Jacintho lançará single inédito; Ekena prepara estreia com disco

Jacintho e Ekena (junto de Lima, de sua banda) são os entrevistados do podcast Aos Cubos, neste 24º programa, lançado terça-feira (20.06). Enquanto o artista se prepara para lançar mais um single, chamado “Cê Já Pode Morrer” (primeiro passo após seu EP de estreia, lançado em 2016), Ekena vai finalmente lançar o primeiro disco cheio, chamado “Nó”, que contou parte com financiamento coletivo (Catarse).

“(Esse single) faz parte do planejamento, depois de ter lançado o EP gravado ao vivo, cujo resultado deu origem também a quatro vídeos, disponíveis no YouTube. A música e o clipe devem sair em agosto”, adianta Jacintho. “Vai ser um preparo para o disco, que só sai se as pessoas desejarem”, brinca. O álbum ainda não tem nome, mas o artista afirma que é muito influenciado por coisas relacionadas à flora. “Talvez venha alguma coisa nesse âmbito”.

Ekena faz piada sobre o debut, dizendo que vai desatar nós. “Foi superlegal fazer este disco. A gente gravou em janeiro (de 2017), e faltava esse processo de mixagem e masterização. É um catadão das músicas desde 2010 até 2016, a última que escrevi foi ‘Todxs Putxs’. Resolvi fazer, talvez em ordem cronológica, contando uma história de desatar nós mesmo, como eles foram se soltando até formar uma linha reta”. O lançamento está previsto para o segundo semestre.

“A internet nos possibilitou coisas muito boas”, afirma Jacintho ao comentar a dificuldade que bandas do interior sofrem, disputando espaço com formações feitas nas capitais. E também localmente, uma vez que a cena está lotada de gente que opta por fazer cover. Jornalista de formação, ele trabalhou como editor de Cultura em uma rádio sócio-educativo, no interior. Ali teve acesso a artistas, produtores e shows. “Foi legal para ter uma série de referências, quando decidiu que queria ser artista e não jornalista”. Com sua ida para o Sul do País, e sua saída da Johnny Sue, Jacintho foi fazer uma incursão pelas artes visuais. Na volta, resolveu aportar em Leme (distante 190 km da capital paulista), e onde mora atualmente.

Os dois relembram os tempos juntos, em Araraquara, na chamada Casa dos Artistas, a vida romântica, suas aceitações enquanto artistas e os causos de interior. Ah, e também falam da época em que Ekena era uma Caramelow (da banda de Liniker). “Eu não imaginava algumas coisas ou as via distantes. As pessoas têm que olhar para um outro ângulo, tem várias pessoas acontecendo, várias bandas incríveis nascendo (no sentido de estar sendo vistas agora), e acho que a gente tem de cavocar”, pontua Ekena.

 

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Milkshake: "Moda não está aqui para te oprimir", diz Dudu Bertholini

Festival que celebra a diversidade, o Milkshake acontece nesta sexta-feira (14.06), em São Paulo. O local escolhido é uma área de eventos que engloba um quarteirão na Barra Funda. Para falar sobre a ideia do evento que acontece no fim de semana da Parada LGBT paulistana, conversamos com o diretor criativo das performances, Dudu Bertholini, e um dos organizadores da B.Fun, Beto Cintra, que traz o festival holandês pela primeira vez ao País. No quadro Rapidinhas, quem participa é a cantora Kelly Key.

Segundo Bertholini, o festival é super bubble plastic colorido com foco no público LGBTQ, mas que abraça contradições e todas as cores possíveis. “A moda tem que servir para você ser livre, ser a melhor versão de você mesmo e não atender a padrões que você não é. A moda não está aqui para te oprimir, mas pra te libertar”, defende. “Um festival como o Milkshake celebra a todos: grandes nomes até os mais novos. Eu amo essa democracia. Se o Brasil e São Paulo têm algo a oferecer é essa diversidade. A gente traz um guide holandês para dar um tempero nosso”.

Para ele, o maior desafio foi fazer o styling de um palco – que vai performar das 18h até as 5 da madrugada. “O mais legal do Milkshake é que ele é um festival pautado em montação. A maior decoração são os performers ao vivo. Eu amo isso do festival porque ele privilegia os estilos individuais e diversidade”. Ele criou 30 figurinos exclusivos, onde 20 drags e mais o balé do Amor & Sexo vão performar. “A gente está vestindo 45 pessoas para decorar um palco por 12 horas. Vai ser fantástico”, comemora.

