta, em forma de música: “Começaria tudo outra vez. Se preciso fosse, meu amor. A chama em meu peito. Ainda queima, saiba”, exclama os versos de Gonzaguinha. Dê o play e até agosto!

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Participam deste podcast: André AloiVictor Albuquerque, Luís Bemti e Thyago Furtado.

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Jacintho lançará single inédito; Ekena prepara estreia com disco

Jacintho e Ekena (junto de Lima, de sua banda) são os entrevistados do podcast Aos Cubos, neste 24º programa, lançado terça-feira (20.06). Enquanto o artista se prepara para lançar mais um single, chamado “Cê Já Pode Morrer” (primeiro passo após seu EP de estreia, lançado em 2016), Ekena vai finalmente lançar o primeiro disco cheio, chamado “Nó”, que contou parte com financiamento coletivo (Catarse).

“(Esse single) faz parte do planejamento, depois de ter lançado o EP gravado ao vivo, cujo resultado deu origem também a quatro vídeos, disponíveis no YouTube. A música e o clipe devem sair em agosto”, adianta Jacintho. “Vai ser um preparo para o disco, que só sai se as pessoas desejarem”, brinca. O álbum ainda não tem nome, mas o artista afirma que é muito influenciado por coisas relacionadas à flora. “Talvez venha alguma coisa nesse âmbito”.

Ekena faz piada sobre o debut, dizendo que vai desatar nós. “Foi superlegal fazer este disco. A gente gravou em janeiro (de 2017), e faltava esse processo de mixagem e masterização. É um catadão das músicas desde 2010 até 2016, a última que escrevi foi ‘Todxs Putxs’. Resolvi fazer, talvez em ordem cronológica, contando uma história de desatar nós mesmo, como eles foram se soltando até formar uma linha reta”. O lançamento está previsto para o segundo semestre.

“A internet nos possibilitou coisas muito boas”, afirma Jacintho ao comentar a dificuldade que bandas do interior sofrem, disputando espaço com formações feitas nas capitais. E também localmente, uma vez que a cena está lotada de gente que opta por fazer cover. Jornalista de formação, ele trabalhou como editor de Cultura em uma rádio sócio-educativo, no interior. Ali teve acesso a artistas, produtores e shows. “Foi legal para ter uma série de referências, quando decidiu que queria ser artista e não jornalista”. Com sua ida para o Sul do País, e sua saída da Johnny Sue, Jacintho foi fazer uma incursão pelas artes visuais. Na volta, resolveu aportar em Leme (distante 190 km da capital paulista), e onde mora atualmente.

Os dois relembram os tempos juntos, em Araraquara, na chamada Casa dos Artistas, a vida romântica, suas aceitações enquanto artistas e os causos de interior. Ah, e também falam da época em que Ekena era uma Caramelow (da banda de Liniker). “Eu não imaginava algumas coisas ou as via distantes. As pessoas têm que olhar para um outro ângulo, tem várias pessoas acontecendo, várias bandas incríveis nascendo (no sentido de estar sendo vistas agora), e acho que a gente tem de cavocar”, pontua Ekena.

 

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Entre erros e acertos, Milkshake deixa legado como Parada "indoor"

O festival Milkshake, que teve sua primeira edição nesta sexta-feira (16.06), em São Paulo, foi o que muitos chamariam de festa da democracia – uma parada “indoor”, cheia de atrações escolhidas a dedo para agradar prioritariamente o público LGBT. Nunca havia presenciado tamanha diversidade dentro de um único evento, com públicos tão diferentes convivendo em harmonia. De um lado, o mais pop do meio gay (que se apropriou do palco Live após a performance de Hercules and Love Affair) aos amantes de música eletrônica, que ocuparam a pista principal e o clubinho da Audio, além de uma outra pista. Erraram ao fechar cedo a pista onde aconteceu um Carnaval fora de época. Foram mais de 10 mil pessoas e 44 atrações, segundo a organização.

Karol Conka e todo seu rap de militância para fazer dançarDepois dos shows energéticos de Banda Uó e Karol Conká, a outra principal atração da noite, Pabllo Vittar foi a única unanimidade. Anunciado por Fernanda Lima, seu show percorreu o EP de estreia, primeiro disco de inéditas e até o recente single com Major Lazer e Anitta. Nesse momento, os outros palcos estavam mais vazios. O que o público queria mesmo era fazer o bumbum tremer quando o grave batesse. Na sequência da drag do “Amor e Sexo”, outro destaque foi o bloco da Preta (Gil), que não conseguiu segurar o público (eu incluso), já exausto por estar no espaço de eventos da Barra Funda há horas em pé (as apresentações começaram às 16h).

