SP: sem “Anaconda”, Nicki Minaj transforma palco em baile funk em estreia no Brasil

Nicki Minaj foi a principal atração de uma festa, nesta quarta (25.09), apenas para convidados a fim de anunciar uma parceria da Vivo com o Tidal – serviço de streaming do Jay-Z. Com três trocas de roupa e trejeitos de diva, Nicki fez seu debut nos palcos brasileiros com show da turnê “NickiHndrxx”, do seu recém-lançado álbum “Queen”. Ao entoar suas músicas, desfilou hits, como “Starships” e “Superbass”, que a fizeram famosa no mundo pop, as atuaisz “Chun-li”, “Barbie Girl” e “Ganja Burn”, além de suas parecias com 6ix9ine (“Fefe), Beyoncé (“Feeing Myself”) e Eminem com Labirinth (“Majesty”), esta última faixa que abriu o show.

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Ed Sheeran põe estádio no bolso com show one-man-band, em São Paulo

(Imagens gentilmente cedidas por Francisco Cepeda)

Se você viu o curta “One Man Band”, da Pixar, entende a premissa de um show de Ed Sheeran. É só ele e o violão no palco (uma só vez entra em cena uma guitarra psicodélica). Mas a grande estrela é um pedal que reproduz em loop trechos gravados (seja da viola ou da boca). Na animação da Pixar, o músico tem de se firmar perante um novo homem-orquestra, e se sente ameaçado para conseguir as gorjetas da cidade medieval. Mas, no caso de Edinho (como os fãs chamam carinhosamente o britânico), a hegemonia está longe do fim.

Ainda que, antes de começar, a arquibancada gritasse “fecha o buraco”, apontando para a pista premium, o ruivo de 26 anos fez show para um Allianz Parque lotado neste domingo (28.05), em única apresentação na capital paulista. A pontualidade foi britânica: faltava um minuto para o início previsto do show e ele já estava a postos com “Castle on the Hill” – do recém lançado “÷” (Divide), que teve 57 milhões de reproduções em um único dia no Spotify, no lançamento, em março de 2017.

No palco, Ed se sente à vontade para cantar, tocar, batucar e ainda conversar com o público. A timidez é nítida, mas o carisma sobressai. “Sei que amanhã é segunda-feira, mas vamos fingir que hoje é sexta e curtir até ficar rouco? Mas não vale de gritar, tem que cantar”, propôs. E colocou lenha na rixa Brasil x Argentina: “Eles cantaram muito alto (em menção à faixa que leva esse nome). Estão preparados para sair daqui sem voz?”, brincou. O público se dividiu entre gritos e vaias na cutucada direcionada à rusga com os hermanos. “É muito legal vir de onde vim e ver uma plateia animada como essa e que sabe cantar as letras. Eu amo o Brasil”, disse em outro momento.

Enquanto o atual single “Galway Girl” foi uma das mais cantadas, as músicas melosas – sem surpresa – foram as que mais funcionaram com o público. Ele ficou nitidamente envergonhado quando começou a tocar “Give Me Love” e as pessoas tomaram as rédeas do vocal. Ainda que o rubor fosse quase imperceptível pela sua ruivez, os trejeitos o entregaram. Não à toa! A faixa foi trilha sonora de “Malhação” (2013) e embalou muitas cenas de Martin (Hugo Bonemer) e Micaela (Lais Pinho) nas tardes da Globo.

Na aguardada “Thinking out Loud” foi o único momento que Ed trocou o inseparável violão (que a cada música vinha com alguma referência aos álbuns: desenhos dos símbolos de dividir e de multiplicar) por uma guitarra colorida. “Bloodstream” surpreendeu pelo momento de catarse, mas o clichê de “Photograph” encantou: o público empinou seus celulares com o braço e os casais se admiravam embasbacados, prontos para se beijar.

Claro que o bis teria que vir com a música mais executada no Spotify em 2016: “Shape Of You”. Mas ela é mais um adorno em um setlist recheado de sucessos que você nem imagina que conhece, como a inacabável “You Need Me, I Don’t Need You” – a última do setlist, cujo destaque vai para a céltica Nancy Mulligan, que fica na cabeça.

Se você não conseguiu acompanhar nem pelos Stories no Instagram dos amigos, logo Edinho volta. Pelo menos, prometeu. No bis, trocou a camiseta escrito Hoax (boato, em inglês) pela camisa da seleço brasileira de futebol, da CBF, e estava envolto na bandeira do Brasil. Isso de amar o Brasil não deve ser historinha de gringo… O lance é esperar!