Antes de celebrar, o Milkshake tem um statement de inclusão de diversidade, mesclar os grupos da cena gay, que pouco se misturam tanto na noite. Nas palavras de Beto Cintra, as festas são muito nichadas e existe muito preconceito dentro do próprio universo LGBTQ. “Era um jeito de trazer todo mundo junto na mesma ideia, a gente ficou muito empolgado com a história”. Sobre a mudança de local (antes, aconteceria em Interlagos), ele afirma que era uma ideia antes do autódromo. “Era (o lugar) onde a gente conseguiria trazer para mais perto do metrô e com a mesma capacidade”, reforça, explicando que a organização teve muitas reclamações devido à distância da antiga venue.

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LINE-UP
Principais atrações do palco Live, que tem como convidada de honra Fernanda Lima (e o balé do Amor & Sexo), são: Jaloo (18h), Lia Clark (19h), Dream Team do Passinho (20h), Batekoo + Linn da Quebrada (21h), Hercules & Love Affair (22h30), Banda Uó (23h45), Karol Conká (1h15), Boss in Drama (2h15), Pabllo Vittar (2h30) e Bloco da Preta (4h). As festas no Trio Elétrico Stage começam às 16h, com Domingo Ela Não Vai. Passam por lá ainda Minhoqueens (17h), Agrada Gregos (18h), Meu Santo É Pop (19h), com destaque ainda para concurso de bate cabelo com Ellen milgrau (da MTV). Ingressos a partir de R$ 100, no site EventBrite.

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TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/fbrsel – Rômulo Neto disse que Anitta ‘não é o perfil para casar’.

https://goo.gl/gpuaqp – Em menos de 24h, a Globo exibiu dois momentos diferentes em que o apresentador Pedro Bial deu uma sarrada no ar.

https://goo.gl/7d21jm – Por falar em Ana Maria (sócia do top ou flop, né?), ela apareceu na TV com um novo penteado. Como a internet não perdoa, todo mundo comparou o corte com o do cantor Supla. O que aconteceu uns dias depois? Ela chamou o papito pra participar do seu programa

https://goo.gl/a1xx62 – Taylor Swift vendeu mais de 100 milhões de músicas e ganhou uma certificação do RIAA (associação da indústria da música nos Estados Unidos). Em comemoração, disponibilizou o seu catálogo em todos os serviços de streaming.

Vamos falar de coisa boa?
Doritos lançou uma campanha junto a Casa1, que é uma casa que fica no centro de são paulo, que abriga jovens homossexuais que são expulsos ou precisam sair de casa. quem fizer uma doação mínima de um Vanessão, ou seja, vinte reais, recebe em casa uma unidade de Doritos Rainbow e uma bandeira do ogulho LGBT original. Só acessar kickante.com.br/campanhas/doritos-rainbow

Quer deixar um top ou um flop pra alguma coisa que a gente não perguntou? Comente!

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Foto de abertura do site Got U. Foi clicada na festa Avec Elegance, em abril.

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"Enxergo a cena injusta", diz Thyago Furtado em papo com Phillip Nutt

Phillip Nutt e Thyago Furtado são os convidados do podcast desta terça-feira (30.05), quando falam sobre suas incursões pela música brasileira, por vezes cantando em inglês, enquanto o mercado consome as faixas de amor vindas exclusivamente do sertanejo e, das batidas, do funk. “Enxergo a cena como injusta porque a gente está em um período que dá a possibilidade de fazer música, independente de uma gravadora”, afirma Furtado.

Furtado vê essa onda de segmentação como uma parte ruim de se fazer parte do jogo. ‘”Música pra mim é arte. Existe diferença entre você compor e fazer batida. Pensar na música como um todo é um trabalho totalmente diferente. É como se você tivesse seu trabalho jogado fora porque o mundo não espera. Ouço das pessoas, falando que tenho de ficar orgulhoso porque é um material muito legal. Mas até quando posso segurar porque é a vez do funk?”, explica, dizendo que dá muito mais trabalho quando você não faz a música do momento.

