MariMoon e Maíra Medeiros: a internet do Fotolog ao Musical.ly

img_7712MariMoon é a primeira webcelebridade que o Brasil conheceu. Ela está na internet desde que “lá era só mato”. Passou pelo Fotolog e parou no Instagram. Maíra Medeiros é youtuber, ganhou notoriedade recentemente por causa de uma paródia de Anitta em que levanta assuntos de causa feminista. E já pensa no app que vai substituir o Snapchat… As duas estão ligadas pelo trabalho, produziram conteúdo juntas e são muito amigas. E também são as convidadas do nosso podcast esta semana!

No papo, a gente falou sobre o futuro da internet. Maíra aposta que o app Musical.ly vai ganhar cada vez mais espaço entre os jovens. Nesse novo território, composto por adeptos de dublagens musicais e que podem controlar a velocidade da gravação, já há até uma musa, chamada Baby Ariel, com 15 milhões de visualizações em seus vídeos. E ainda lembramos toda a trajetória de início das redes sociais, como Fotolog e Orkut. Será que elas só adicionavam com scrap ou tava liberado aceitar todo mundo?

img_7715Mari foi VJ da antiga MTV Brasil (aos 12 minutos), nos áureos tempos de Disk e afins. Por pouco, não fez parte da Liga de VJs Paladinos, o que a deixa chateada até hoje: “acabou no meu ano”, lamenta (risos). Ela falou que não tem nem comparação o canal musical de raiz brasileira, dos tempos de João Gordo, Astrid Fontenelle e Gastão, ao que é produzido hoje, praticamente uma cópia da TV americana. “Eles pegam as paradas que tem na gringa, não levo em consideração”.

Falamos de tatuagens, cor do cabelo, Toy Art (ou sex toys?) e desenhos animados (Mari é louca pela Arlequina, enquanto a dona do canal “Nunca Te Pedi Nada” tem obsessão pela Mulher-Maravilha). Maíra comentou sobre a sua fissura por montanha-russa, mas que teria medo de pular de asa-delta (cadê coerência?). Elas ainda responderam se preferem Festa Junina ou Carnaval e falaram do vídeo da Iguana fugindo das cobras. Dá o play!

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Banda Uó se arrisca no Gospel e faria show-homenagem a Michael, Prince e Bowie

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Mel Gonçalves, Mateus Carrilho e Davi Sabbag, que juntos formam a Banda Uó, são os convidados do podcast Aos Cubos desta semana. Os músicos falaram sobre a animação de levar humor ao clipe de “Cremosa”, que estreia na quinta (17.11), uma parceria com a catuaba Selvagem. O novo single ainda ganha uma versão com viola caipira no encerramento, com Luis Coutinho (do Falso Coral).

“Vai ficar muito legal. A gente aparece, pela primeira vez, de uma forma que os fãs nunca viram. Dessa vez, há humor não só na música, mas no contexto e no roteiro, com personagens engraçados”, explica Carrilho. “É tipo uma dominação mundial. Todas as pessoas vão ficar cremosas e querer usar esse produto revolucionário”, brinca Sabbag. É um presente aos fãs que sentem falta de historinhas e humor nos clipes da banda.

Os três responderam sobre o que gostariam de fazer para ganhar um Nobel da Paz (aos 33 minutos) no segundo bloco. Enquanto Mel adoraria ser uma espécie de Malala trans e Sabbag um ativista gay e de animais de rua, Carrilho ironiza, dizendo que adoraria acabar com a bancada evangélica na Política. Para minimizar a polêmica, eles cantaram “Zaqueu” à capela. Mel ainda falou que adora ouvir Ana Paula Valadão, uma pena que defende o que não se deve.

Durante o terceiro bloco, por volta de 1h21, a banda ainda dispensou uma parceria com a Inês Brasil, já que os fãs vivem insistindo no assunto nas redes sociais. “Adoro a Inês, mas musicalmente não tem nada a ver”, disse Carrilho. “São duas vertentes diferentes. Ela é um entretenimento escrachado e é divertido, só que não é algo que cabe no nosso universo. Não achamos que convém colocar no nosso trabalho, assim como Maria Bethânia não rima, cantar com ela, não rima”, complementa Mel.

Mais uma cena do clipe de "Cremosa", que estreia quinta (17.11) | Foto: DIvulgação
Mais uma cena do clipe de “Cremosa”, que estreia quinta (17.11) | Foto: Divulgação

“Já somos três, pra ter um feat. tem que ser uma coisa muito especial”, arremata Sabbag. Entre os nomes de uma parceria dos sonhos, estariam Beyoncé, Maluma (mas não pra música, tá?) e Pitbull com Jennifer Lopez. “Sauna versão espanhol com o Pitbull, já pensou? Ia ser muito bafo!”, concordam todos. Se há um cantor que eles homenageariam no melhor estilo Adam Lambert canta Freddy Mercury (do Queen), fariam um show: Banda Uó canta Michael Jackson, Prince e David Bowie. Com versões em português, claro!

Na abertura do terceiro bloco, por volta de 1h08, a banda ligou para uma amiga, a digital influencer Milian Dolla, que expôs uma história de um Réveillon em Uberlândia, em Minas Gerais. Líder dos millionaires (seu fandom), ela brinca que – nas horas vagas – destrói relacionamentos por onde passa e toca nas horas vagas. Sua turnê é “Segurem Seus Maridos Tour”. “Estou guardando tudo para um dossiê”, diz ela antes de contar a história.

