Documentário mostra Lady Gaga sem camadas e bem pé no chão

Por Mateus Neves

Fui ver o documentário de Lady Gaga, na Netflix, acreditando que veria mais uma ação de divulgação de um novo álbum. Mas o documentário “Five Foot Two” mostra uma artista global sem filtros, bem pé no chão. O .doc, realmente participa de um momento estratégico de sua carreira, depois que seu último trabalho foi tomado por críticas.

Porém com um detalhe chama a atenção nesse especial: Stefani Germanotta não é apenas uma, mas todas as facetas e personagens que ela quis ser na indústria pop que, ela ajudou a construir nos últimos anos. A maior prova de que o Frankenstein do pop deu certo é sua apresentação no Super Bowl. O intervalo com maior audiência dos EUA precisava de alguém que soubesse falar de diversidade e diferenças para a massa em forma de entretenimento, e isso Stefani soube fazer.

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Guia definitivo: produções originais da Netflix e o que vem por aí!

See What’s Next for Netflix in 2016Mark your calendars.

Posted by Netflix on Sunday, January 17, 2016

Estreia na próxima semana (23.01), na Netflix, a produção original “Chelsea Does“, uma série documental protagonizada pela atriz e comediante Chelsea Handler, que aborda assuntos controversos e atuais em quatro capítulos temáticos. A série – junto com “Degrassi: Next Class”, que estreou nesta sexta (15.01) – dá o pontapé de lançamentos no serviço de streaming, que conta com cerca de 40 programas (seja estreia, novas temporadas ou filmes dedicados) previstos para entrar na plataforma em 2016. Desses todos, os 10 listados abaixo são alguns dos que vêm por aí. Alguns sem previsão de estreia.

Esse clima nada típico de Verão só faz a gente querer ficar em casa, debaixo das cobertas, desvendando novos programas e fazendo maratona! Pensando nisso, separamos algumas produções do serviço de streaming para você colocar na agenda o que vem por aí. No próximo mês, “Better Call Saul” (na foto da home), derivada de “Breaking Bad”, estreia nova temporada em 16 de fevereiro.

A atualização de “Três é Demais”, chamada “Fuller House“, chega à plataforma no dia 26. Sem as irmãs olsen, se chama “Fuller House”. Em março, a Netflix começa o mês com a terceira temporada de “House of Cards” (04.03) e a segunda temporada de “Demolidor” no dia 18 março. Em março, “Special Correspondents” será lançada no dia 29 daquele mês.

Update: A Netflix confirmou, neste domingo (17.01), que “Jessica Jones” terá uma segunda temporada. Além de datas produções próprias, como “Gracie & Frankie” (06.05) “Unbreakable Kimmy Schmidt” (15.04), ambas estreiam sua segunda temporada. “Orange is The New Black” terá sua quarta temporada divulgada em 17 de junho.

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Scroll para conhecer novas produções que já tiveram trailers divulgados!

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RECAPITULANDO
Antes de partir para essas novas séries, a gente pergunta: você está em dia com as produções originais? Vamos lá! Já assistiu todas as temporadas de “House Of Cards”, “Orange is the New Black”, as únicas de “Narcos” (com Wagner Moura), “Grace & Frankie”, “Sense 8” ou “Unbreakable Kimmy Schmidt”. Além das mais recentes “Demolidor” e “Jessica Jones”, ambas da Marvel. Siga!


FLAKED (Estreia: 11 de abril)
É uma série cômica, que se passa em Venice, na Califórnia (EUA), e contará a história de Chip (Will Arnett, o McLovin de “Superbad”), um cara popular, que mora em uma área isolada de Venice, na Califórnia EUA), e se torna objeto da obsessão de seu melhor amigo. O protagonista faz de tudo para se livrar de suas mentiras.


FRONTIER

A série de época é um misto de ação e aventura. Em seis episódios, vai falar sobre o mercado negro de peles (entre EUA e Europa) nos idos do século XVIII, na civilização Dothraki, que por muitas vezes acabam em brigas sanguinolentas. Khal Drogo (de Game Of Thones) vai ser vivido novamente por Jason Momoa.