Nutt parabenizou a iniciativa da Universal Music ao assinar contrato com a cantora Mahmundi. “Existe um comodismo das majors porque determinado gênero funciona. Achei do c… quando vi que assinaram com ela (Marcela Vale) porque faz um pop diferente do de Anitta, Iza, Ludmilla. Tem espaço pra todo mundo. O som da Mahmundi, as letras, a meodia e a harmonia podem muito bem conversar com as classes C e B. Falta aquela vontade de botar fé no que é novo”, analisa.

Depois do lançamento de seu primeiro EP, “Paranoia”, lançado em setembro de 2016, Thyago se debruça na produção de um álbum cheio. “Até para ter um repertório e não ficar nessa de: ah, tenho cinco músicas e cantar dos outros. A ideia é poder formatar um show que tenha mais a ver comigo enquanto artista “, desabafa. “O que quero fazer agora é puxar para o folk e menos eletrônico. Quero fazer o que chamo de músicas de inverno porque funciono melhor melancolicamente falando do que feliz”.

Com singles soltos já lançados (entre eles “Ponderar” e o remix de “Essa Tal Liberdade”, com Zebu), Nutt também sonha com o primeiro disco de inéditas ou um EP. “Cogitei alguns formatos, mas acho que com esse lance das plataformas digitais, com o single você pode ver muito mais que caminho deve ir”, explica. “Ouço de tudo, desde O Grande Encontro até Bruno Mars, e ponho jazz antes de dormir. Tenho muita influência e muita coisa. Acabo colocando isso na minha música (…) Pessoas podem achar que as músicas são diferentes, tenho muitas referências e gosto de experimentar e fazer música de diferentes formas”. Eles participaram ainda dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas (temático) e, claro, Caderno de Perguntas.Play!


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Plutão já foi Planeta: "Por estar na TV, acham que virou rico e famoso"

Natalia Noronha e Khalil, da banda Plutão Já foi Planeta, são os convidados desta semana do poscast Aos Cubos, no ar nesta terça (23.05), disponível nas plataformas digitais (Soundcloud e Podcasts, da Apple). A banda, que participou do reality “Superstar”, da Globo, no ano passado, lança seu disco “A Última Palavra Feche a Porta” pela Slap – selo indie da Som Livre, de um contrato que veio logo após a passagem pelo musical.

Segundo o baterista, realities em geral têm a capacidade de jogar algo para cima ou o inverso. “É muito fácil disso acontecer, seja um BBB ou qualquer outro. Atinge algumas pessoas, mas você é esquecido ou apagado na sequência. É comum. Muita gente acha que, só por você ter chegado nesse ponto, sua vida está completamente linda, virou rico e famoso. Não é bem assim. Você sai e tem que continuar trabalhando. Rolou uma posição bacana, mas não o suficiente para relaxar. (…) A gente deu um duraço, se f… se deu bem. Mas tem que trabalhar muito ainda”, conclui Khalil.

Participar do reality somou muito e deixou um saldo positivo, segundo a vocalista. “A gente precisava de um upgrade. O programa foi exatamente isso. Chegamos a muitas pessoas muito rápido, o que reverteu em shows e acessos nas redes sociais”, explica. “Logo, a gente pegou um timing legal e lançou disco quando estava com mais gente conhecendo”. Álbum este que ganhou participações de Liniker e Maria Gadú.

Como surgiu a banda e influências são as coisas que eles mais detestam responder, mas “por que o nome?” e “o que vocês vão fazer caso Plutão volte a ser um planeta do sistema solar?” são as perguntas mais recorrentes respondidas pelo quinteto de Natal, que acaba de se mudar para São Paulo – muito em partes para colocar o disco na rua (ensaiar, fazer shows e mais), como dizem no meio musical. Os dois falaram ainda sobre os tempos de adolescência, a saudade de casa, além de trabalho. Eles participaram dos quadros Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas (temático) e, claro, Caderno de Perguntas. Play!


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"Tem que orkutizar o topless", diz Titi Muller em papo com Didi Effe

Titi Muller e Didi Effe são os convidados do podcast Aos Cubos, disponível nesta terça-feira (16.05) nas plataformas digitais. Femininja assumida, a apresentadora do “Anota Aí”, do Multishow, afirma que foi uma delícia gravar em Portugal, cuja estreia está marcada para 2 de junho no canal pago.