Outra passagem engraçada é compartilhada por Mel (à 1h23), quando ela diz que um amigo “muito peculiar” levou um boy para casa após uma festa. “Ele me olhava de forma estranha, um olhar meio cego, perguntei quem era”, relembra a vocalista. Depois que ele foi embora, esse amigo confessou que ele não o conhecia e era um fã da cantora. Queria proporcionar um momento inesquecível ao jovem: um dia com o ídolo! “Ele nem sabia o nome”.

Entre os quadros “Rapidinhas” e “Caderno de Perguntas”, o grupo ainda revelou suas manias, medos, séries favoritas, como gostam de comer miojo e com quem teriam um “sonho molhado”, quem levariam na garupa de uma bicicletinha, o que acham de drogas e o que vão pedir para o Papai Noel de Natal. Ah, eles também relembraram antigas propagandas (direto para os 26 minutos). Play!

Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho
Davi Sabbag, Mel Gonçalves e Mateus Carrilho

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Rico Dalasam apresenta novo single e é desafiado em quiz sobre pagode

Rico Dalasam é o convidado dessa semana no nosso podcast. Ele apresentou o novo single “P.R.O.C.U.R.E”, música que estreia nos próximas semanas. A faixa não faz parte do recém-lançado “Orgunga”, seu primeiro disco cheio. No início de 2017, ele volta a trabalhar o álbum, com “MiliMili” (produzida por MahalPita), a próxima de trabalho. No nosso “trote”, a gente ligou para a Lellêzinha, do Dream Team do Passinho, que falou sobre a participação do grupo no “Vai que Cola” e sobre um possível feat. com o cantor.

img_7147O primeiro rapper assumidamente gay ainda participou do quadros “Rapidinhas”, quando falou sobre sua paixão por Chiquititas e da vontade que tem de voltar a atuar como cabeleireiro – ele quer montar um salão em Taboão da Serra, sua cidade-natal. No “Caderno de Perguntas”, o artista foi prolixo: falou de política a situações constrangedoras, como mandar o print errado para um grupo no Whatsapp e postar foto dele em um Instagram secreto, que falava só de unha. “Passar vergonha faz muito parte da construção, como caráter e história de vida. Você só mostra como sua vida é normal”, explica, cujos dilemas e problemas podem fazer com que ele se aproxime dos fãs.

ESTAMOS NO APP PODCAST, APPLE!!!

Ele ainda estreou nosso novo quadro: “Quiz Musical”. Como ele se diz um expert no assunto, fizemos um teste do Buzzfeed, com clássicos do gênero. Será que ele é mesmo um entendido? Por fim, emprestou sua voz para um cover de “Passarinho”, do Curumim, ao lado de Luis Coutinho, da banda Falso Coral, que sempre comanda nossos jams.

O artista ainda brincou, dizendo para qual artista ele pediria uma ordem de restrição. “Se fosse nos Estados Unidos, o Kanye West ia por fogo em alguém próximo dee. Aqui nao funciona, mas eu pediria para alguém que tenho um certo asco e não teria perto: “Joelma (ex-Calypso). Foi traída pela Lua, mas ela traiu a gente”, disse. Ele não contextualizou, mas a gente explica. Em 2013, a cantora deu entrevista à revista Época, dizendo: “Tenho muitos fãs gays, mas a Bíblia diz que o casamento gay não é correto e sou contra”.

Na conversa, ele ainda falou sobre qual música cantava errado na adolescência (na versão dele, cantava: “eu vou ficar nos prédio, eu vou ficar nos prédio” [sic]. Adivinhou?). E também com qual artista fez questão de fazer selfie quando conheceu, na semana passada, no Prêmio Multishow. Dica: “a saudade bateu foi que bem maré”.

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Jaloo e Mahmundi são os convidados na estreia do Podcast Aos Cubos!

Bem-vindos! A partir de hoje, o Aos Cubos vira uma outra plataforma. A gente vai continuar falando de cultura, mas agora em áudio. Viramos um podcast! Fico feliz em anunciar isso… Nossos primeiros convidados são amigos e hoje moram em São Paulo. Ela é do Rio, ele de Castanhal, no Pará. Além da música, a vida  uniu essas duas delícias: Jaloo e Mahmundi, que na certidão de nascimento são, respectivamente, Jaime Melo e Marcela Vale.

Quem divide a bancada comigo é Victor Albuquerque (que já está escalado para o elenco fixo!) e o Luis Coutinho, um dos editores do blog, que tem uma banda chamada Falso Coral. Entre outros assuntos, abordamos a maldição do segundo álbum, aponta qual deles é #arianator (fã de Ariana Grande)… Levantamos polêmicas sobre o nome de um museu de São Paulo… E qual foi a lição que a Mahmundi aprendeu com o pai da Juliana Paes.

img_4715-1Nesta primeira edição, a gente falou bastante… Vamos encurtar para as próximas! Só pra vocês entenderem a dinâmica deste primeiro programa: no primeiro bloco, a gente fala de música, no segundo tem o quadro Caderno de Perguntas, que eles respondem coisas bobas, inspirados por aquela febre dos anos 90/00!

No terceiro bloco, Jaloo se vinga do Disclosure, e diz se ouve ou não a música dos irmãos-gatos. Eles ainda participam do quadro “Como assim, você nunca?”, que aponta lugares de São Paulo e eles têm de dizer se já foram ou não. E terminamos com as rapidinhas: coisas do tipo Xuxa, Mara ou Angélica… Play!

PS: A gente fala um monte de marca, mas o podcast não é patrocinado! Muito menos a foto ao lado, tá? Era só o que a gente tava servindo pra curar a ressaca da Mahmundi! <3

Um vídeo publicado por Aos Cubos (@aoscubos) em

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Em algum momento, falei sobre uma plataforma que traduz músicas para x línguas em diferentes países. O nome é Lyric Find. Procure saber!

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