FULLER HOUSE


LOVE


LUKE CAGE (MARVEL)

É um spin-off de “Jessica Jones”. Contará com o ator Mike Colter, cujo personagem – com superforça e pele indestrutível – é preso por um crime que não cometeu e escapa, para se tornar um super-herói que vende seus serviços. A atriz brasileira Sonia Braga participará da série. Viverá Soledad Temple, mãe da enfermeira vivida por Rosario Dawson, que participou de “Demolidor” e de “Jessica Jones”.


MARSEILLE (Estreia: 5 de maio)

Primeiro projeto de língua francesa da Netflix, será uma espécie de “House Of Cards” estrelado por Gerard Depardieu. A série vai focar na história de Robert Taro, prefeito de uma cidade ao sul da França, que de repente é desafiado por seu antigo e ambicioso protegido.


STRANGER THINGS (Estreia: 15 de julho)

É uma declaração de amor aos amantes dos anos 80. Passa-se em 1983, quando coisas estranhas acontecem e um rapaz desaparece em Indiana, nos EUA. Amigos, familiares buscam informações junto à polícia, mas acabam descobrindo um mistério envolvendo experimentos governamentais ultra-secretos e forças sobrenaturais.


THE CROWN


THE GET DOWN (Estreia: 12 de agosto)


THE RANCH (Estreia: 1 de abril)

Produzido por Don Reo (“Two and Half Men” e “My Wife and Kids”) e Jim Patterson (“Two and a Half Men” e “Mike and Molly”), essa comédia reúne Ashton Kutcher e Danny Masterson, estrelas do seriado “That 70s Show”. A série acompanha uma família que gerencia um rancho no Colorado, nos EUA. O personagem de Kutcher viverá um dos irmãos, que retorna para casa depois de uma temporada jogando futebol americano semi-profissional para cuidar dos negócios ao lado de seu irmão.

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Por André Aloi, especial para o Site RG (Foto: Divulgação)
O texto acima é uma r
eprodução; veja a publicação original

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Em "Narcos", Wagner Moura diz não se importar com críticas: "não leio"

Wagner Moura, aos 39 anos, interpreta o traficante Juan Pablo Escobar (1949 – 1993) na série “Narcos”, original da Netflix, que estreia nesta sexta-feira (28.08). Dirigida por Zé Padilha (“Tropa de Elite”, “Robocob” etc.), a produção conta a história do narcotráfico sob a perspectiva de Steve Murphy (Boyd Holbrook), um dos policiais da DEA, a agência antidrogas dos Estados Unidos, no fim da década de 80, início dos 90 – período que a droga se infiltrou nos EUA, vinda da Colombia num esquema organizado pelo traficante e seus asseclas.A gente conversou com Moura por telefone, que disse já ter tomado coragem de falar sobre o personagem, inclusive para os colombianos. “Acabei de falar com a rádio de Bogotá, em espanhol e tudo”, brincou.

O receio tem a ver com o fato de um estrangeiro interpretar alguém tão popular e icônico para aquele país. “Como vem um brasileiro aqui (interpretar o Escobar)? Estou preparado para essas citações, mas não vi muito ainda. E também não leio p*rra nenhuma. Não vou saber é nunca”.Em todo personagem que faz, diz ele, sua obrigação é apresentar o indivíduo como pessoa, deixando de lado o juízo de valor. “É óbvio que ele era mau. Mas tem gente, até hoje, que acha que ele era bom. É uma questão de perspectiva. Quando fiz ‘Carandiru’, ficava pensando: ‘pô, os bandidos e tal’. Aí fui lá dentro e vi: ‘é um bocado de ser humano, que tem filho, família, tristeza, alegria. Osama Bin Laden, por exemplo: a família dele gostava dele. Você não pode entrar num personagem, pensando nisso”, dispara.