“Tem mais é que orkutizar o topless. Fiz um manifesto, não sei o quanto disso vai entrar na edição. Por que brasileira vai para a Europa e a primeira coisa que faz é botar os peitos de fora? Porque aqui não pode”, comenta, dizendo que pode estar -12º de temperatura, mas as brasileiras não desistem.

As coisas mais ‘uou’ dessa nova temporada não são muito publicáveis, segundo ela. Enquanto Didi odeia falar sobre idade (apesar de revelar no Caderno de Perguntas), entre as coisas que Titi detesta responder estão os lugares que gostaria de ir. A apresentadora tem um jeito de driblar essa questão: “gostaria muito de ir em algum lugar do planeta terra em que uma mulher se sinta segura, andando na rua sozinha à noite. Nunca fui”.

No segundo semestre, Titi estará – ao lado de Fernanda Souza e Eduardo Sterblitch – no “Humoristinhas”, nova atração do Multishow. “Quando me falaram fiquei meio assim por se tratar de um programa de humoristas infantis. Nas últimas gravações, fiquei deslumbrada, encantada, arrebatada e muito otimista com o futuro dessa nação, que está na mão dessas crianças. Eles estão dando um tapa na nossa cara de empatia, noção de mundo e sororidade. É muito f*…”, avalia. Ela também contou sobre o livro que está escrevendo, que faz um paralelo entre viajar a trabalho e a passeio.

Didi estará à frente da transmissão ao vivo do Billboard Music Awards (ao lado de Fernanda Braz), no Facebook da TNT, este domingo (21.05). Começa às 20h30, e promete performances de Miley Cyrus, Cher, Celine Dion, Ed Sheeran, Nicki Minaj, Imagine Dragons, Bruno Mars, Drake, Camila Cabello e John Legend.

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Quadros
Se pudessem escolher alguém para entrevistar, vivo ou morto, Didi iria de Madonna e David Bowie, enquanto Titi apontaria o microfone para Paul McCartney e John Lennon. Agora, se eles tivessem que perguntar algo sobre si, não passariam vontade. “Perco até o interesse”, brinca Didi. “Eu já falo tanto. Às vezes me perguntam abacaxi, eu respondo banana porque quero falar de banana. Quando me fazem uma pergunta que quero muito falar sobre, eu vejo e estou solando há uma hora e meia”, conclui Titi.

Os dois ainda lembraram os áureos tempos de MTV Brasil, onde começaram juntos nos idos de 2008. “Era muito anárquico, mas muito f… ter passado pelo final, foi muito triste. Foi como acompanhar a metástase de um amigo querido”, explica Titi. “Mas ao mesmo tempo muito orgulho de ter apagado a luz”, complementa Didi. “A gente segurou este caixão, vestido de Paquitas”, arremata ela.

Os dois falaram ainda sobre os tempos de adolescência, os micos na hora H e muito mais. Além de falar de trabalho, eles participaram dos quadros Top ou Flop (cujos assuntos estão elencados abaixo), Perguntas Esdrúxulas, Rapidinhas e, claro, Caderno de Perguntas.


TOP OU FLOP
Neste quadro, a gente apresenta alguns temas variados. Qual sua opinião?

https://goo.gl/Qmt0UC – MTV põe fim à premiação por gênero e os prêmios de melhor atuação ficaram para o sexo feminino, com vitória de Emma Watson (por Bela, da live action “A Bela e a Fera”) na categoria filme e Millie Bobby Brown (Eleven de “Stranger Things”) na categoria série.

https://goo.gl/wfpaBT – Saiu a programação da Virada Cultural 2017. Entre os shows confirmados, artistas que já passaram pelo podcast (alô, alô Jaloo, As Bahias e a Cozinha Mineira, Baleia e Luiza Lian!). No palco, entre as avenidas Ipiranga com a São João, confirmou Gretchen, Molejo e É o Tchan!

https://goo.gl/imXPMo – Funerais com temática de super-heróis têm se tornado tendência nos EUA e Inglaterra. (Pessoas vestidas de Batman, Tartarugas Ninjas, Star Wars, Mickey Mouse e outros personagens). O clima solene e tristonho está perdendo espaço para um espírito mais ‘divertido’, mas sempre respeitoso, claro!).