Quem chegou cedo não enfrentou dificuldade para conseguir os cartões de consumação pré-pagos. Por volta das 22h, havia muita fila para recarregar e a falta de cartão era sentida em muitos caixas ambulantes. Poucos ainda tinham cartões virgens para aquisições (que custavam R$ 6, retornáveis no fim), tanto na praça de alimentação (com food trucks) como na pista onde mais cedo havia ocorrido a passagem dos trios elétricos do Carnaval fora de época. Muita gente foi embora com sua comanda, devido à falta de informação. Apenas um lugar os recebia e devolvia o que havia sobrado, incluindo o valor do empréstimo. Fui a três lugares até informarem que era no caixa do último palco – bem distante da saída..

Bloco da Preta iniciou a apresentação por volta das 4h de sábado (17.06)

Aliás, erro grande deixar a pista do Carnaval morrer no início da noite. Quem não quis ver as apresentações ao vivo não tinha para onde correr. Ou sentava no chão, ia para a praça de alimentação, fumódromos ou se escovara em algum lugar ou corredores. Enquanto isso, os camarotes superiores do palco na Audio estavam vazios. Faltaram áreas de descanso e chill out – já que não tinha a grama pra se jogar. E os seguranças não permitiam pausa nem para foto nas passagens de uma pista para outra.

Ponto positivo vai para a pontualidade das apresentações (pelo menos no Live Stage, onde permaneci a maior parte do tempo). Peguei a programação e estavam bem pontuais. No entanto, quando cheguei para o show do Hercules… não sabia que eram eles que já estavam performando. Nenhum telão, neon, LED ou placa informava quem estava em cena, algo corrigido nos seguintes. Também senti falta de totens de info ou mapa dos palcos. Olhando pra cima, você observava placas de direcionamento. E só!

Lily Scott, uma das DJs que animou o público entre um artista e outro

Haviam espaços e palcos escondidos… se você não foi com o line-up ou estrutura decorados, possivelmente passou incólume a estes lugares. Durante os shows, senti falta daqueles caras, passando pelo público, vendendo cerveja – apesar de a fila nos bares ser bem curtinha, ao contrário dos banheiros. Mais por comodidade mesmo.

Confesso que na última semana fiquei com medo de não lotar. Mas pelo tempo que tiveram de colocar o evento em pé, já com vendas e escolha de line-up, o Milkshake já deixa um legado para os próximos anos. Quem sabe, dividindo as atrações em dois dias, a gente aguentaria ficar mais tempo em pé (ou fazendo check-in no chão). Fico pensando: eles gastaram ótimas “armas” gays no line-up desse ano, agora quem mais tem a força para completar os postos de headliners do ano que vem? Em resumo, o evento foi uma festa. Reforço a celebração e harmonia entre os públicos tão diferentes, mas que soube conviver perfeitamente.

Rihanna no Rock in Rio inspired? Davi Sabbag, Candy Mel e Mateus Carrilho

Outro destaque que merece aplausos foi o espaço para performers anônimos e famosos, além do suporte à cultura drag. Ouvi de um amigo que a estrutura parecia do RuPaul’s Dragcon – evento da Mamma Ru a fim de fazer com que os fãs de seu reality tenham a chance de encontrar e interagir com renomadas celebridades e ícones da criatividade, em um ambiente amistoso e acessível.

Elenquei aqui os pontos críticos para mim. Vocês podem discordar. A área de comentários está aí para isso. O público pode ter lotado o espaço de eventos, mas não encheria o Autódromo de Interlagos – fora de mão e distante demais entre um palco e outro. Que venha a edição 2018!

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Fotos gentilmente cedidas pela assessoria da Audio Club. Cliques de Leandro Godoi

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Plutão já foi Planeta: "Por estar na TV, acham que virou rico e famoso"

Natalia Noronha e Khalil, da banda Plutão Já foi Planeta, são os convidados desta semana do poscast Aos Cubos, no ar nesta terça (23.05), disponível nas plataformas digitais (Soundcloud e Podcasts, da Apple). A banda, que participou do reality “Superstar”, da Globo, no ano passado, lança seu disco “A Última Palavra Feche a Porta” pela Slap – selo indie da Som Livre, de um contrato que veio logo após a passagem pelo musical.