Ele compara o fato de ser escalado para viver Escobar com a vez que aceitou fazer um show com a Legião Urbana (em uma homenagem promovida pela MTV, em 2012). “É uma coisa que você não faz esperando que todo mundo vai gostar”. Ou também quando atuou no filme “Trash: a esperança vem do lixo”, uma produção americana que fala sobre a pobreza no Brasil, em que a crítica brasileira foi dura.Antes mesmo de começarem as gravações, Moura foi morar em Medellín, na Colômbia, por conta própria. “Começamos a gravar em setembro (2014), e seguimos até abril deste ano. Cheguei lá em fevereiro. Precisava fazer isso porque não falava espanhol. Tive que me virar”, explica, comentando que se matriculou em um curso de espanhol, mas não contou a ninguém porque estava lá. “Começaram a me reconhecer, foram na internet e viram. Mas aí me ajudaram”.

Ao se preparar, além de engordar 10 kg, leu uma extensa bibliografia sobre a vida do traficante e visitou diferentes lugares em que viveu, inclusive o edifício Mônaco, onde a família dele morava e o Cartel de Cali jogou uma bomba. “Não é um lugar em que você pode entrar. É meio fantasma, horrível lá dentro. Mas, ao mesmo tempo, quando você está estudando sobre o Pablo, é incrível. O segurnaça que estava lá na frente, me olhou e disse: ‘eu não acredito que você tá aqui. Sou policial por causa de você’. Entrei lá e ele fez um tour contigo”, resume. Mas não contou para ele que faria o papel porque, à época, ainda não tinha coragem.

Depois da estreia de “Narcos”, Wagner diz que gostaria de se dedicar a algum projeto que mesclasse atuação e dança no futuro. Quando não está em cena, se reúne com sua banda de 23 anos, chamada Sua Mãe. Ou dedica-se aos três filhos (Bem, de 9 anos, Salvador, de 5, e José, de 3), de seu casamento de quase 15 anos com a fotógrafa Sandra Delgado, os quais ele diz não ter acesso à sua obra porque ainda não entendem. Agora, está produzindo um filme que vai dirigir no ano que vem, sobre a vida de Carlos Marighella (1911 – 1969, político e guerrilheiro, um dos principais combatentes de ditadura militar, de 1964). Na TV, faria um projeto de Luis Fernando Carvalho, na Globo. Acabou não rolando.

Wagner vive a dicotomia de estrear um papel em um serviço de streaming online, mas ele mesmo não é tão conectado. “Nunca quis (fazer parte de uma rede social). Estou cada vez mais querendo desacelerar meu passo, andar devagar, conversar com as pessoas no mundo verdadeiro. Não sei como as pessoas acham tempo pra ter tanta mídia social. Além de ser opção, há uma dificuldade tecnológica. Quando entro na internet, vejo e-mails e notícias sobre o Vitória (time do coração)”.

Ele estaria numa onda até mesmo de largar o celular: “acho que vai ser difícil, até porque as pessoas não vão me achar. Vai ser um inferno. Mas meu desejo era esse. Se pudesse, largava”.

[ALERTA DE SPOILERS]

COMPARAÇÕES
O sonho de Escobar, como é contado na trama, era virar presidente. Mas não é esse caminho que o baiano quer seguir. “Gosto muito de política, mas se entrasse pra política partidária, meu casamento acabava. Eu prefiro o casamento. Eu acho que sou uma pessoa que se posiciona politicamente sempre que posso. É mais por aí”, comenta. Na eleição de 2014, ele apoiou a então candidata Marina Silva à presidência da República.

Logo na primeira cena do episódio de número 1 dessa temporada de estreia, Escobar demonstra ter uma memória invejável, relatando nomes e histórias. Mas não é bem assim que funciona a de Moura. Ele brinca: “minha memória antiga, de quando era criança, de infância, essas coisas, é muito boa. Me lembro de muita que aconteceu quanto era pequeno, mas a memória do que aconteceu ontem, é péssima”, finaliza.

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3ª Temporada de OITNB está entre nós!