Essa semana foi lançado o documentário “A Imagem Da Música”, que conta a história da MTB Brasil desde seu nascimento, auge e decadência. Tem entrevistas com músicos, ex-vjs e até nomes de artistas gringos, como Aerosmith, David Bowie e Robert Plant.

Por fim, a volta de Miley Cyrus, lançamento dos discos de Harry Styles e Paramore. e o novo clipe da Katy Perry.


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"Acredito no poder de cura do amor", afirma Ana Muller

Ana Muller é a convidada do podcast Aos Cubos, que foi ao ar nesta terça-feira (09.05). Na segunda temporada, este é o 18º programa. A artista dedicou o EP às pessoas com problemas psiquiátricos e em depressão, hoje serve de exemplo para quem passa pelos mesmos problemas. “Cheguei a pesar 36 kg, estava doente. Meus fãs acompanharam de perto, então nada mais justo. Aos poucos, as doenças precisam ser faladas para ser compreendidas”, avalia.

“Acredito no poder do amor, ele tem um poder de cura fanstástico. Amor romântico, de amigo, de família. A falta desse amor é que causa a depressão, em especial a do amor próprio”, exemplifica, dizendo que desconhece outros artistas que falem abertamente sobre o tema. “Não sei se me considero corajosa. Sempre fui uma pessoa que já chega com os dois pés na porta. Não nasci para ficar me escondendo”, comenta sobre falar abertamente sobre orientação sexual.

Antes da internet, Ana afirma que “não lacrava” em nada. “Essa parada de fã é muito estranha porque sempre fui impopular, a pessoa esquisita, que ficava lá atrás, no fundo e não ter muitas amizades ou estar naquela turma descolada. Eu era justamente o contrário”, recorda.

Como na música, Ana diz que já teve alucinações. “Pra mim, é elucidação. Já tive algumas, por exemplo, pelo uso da ayahuasca (santo Daima), em que fui para uma dimensão completamente diferente”, exemplifica. Ela toma o chá há oito meses e comenta que a primeira vez foi perturbador. “Comigo foi muito forte porque tenho 25 anos e durante 24 tive uma depressão muito profunda, que tratamentos, remédios, psicólogos e terapia não resolviam”.

Ela explica que teve períodos de melhora, mas já havia decidido acabar com a própria vida. Esta seria sua última chance. “Me reencontrei. Em 1h30, me descontruí e descobri coisas a meu respeito que 24 anos de remédio e terapia não resolveram. Sua cabeça vira um turbilhão. Você começa entender e vem um sentimento de paz e gratidão. Minha vida mudou completamente”. Depois da experiência, Ana compôs uma música chamada “Mundo Novo” que fala sobre esse despertar: “de a gente reclamar muito do mundo e não fazer nada para mudar”.

Desorganização e fome são coisas que tiram Ana do sério. E se diz muito metódica “Quando vou ver, penso: que coisa insuportável. Eu tenho métodos. Se não seguir aquilo, vai me dando uma aflição. Às vezes, a gente vai fazer um show, vou para o hotel, e tenho que organizar as coisas. Vou tirando a roupa e dobrando, coloco em cima da pia, sabe? É muita mania que eu tenho”, ri. “Se ficar com fome, a minha fisionomia muda e é incontrolável e tudo pra mim tá ruim”, afirma, dizendo que entre suas comidas favoritas estão frango com quiabo e fígado acebolado.

Ana é capixaba, mora em Vitória (ES), tem mais de 13 milhões de views e 170 mil fãs nas redes sociais. A cantora responde com sinceridade ao Caderno de Perguntas e Perguntas Esdrúxulas, lembra casos da adolescência, e – claro – fala de coisas sérias no último bloco, direcionado ao trabalho. Play!

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TOP OU FLOP
Assuntos interessantes e que deram o que falar na semana:

https://goo.gl/4xAwtH – Dia em que Simone e Simária viraram Simone e Maraira (Simária, corrige o Louro) no programa da Ana Maria Braga.
https://goo.gl/fXYnOF – Belchior (o fato dele ser genial inocenta ele ter abandonado as filhas e deixado de pagar pensão alimentícia? Dá pra separar a Obra do Artista?)
https://goo.gl/K0NLpM – Passagem do Maluma pelo Brasil
https://goo.gl/wbqzei – Estreia de Tieta no Canal Viva (Você é a pessoa mais nova da mesa, quais foram as novelas que te marcaram?)
https://goo.gl/nEIGZb – Famosos que gostam de compartilhar fotos de momento de intimidade com o companheiro