Segundo o baterista, realities em geral têm a capacidade de jogar algo para cima ou o inverso. “É muito fácil disso acontecer, seja um BBB ou qualquer outro. Atinge algumas pessoas, mas você é esquecido ou apagado na sequência. É comum. Muita gente acha que, só por você ter chegado nesse ponto, sua vida está completamente linda, virou rico e famoso. Não é bem assim. Você sai e tem que continuar trabalhando. Rolou uma posição bacana, mas não o suficiente para relaxar. (…) A gente deu um duraço, se f… se deu bem. Mas tem que trabalhar muito ainda”, conclui Khalil.

Participar do reality somou muito e deixou um saldo positivo, segundo a vocalista. “A gente precisava de um upgrade. O programa foi exatamente isso. Chegamos a muitas pessoas muito rápido, o que reverteu em shows e acessos nas redes sociais”, explica. “Logo, a gente pegou um timing legal e lançou disco quando estava com mais gente conhecendo”. Álbum este que ganhou participações de Liniker e Maria Gadú.

Como surgiu a banda e influências são as coisas que eles mais detestam responder, mas “por que o nome?” e “o que vocês vão fazer caso Plutão volte a ser um planeta do sistema solar?” são as perguntas mais recorrentes respondidas pelo quinteto de Natal, que acaba de se mudar para São Paulo – muito em partes para colocar o disco na rua (ensaiar, fazer shows e mais), como dizem no meio musical. Os dois falaram ainda sobre os tempos de adolescência, a saudade de casa, além de trabalho. Eles participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas (temático) e, claro, Caderno de Perguntas. Play!


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"Tem que orkutizar o topless", diz Titi Muller em papo com Didi Effe

Titi Muller e Didi Effe são os convidados do podcast Aos Cubos, disponível nesta terça-feira (16.05) nas plataformas digitais. Femininja assumida, a apresentadora do “Anota Aí”, do Multishow, afirma que foi uma delícia gravar em Portugal, cuja estreia está marcada para 2 de junho no canal pago.

“Tem mais é que orkutizar o topless. Fiz um manifesto, não sei o quanto disso vai entrar na edição. Por que brasileira vai para a Europa e a primeira coisa que faz é botar os peitos de fora? Porque aqui não pode”, comenta, dizendo que pode estar -12º de temperatura, mas as brasileiras não desistem.

As coisas mais ‘uou’ dessa nova temporada não são muito publicáveis, segundo ela. Enquanto Didi odeia falar sobre idade (apesar de revelar no Caderno de Perguntas), entre as coisas que Titi detesta responder estão os lugares que gostaria de ir. A apresentadora tem um jeito de driblar essa questão: “gostaria muito de ir em algum lugar do planeta terra em que uma mulher se sinta segura, andando na rua sozinha à noite. Nunca fui”.

No segundo semestre, Titi estará – ao lado de Fernanda Souza e Eduardo Sterblitch – no “Humoristinhas”, nova atração do Multishow. “Quando me falaram fiquei meio assim por se tratar de um programa de humoristas infantis. Nas últimas gravações, fiquei deslumbrada, encantada, arrebatada e muito otimista com o futuro dessa nação, que está na mão dessas crianças. Eles estão dando um tapa na nossa cara de empatia, noção de mundo e sororidade. É muito f*…”, avalia. Ela também contou sobre o livro que está escrevendo, que faz um paralelo entre viajar a trabalho e a passeio.

Didi estará à frente da transmissão ao vivo do Billboard Music Awards (ao lado de Fernanda Braz), no Facebook da TNT, este domingo (21.05). Começa às 20h30, e promete performances de Miley Cyrus, Cher, Celine Dion, Ed Sheeran, Nicki Minaj, Imagine Dragons, Bruno Mars, Drake, Camila Cabello e John Legend.

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Quadros
Se pudessem escolher alguém para entrevistar, vivo ou morto, Didi iria de Madonna e David Bowie, enquanto Titi apontaria o microfone para Paul McCartney e John Lennon. Agora, se eles tivessem que perguntar algo sobre si, não passariam vontade. “Perco até o interesse”, brinca Didi. “Eu já falo tanto. Às vezes me perguntam abacaxi, eu respondo banana porque quero falar de banana. Quando me fazem uma pergunta que quero muito falar sobre, eu vejo e estou solando há uma hora e meia”, conclui Titi.