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“Acho que eu sou um romântico mesmo", confessa João Suplicy

“Acho que eu sou um romântico mesmo e, no show, conto isso. Percebi que quando estou, de fato, apaixonado, faço música sem parar”. A frase é de João Suplicy, que vai levar seu quarto para o Ao Vivo Music Hall, nesta sexta (08.04), em Moema, em SP. É um novo show, baseado em seu programa semanal “Violão Ao Vivo do Quarto”, quando apresenta faixas inéditas e covers no Facebook Live, em sua página na rede social, ao vivo de sua casa. Mas é verdade, seu quarto será recriado em cena..

Ele descarta a possibilidade de duetos, mas quem sabe não role uma participação de seu pai, Eduardo Suplicy, ou o próprio irmão, Supla. Na apresentação, ele conta as histórias de quando se apaixonou e fez determinada música em homenagem ao amor, ou quando conquistou outra mulher, e não deu certo. Todas as faixas são autobiográficas, meio que um relato de sua vida. “Tem uma de quando estava apaixonado por uma garota e ela não estava afim, que virou o blues ‘Deixa o Tempo Trabalhar’.”

João Suplicy 5Há ainda “Dicionário do amor” e outra chamada ‘Tudo Ou Nada”, todas quase inéditas (porque já havia apresentado em seu semanal), que ele pretende reunir em um EP até o fim do ano. Até lá, vai soltar singles , um por vez, nas plataformas digitais. Ele revela que não está namorando ninguém agora e há uma uma música – chamada “Solteiro e Vagabundo”, cuja letra diz: “Daquele amor já me despedi, agora tá tudo bem, não devo nada a ninguém, quero sair por ai (…) Eu tô na pista, pode procurar. Também estou no virtual (…) Largado no mundo, vou ficar até que chegue outro amor para me apaixonar”.

Apesar de a letra citar relacionamentos em tempos de Tinder (rede social de relacionamentos, destinada a encontros), ele diz que não saiu em nenhum date com alguém que conheceu no aplicativo. “Não, não”, riu. A letra fala sobre a patrulha digital, de quando alguém curte a foto do outro etc. “Dentre essas músicas, tem algumas que foram feitas há algum tempo, mas não cabiam no conceito da banda, o Brothers Of Brazil (seu projeto de verve mais rock ao lado do irmão, Supla”, explica. “Muitas ficaram esperando o momento correto pra ganharem vida”.

Segundo ele, enquanto o repertório de sua banda era a maior parte em inglês, as novas faixas flertam com a música popular brasileira – isso, se você considerar Paralamas do Sucesso e Arnaldo Antunes como parte dessa vertente, mais do que Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque. “Tenho referências muito diversas, mais amplas do que a MPB, como Blues e Rock. De muitas coisas que coloco na minha música, e não me importo (sua classificação), componho muito mais focado num Blues ou compor um Samba e transformar ele num Rockabilly. Uso essas referências, do que ouvi a vida inteira, pra fazer minha música”.

Esse formato voz e violão permite infinitas possibilidades. Ao vivo, ele vai fazer um cover de Elvis Presley e, em outro momento, interpretar Vinicius de Moraes com Baden Powell. No mínimo, curioso!

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siterg Por André Aloi, especial para o Site RG
O texto acima é uma r
eprodução; veja a publicação original

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SP: "Cartola está acima do bem e do mal", comenta Teresa Cristina

Teresa Cristina começou a cantar Cartola para um pocket show no encerramento de um projeto no Rio de Janeiro, em 2015. Foi tão emocionante, ficou com isso na cabeça, dizendo que queria se apresentar mais vezes. Levou o show para o Theatro Net, no Rio de Janeiro, com direito a duas sessões de ingressos esgotados e gravação para um canal no YouTube. Repetiu a dose nesta segunda (18.01) para ser exibida ao vivo no canal BIS.

Agora chegou a vez de São Paulo conferir de perto a artista portelense “traindo” sua escola-mãe e dando voz a clássicos eternizados por Cartola, que narrou em muitas de suas canções seu amor pela Mangueira. “Aquilo me deu um tesão tão grande. Falei: ‘nossa, que bacana. Uma ideia do nada, de bobeira’. Na vida, as coisas não são à toa. Deus não dorme”, brinca. Ela faz show nos dias 21 de janeiro (esgotados) e 21 de fevereiro (à venda).

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O show cantando Cartola foi uma surpresa, segundo a artista. “Gosto muito dele, sou fã. Mas era algo improvável, já que sou portelense. Tem gente que reclama, fala que eu virei Mangueira, outras acham legal. Eu, sinceramente, acredito que ele esteja tão acima do bem e do mal, que eu nem penso… Quando escolhi fazer, nem passou pela minha cabeça estar traindo a Portela de alguma maneira. Ele é um Jedi (lê-se jedái, fazendo menção aos personagens fictícios da franquia americana ‘Star Wars’)”, brinca.