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"Me tornei uma pessoa mais visual com o tempo", afirma Jana Rosa

Jana Rosa e a amiga, Mel Harden, são as convidadas do podcast Aos Cubos (17º episódio, da segunda temporada), que foi ao ar excepcionalmente nesta quarta-feira (03.05). “Me tornei uma pessoa mais visual com o tempo e menos das letras. Não leio nada, nem uma legenda. Agora, fico vendo o stories como se fosse uma TV, meu cérebro tá um lixo, não lembro de nada”, analisa. “Antes lia pelo menos um livro por mês, agora nem sei”.

A antiga apresentadora da MTV escreveu dois livros com Camila Fremder (“Como ter Uma Vida Normal Sendo Louca” e “Enfim, 30”). Ela não tem planos de escrever outro por agora, mas vai encorajar a parceira de confidências a canalizar seu lado mãe para as páginas de um novo. “Ela tem várias histórias maravilhosas, já implorei pra ela escrever sozinha”, ri.

Mel é uma das melhores amigas de Jana, trabalha com Marketing de Moda, e está com um novo projeto: fotografar tudo o que come. O portfólio está no Instagram: @apenaslanches. “Outro dia comi um pastel de hot Dog. Tinha tudo… batata palha e purê. Quanto pior, melhor”, brinca.

As duas ainda falam sobre os crushes da adolescência, como foi o primeiro beijo e de suas paixões pela música pop. Jana, por exemplo, era fanática pelo Hanson.

As duas participam dos quadros Top ou Flop, Caderno de Perguntas, Perguntas Esdrúxulas, e Rapidinhas (temático galãs e TV). Jana comenta ainda sobre sua incursão no mundo dos podcasts, com o de sua loja (Agora Que Sou Rica) e o Festas que Não Fui, e sua vontade de levar o Copan Fashion Show para as passarelas. Mas é só brincadeira interna, dos moradores do prédio na região central da capital.


TOP OU FLOP
Temas que dão o que falar…

https://goo.gl/lla7wn – Uma menina estava sofrendo no seu quarto e o irmão passou uma cartinha por debaixo da porta, falando que adolescência vai até os 22 anos e TPM não tem cura. Na internet ganhou o nome de: Menstruation

https://goo.gl/zvoeev – A Disney anunciou que 2019 terá o novo filme “O Rei Leão”, “Vingadores 4”, “Toy Story 4”, “Frozen 2”, “Star Wars Episódio IX. Remakes e sequências: top ou flop?

https://goo.gl/chb55n – O “Kissenger” permite a troca de beijos com o crush via internet, por meio de uma “almofadinha” que reproduz os movimentos da boca.

https://goo.gl/myyr20 – Um café no Japão, chamado “Naturalia”, pretende ser uma zona livre de maquiagem e outras intervenções estéticas. Eles não contratam mulheres maquiadas, fumantes ou que já trabalharam anteriormente em boates e cabarés. E aí?

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Banda Baleia prepara remake de "Ventura", do Los Hermanos

Gabriel Vaz é o convidado do podcast Aos Cubos deste 14º episódio (segundo da nova temporada), lançado nesta terça-feira (11.04). O vocalista do grupo carioca Baleia anunciou que sua banda está preparando um remake na íntegra do álbum “Ventura”, do Los Hermanos, para o Canal Bis – assim como SILVA fez aquele “canta Marisa Monte”, show que deu origem a um disco.

O programa será gravado em maio, possivelmente para ser lançado ainda este ano. Em 2018, o icônico disco do grupo liderado por Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante completa 15 anos de lançado. “Se ficar legal, a gente vai seguir. Porque não consegue tocar uma só vez. Vai querer aproveitar para fazer uns shows”, explica ele sem dar muitos detalhes do projeto. Outro projeto que a banda está encabeçando é reunir todos os covers que já fizeram em um único álbum.

Quem também participa da conversa é a fotógrafa de música (e retratista de celebridades) Carol Vianna, que entre outros projetos já clicou o Baleia algumas vezes. Ela aproveitou o espaço para fazer uma pergunta ao vocalista: “do processo todo, sua parte favorita é o palco?”. “Legal essa pergunta… A minha parte favorita é essa, sim, cada vez mais. É muito bom ir amadurecendo e você vai ganhando intimidade com o palco. Mas estou aproveitando cada vez mais. Quando ganha confiança, consegue fazer outras coisas. Antes, se tentava dançar, errava só porque estava inseguro. Agora, acerto”, explica ele.