Os dois ainda lembraram os áureos tempos de MTV Brasil, onde começaram juntos nos idos de 2008. “Era muito anárquico, mas muito f… ter passado pelo final, foi muito triste. Foi como acompanhar a metástase de um amigo querido”, explica Titi. “Mas ao mesmo tempo muito orgulho de ter apagado a luz”, complementa Didi. “A gente segurou este caixão, vestido de Paquitas”, arremata ela.

Os dois falaram ainda sobre os tempos de adolescência, os micos na hora H e muito mais. Além de falar de trabalho, eles participaram dos quadros Top ou Flop (cujos assuntos estão elencados abaixo), Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas e, claro, Caderno de Perguntas.


TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/Qmt0UC – MTV põe fim à premiação por gênero e os prêmios de melhor atuação ficaram para o sexo feminino, com vitória de Emma Watson (por Bela, da live action “A Bela e a Fera”) na categoria filme e Millie Bobby Brown (Eleven de “Stranger Things”) na categoria série.

https://goo.gl/wfpaBT – Saiu a programação da Virada Cultural 2017. Entre os shows confirmados, artistas que já passaram pelo podcast (alô, alô Jaloo, As Bahias e a Cozinha Mineira, Baleia e Luiza Lian!). No palco, entre as avenidas Ipiranga com a São João, confirmou Gretchen, Molejo e É o Tchan!

https://goo.gl/imXPMo – Funerais com temática de super-heróis têm se tornado tendência nos EUA e Inglaterra. (Pessoas vestidas de Batman, Tartarugas Ninjas, Star Wars, Mickey Mouse e outros personagens). O clima solene e tristonho está perdendo espaço para um espírito mais ‘divertido’, mas sempre respeitoso, claro!).

Essa semana foi lançado o documentário “A Imagem Da Música”, que conta a história da MTB Brasil desde seu nascimento, auge e decadência. Tem entrevistas com músicos, ex-vjs e até nomes de artistas gringos, como Aerosmith, David Bowie e Robert Plant.

Por fim, a volta de Miley Cyrus, lançamento dos discos de Harry Styles e Paramore. e o novo clipe da Katy Perry.


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"Acredito no poder de cura do amor", afirma Ana Muller

Ana Muller é a convidada do podcast Aos Cubos, que foi ao ar nesta terça-feira (09.05). Na segunda temporada, este é o 18º programa. A artista dedicou o EP às pessoas com problemas psiquiátricos e em depressão, hoje serve de exemplo para quem passa pelos mesmos problemas. “Cheguei a pesar 36 kg, estava doente. Meus fãs acompanharam de perto, então nada mais justo. Aos poucos, as doenças precisam ser faladas para ser compreendidas”, avalia.

“Acredito no poder do amor, ele tem um poder de cura fanstástico. Amor romântico, de amigo, de família. A falta desse amor é que causa a depressão, em especial a do amor próprio”, exemplifica, dizendo que desconhece outros artistas que falem abertamente sobre o tema. “Não sei se me considero corajosa. Sempre fui uma pessoa que já chega com os dois pés na porta. Não nasci para ficar me escondendo”, comenta sobre falar abertamente sobre orientação sexual.

Antes da internet, Ana afirma que “não lacrava” em nada. “Essa parada de fã é muito estranha porque sempre fui impopular, a pessoa esquisita, que ficava lá atrás, no fundo e não ter muitas amizades ou estar naquela turma descolada. Eu era justamente o contrário”, recorda.

Como na música, Ana diz que já teve alucinações. “Pra mim, é elucidação. Já tive algumas, por exemplo, pelo uso da ayahuasca (santo Daima), em que fui para uma dimensão completamente diferente”, exemplifica. Ela toma o chá há oito meses e comenta que a primeira vez foi perturbador. “Comigo foi muito forte porque tenho 25 anos e durante 24 tive uma depressão muito profunda, que tratamentos, remédios, psicólogos e terapia não resolviam”.

Ela explica que teve períodos de melhora, mas já havia decidido acabar com a própria vida. Esta seria sua última chance. “Me reencontrei. Em 1h30, me descontruí e descobri coisas a meu respeito que 24 anos de remédio e terapia não resolveram. Sua cabeça vira um turbilhão. Você começa entender e vem um sentimento de paz e gratidão. Minha vida mudou completamente”. Depois da experiência, Ana compôs uma música chamada “Mundo Novo” que fala sobre esse despertar: “de a gente reclamar muito do mundo e não fazer nada para mudar”.