Parem as maquinas, pois HABEMUS NOVA TEMPORADA! Isso mesmo a espera acabou e a nova temporada de Orange is the New Black já se encontra disponível no Netflix. Segundo anunciado a nova temporada seria liberada meia noite de hoje(12/06), porem como surpresa sempre é bem vinda disponibilizaram a serie com duas horas de antecedência!!! Pra nós que somos viciados isso já é uma maravilha.

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Se você ta chegando agora e não sabe como funciona o seriado vou te explicar; Acontece no presidio de Litchfield onde a protagonista Piper Chapman vai presa por confessar seu crime e segundo seus planos ela iria cumprir apenas um ano, mas acontecem outras histórias ao decorrer que fazem com que a sentença dela aumente. Logico que existem mais dramas que ela não esperava, como reencontrar sua ex-namorada e culpada do crime que cometeu, Alex Vause e obvio que pra uma serie ser realmente boa tem que mais personagens hilarias como Crazy Eyes, Red, Taystee, Nicky, Poussey e outras . A temporada tem 13 episódios e já está disponível inteira no Netflix, corre pra ver e uma dica pessoal, veja como um longo filme de 13 horas, vale a pena!!!

Abaixo vai algumas cenas da nova temporada, se você é o tipo de pessoa que não gosta nem de ver as fotos por conta do spoiler, não cliquem!

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Atrizes de “OITNB” são destaque na Parada Gay, em São Paulo

As atrizes Natasha Lyonne, Samira Whiley e Uzo Aduba, do elenco de “Orange is The New Black”, foram os destaques da Parada do Orgulho Gay, que aconteceu neste domingo (07.06), em São Paulo. Elas passaram pelas avenidas Paulista e Consolação acenando para o público no trio do Netflix, onde conversaram com RG sem perguntas sobre vida pessoal.

Uzo Aduba Foto: Divulgação
Uzo Aduba
Foto: Divulgação

O apoio do serviço de streaming à Parada faz parte da divulgação da terceira temporada do seriado, que tem sua estreia marcada para sexta-feira (12.06). “Fala um pouquinho de fé e amor”, diz Uzo, intérprete de “Crazy Eyes”. “O seriado mostra que amor é amor, pessoas são pessoas e que temos de deixá-las ser quem são”.

Ainda, segundo ela, nessa nova temporada, sua personagem se foca em novas coisas e ideias, e isso é o mais interessante. Além de dizer que ama o Brasil, comentou que são os hairstylists responsáveis pelos minicoques, sua marca registrada na série. “Demora cerca de 45 minutos. Para entrar na personagem, eu também caminho bastante”, explica sobre sua preparação.

*** ALERTA SPOILER ***

Samira Whiley, intérprete de Poussey Washington, disse é preciso “esperar para ver” se, nessa nova temporada, será contado o motivo de ela estar presa. Ao afirmar que RG teve acesso ao primeiro episódio da nova temporada, quando é revelada uma relação de ternura com a mãe da personagem, ela desconversou. “Nem eu ainda vi esses episódios”, riu.

Samira Whiley Foto: Divulgação
Samira Whiley
Foto: Divulgação

Ela também comentou que a nova temporada, as personagens terão vários questionamentos internos. Sobre as gravações, explicou que o ritmo era intenso: cinco dias por semana. “Como todos têm personagens muito fortes, é muito divertido”. Sua relação com a amiga Taystee (Danielle Brooks) vai aumentar, assim como o envolvimento entre as duas. “Vamos ver qual será o próximo passo. O que posso dizer é que essa temporada será muito mais iluminada que as outras”.

Natasha Lyonne Foto: Divulgação
Natasha Lyonne
Foto: Divulgação

Em sua primeira passagem pelo Brasil, disse: “São Paulo é uma cidade maravilhosa, assim as pessoas. Já fui à Parada Gay de Nova York, mas a daqui é muito maior”, finalizou. Em setembro do ano passado, a atriz foi apontada como pivô do divórcio da escritora da série, Piper Kerman, que largou o marido para ficar com a intérprete de Poussey.

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