No primeiro bloco, Vaz participa do “Top ou Flop”, quadro que apresenta assuntos da semana e você tem de escolher se é top (algo bom) ou flop (ruim). Entre os abordados estão o caso de assédio de José Mayer na Globo, soltar spoiler de realities e a passagem de Justin Bieber no Brasil. Os dois participam de outros quadros, como Caderno de Perguntas e Rapidinhas, abordando assuntos como “13 Reasons Why”, ufologia e com quem trocariam nudes.

Carol destacou, entre outros assuntos, seu projeto de retratos e entrevistas (com Fe Meirelles, ex-Capricho), chamado TrêsxQuatro. Ela ainda relembrou um momento do início de sua carreira, quando clicou Ana Cañas e Ney Matogrosso. “Perguntam como consigo fazer com que as pessoas se movimentem daquela forma e capturar o exato momento”, explica.


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"Trava Trava" é da avó, brinca Lia Clark; Pedrowl sonha com Anitta

Lia Clark é uma das convidadas do podcast dessa semana ao lado de seu DJ e produtor musical Pedro Lima. A drag queen e cantora de funk falou sobre seu recente EP, “Clark Boom”, enquanto Pedrowl (como é conhecido nas redes sociais) comentou sobre seus projetos com Jão, o trio O’hearts (do qual faz parte ao lado de Bárbara Ohana e Adriano Cintra (ex-CSS) e Manu Gavassi. Quem participou, por telefone, foi a também cantora Pabllo Vittar, que vai lançar disco em janeiro: “Vai Passar Mal”.

img_9379Por volta de 22 minutos, a cantora de funk santista diz que odeia ter de responder sobre “de onde surgiu o Trava Trava?” (nome de seu primeiro single, hit do último Carnaval). Pedro diz que ela precisa inventar alguma história. E ela retruca: eu sempre falo que estava bêbada e surgiu na minha cabeça.

Mas, a partir de agora, vai começar a brincar: “foi a minha avó que escreveu. Ela tinha um caderno de composições e achei lá”, arrematou.

img_9388Pedrowl sonha em trabalhar com Anitta ou Ludmilla. Ele comentou que sabe que a primeira é fãzoca da faixa “Sauna”, da Banda Uó, produzida por ele. “A Lud é tão perfeita, tenho medo. Musicalmente, a voz da Lud é mais bafo. Tenho medo”, brinca.

Ele acabou de pré-produzir algumas faixas para o próximo álbum de Manu Gavassi, que ainda não foi lançada. “Essas coisas são assim. Já fiz música com a IZA, mas não sei o que vai acontecer”. Lia lembra de ouvir papos de produtor na adolescência, que dizia que trabalharia com determinado artista, mas nunca ouviu a parceria.

Lia ainda brincou de um quiz sobre gírias locais. Ela é de Santos, no Litoral de São Paulo (mesma cidade onde André Aloi nasceu e região onde Victor Albuquerque cresceu), e teve de responder sobre palavras que só existem lá.. Você sabe o que é “cará”, “camelo” e “média”? Ela responde e surpreende até o produtor… E o que é o CPE? No Canal 4, em Santos, é como ficou conhecido um local à beira-mar, chamado centro de paqueras do Embaré (nome do bairro). No Caderno de Perguntas, há questões do tipo: pular sete ondinhas ou pega sete boys no Réveillon? Eles relembram histórias de infância e adolescência…

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Em seu primeiro disco cheio, Pabllo Vittar fez a linha Taylor Swift e escreveu uma música para o boy, chamada “Irregular”. Ainda tem participações da própria Lia, Mateus Carrilho (da Banda Uó) e Rico Dalasam em”Todo Dia”, que a gente mostra um trechinho na voz do rapper.

O álbum ainda tem algumas co-produções de Diplo (que ela chama carinhosamente de marido). Ele também mexeu numas batidas de “Nêga. A música que tem a mão dele é uma de suas preferidas. Se chama: “Então Vai”. Segundo ela, estava com a música pronta e ele resolveu dar uma mexida. Então, nem ela ouviu a versão finalizada. Pabllo ainda entregou o drink favorito de Lia: vodca + suquinho de morango. Play!