Desorganização e fome são coisas que tiram Ana do sério. E se diz muito metódica “Quando vou ver, penso: que coisa insuportável. Eu tenho métodos. Se não seguir aquilo, vai me dando uma aflição. Às vezes, a gente vai fazer um show, vou para o hotel, e tenho que organizar as coisas. Vou tirando a roupa e dobrando, coloco em cima da pia, sabe? É muita mania que eu tenho”, ri. “Se ficar com fome, a minha fisionomia muda e é incontrolável e tudo pra mim tá ruim”, afirma, dizendo que entre suas comidas favoritas estão frango com quiabo e fígado acebolado.

Ana é capixaba, mora em Vitória (ES), tem mais de 13 milhões de views e 170 mil fãs nas redes sociais. A cantora responde com sinceridade ao Caderno de Perguntas e Perguntas Esdrúxulas, lembra casos da adolescência, e – claro – fala de coisas sérias no último bloco, direcionado ao trabalho. Play!

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TOP OU FLOP
Assuntos interessantes e que deram o que falar na semana:

https://goo.gl/4xAwtH – Dia em que Simone e Simária viraram Simone e Maraira (Simária, corrige o Louro) no programa da Ana Maria Braga.
https://goo.gl/fXYnOF – Belchior (o fato dele ser genial inocenta ele ter abandonado as filhas e deixado de pagar pensão alimentícia? Dá pra separar a Obra do Artista?)
https://goo.gl/K0NLpM – Passagem do Maluma pelo Brasil
https://goo.gl/wbqzei – Estreia de Tieta no Canal Viva (Você é a pessoa mais nova da mesa, quais foram as novelas que te marcaram?)
https://goo.gl/nEIGZb – Famosos que gostam de compartilhar fotos de momento de intimidade com o companheiro


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Rico Dalasam apresenta novo single e é desafiado em quiz sobre pagode

Rico Dalasam é o convidado dessa semana no nosso podcast. Ele apresentou o novo single “P.R.O.C.U.R.E”, música que estreia nos próximas semanas. A faixa não faz parte do recém-lançado “Orgunga”, seu primeiro disco cheio. No início de 2017, ele volta a trabalhar o álbum, com “MiliMili” (produzida por MahalPita), a próxima de trabalho. No nosso “trote”, a gente ligou para a Lellêzinha, do Dream Team do Passinho, que falou sobre a participação do grupo no “Vai que Cola” e sobre um possível feat. com o cantor.

img_7147O primeiro rapper assumidamente gay ainda participou do quadros “Rapidinhas”, quando falou sobre sua paixão por Chiquititas e da vontade que tem de voltar a atuar como cabeleireiro – ele quer montar um salão em Taboão da Serra, sua cidade-natal. No “Caderno de Perguntas”, o artista foi prolixo: falou de política a situações constrangedoras, como mandar o print errado para um grupo no Whatsapp e postar foto dele em um Instagram secreto, que falava só de unha. “Passar vergonha faz muito parte da construção, como caráter e história de vida. Você só mostra como sua vida é normal”, explica, cujos dilemas e problemas podem fazer com que ele se aproxime dos fãs.

ESTAMOS NO APP PODCAST, APPLE!!!

Ele ainda estreou nosso novo quadro: “Quiz Musical”. Como ele se diz um expert no assunto, fizemos um teste do Buzzfeed, com clássicos do gênero. Será que ele é mesmo um entendido? Por fim, emprestou sua voz para um cover de “Passarinho”, do Curumim, ao lado de Luis Coutinho, da banda Falso Coral, que sempre comanda nossos jams.

O artista ainda brincou, dizendo para qual artista ele pediria uma ordem de restrição. “Se fosse nos Estados Unidos, o Kanye West ia por fogo em alguém próximo dee. Aqui nao funciona, mas eu pediria para alguém que tenho um certo asco e não teria perto: “Joelma (ex-Calypso). Foi traída pela Lua, mas ela traiu a gente”, disse. Ele não contextualizou, mas a gente explica. Em 2013, a cantora deu entrevista à revista Época, dizendo: “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra”.

Na conversa, ele ainda falou sobre qual música cantava errado na adolescência (na versão dele, cantava: “eu vou ficar nos prédio, eu vou ficar nos prédio” [sic]. Adivinhou?). E também com qual artista fez questão de fazer selfie quando conheceu, na semana passada, no Prêmio Multishow. Dica: “a saudade bateu foi que bem maré”.

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