 

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André Whoong já fez loucura com Iggy Pop e Tiê ama Justin Bieber

Parceiros de vida e de música, André Whoong e Tiê são os convidados dessa semana no podcast. Ele fala sobre o novo disco, “Justo Agora”, lançado esta semana pelo selo Rosa Flamingo. Os dois, que cantam juntos “Me Queira Você” no trabalho dele, já estão preparando material para o quarto álbum de Tiê, cujo primeiro single deve ser lançado em março de 2017 e o disco (pela Warner), no fim de maio. Quem participou, por telefone, foi Flavio Juliano, pra falar da agenda de shows de seu duo FingerFingerrr.

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Por volta dos 18 minutos, Whoong relembrou um dia f*da em sua vida, no show do The Stooges, no Planeta Terra de 2009. “O Iggy Pop estava na minha direção, tentei me aproximar para dar um beijo, não conseguia. Ele estava com a calça meio aberta… pus a mão, e segurei o p*u dele, e fiquei gritando ‘seu filho da p…’. Foi muito divertido, não sei se conseguiria fazer isso hoje em dia”, lembra, dizendo que estava sóbrio e foi tomado pela energia do show.

img_9335A cantora disse que já ouviu essa história algumas vezes, mas sempre fica meio nervosa. “Tudo bem que ele é o Iggy, mas talvez ele não queria ir tão além. Só acho que, no dia, talvez não quisesse que alguém colocasse a mão no p… dele. Eu, como artista, acho que pode ser um pouco invasivo”, reflete a cantora. “Ele ir à grade não justifica, talvez permitiria que passasse a mão na barriga ou umbigo”.

Tiê afirma que detesta ter de responder se é mesmo fofinha nas entrevistas. Enquanto André pularia as perguntas sobre referências do CD, que acha sempre muito vago. “Vou começar a inventar. Sabe aquela banda dos anos 80, o Elephants and the Bees and the Moutains, da Áustria?”, ironiza ele. A cantora também não gosta de começar entrevistas do zero, quando tem de falar de onde vem seu nome e como começou. “Se você der um minigoogle, vai saber”.

img_9319Os dois mostram suas diferenças ao escolher coisas do tipo Disney ou Turma da Mônica, praia ou campo ou céu e mar. Tiê fala de sua fissura por listas e cadernos e sobre escrever a mão, uma vez que ela adora ter caderninhos (inclusive, ganhou um do Justin Bieber, artista pelo qual tem um “amor platônico”). “Quando você escreve, seu cérebro automaticamente memoriza mais, entende mais, aprofunda”, analisa.

A cantora falou que essa disputa de lipsync, que acontece na TV (alô RuPaul’s Drag Race, é algo muito “xófem” pra ela, que não conhecia o app Musical.ly. Sobre dublagem no meio musical, Tiê dispara: “Sempre aconteceu… fica questionando, mas vai lá dançar, rebolar e abrir o espacate e ainda cantar afinado”. Ela fala que segue bastante gente nas redes sociais… umas 1600 pessoas! Entre os perfis que indicaria, estão @watts.on, @theacademynewyork e @essediafoifoda

Tiê tem um talento escondido: cozinhar, algo que faz bem, e desemperrar zíper. “Vou na persistência, no jogo. Quando enroscar sua bolsa, eu desenrosco”, brinca ela, que vai abrir essa seção na Rosa Flamingo. Já Whoong adorou pintar tampa de vaso sanitário com paisagens. Até agora, ele pintou uma só… Veja o resultado!

Paisagem privada. Marrom também é tinta.

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Eles ainda falam o que gostam na TV. Desenhos estão sempre em pauta por causa das filhas da cantora, Liz e Amora, mas novela entra no jogo de vez em quantos. Ela também gosta muito do programa “O Show do Renatinho”, no Multishow, com Tatá Werneck e asseclas de banda. Tiê denuncia: ele gosta de “Escola para Maridos”. “Ele até chora”, ri. “Eu assisti os três primeiros episódios. São uns caras bem machistas. É engraçado ver eles desabrochando, vendo que são muitos escrotos. Acabo me emocionando”, diz ele, que gosta de freakshows.

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