Ela acredita que o artista está no mesmo patamar de Dorival Caymmi, Nélson Cavaquinho e Pixinguinha. “São compositores com uma assinatura muito forte. Você ouve e identifica, reconhece a obra dele até sem o nome. Poucos compositores têm essa assinatura nas canções”, reflete, dizendo que só há uma música que não se sente muito confortável em cantar. É “Sala de Recepção”, cujos versos dizem: “Temos orgulho de ser os primeiros campeões. E as outras escolas até choram invejando a tua posição. Minha Mangueira da sala de recepção”. Nesse momento, a plateia cai na gargalhada.

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A iniciativa de gravar a apresentação em DVD (para ser distribuído online por meio do YouTube) surgiu da nova empresária de Teresa, Paula Lavigne, que queria preencher o ócio da gravação de um novo CD de inéditas com uma apresentação especial. “Ela é muito esperta, pensa muito rápido. Chegou e falou: ‘já que esse show tá com essa bombação toda, vamos arriscar e gravar logo, direto. Achei meio loucura. Mas também gosto de coisa louca. Falei: ‘vamos’, mas meio assim. E que bom. Acho simpática a ideia de o DVD estar online”.

Ela acredita que o sucesso dessa fórmula se deu por causa da escolha do repertório, estava cantando bem (as músicas) e as coisas acabaram dando certo. “Eu fiz o primeiro show, estava bem nervosa. Quando chegou o segundo, falaram que talvez Caetano (Veloso) fosse. Todas as vezes que olhava pra plateia, não o via. Depois que vi o show filmado, sei o momento certinho que o enxerguei na plateia, estava cantando ‘as Rosas Não Falam’, talvez”, relembra. “Nos primeiros contatos, sempre se mostrou uma pessoa generosa, como quando me chamou para cantar com ele (“Festa modesta”)”, pontua.

Acompanhada do violão de Carlinhos Sete Cordas, a artista sobe ao palco do Theatro Net São Paulo nesta quinta-feira (21.01), com o show “Teresa canta Cartola: um poeta de Mangueira”. Os ingressos para esta apresentação se esgotaram. Uma nova data está à venda: 21 de fevereiro. Custam de R$ 60 (balcão,meia) a R$ 140 (inteira, plateia). Entre outras canções, ela canta “As Rosas Não Falam”, “O mundo é um moinho”, “Alvorada”, “Peito Vazio”, “O sol nascerá” e outros grandes sucessos do saudoso sambista.

SERVIÇO
Teresa Cristina @ Theatro Net SP
Rua Olimpíadas, 360 – Vila Olímpia (dentro do shopping Vila Olímpia)
Teresa Cristina canta Cartola: um poeta de Mangueira
Dias 21 de janeiro e 21 de fevereiro
Ingressos à venda: de R$ 60 a R$ 140

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Brahma Valley tem Philip Philips e Colbie Caillat; veja programação

Acontece neste fim de semana (dias 28 e 29.11), no Jockey Club, em São Paulo, a primeira edição do Brahma Valley. Um festival dedicado à música sertaneja, que mescla outros estilos, como pop, rock, funk e MPB. Entre os brasileiros, a marca de bebidas traz ainda Philip Philips como headliner para o primeiro dia e Colbie Caillat para o segundo.

Além deles, o DJ francês Bob Sinclar é um dos destaques do evento que reunirá nomes consagrados do sertanejo. Será uma espécie de Lollapalooza (inclusive, repetindo o venue), mas com Chitãozinho & Xororó e Michel Teló, além de Fernando & Sorocaba, Marcos & Belluti etc. Além de nomes da nova safra, como Henrique & Juliano, Lucas Lucco e Thaeme & Thiago.

As participações especiais têm Anitta, MC Guimé, Sophia Abrahão, Ludmilla, Lucas Silveira e Gabriel O Pensador. Não vai ao evento? Não tem problema! O Multishow transmite o evento durante os dois dias, a partir das 13h30. As atrações dos palcos Reflexo e Pop serão exibidas no site do canal e na plataforma digital Multishow Play.

GASTRONOMIA
Além dos encontros musicais, o festival terá uma tenda com diferentes chefs sob curadoria do Masterchef Henrique Fogaça (Cão Véio), oferecendo diferentes cardápios com o melhor da gastronomia contemporânea. Também há uma área destinada aos foodtrucks. Estacionarão por lá os chefs Rodrigo Amaral (Chef Sobre Rodas); João Vergueiro (Frish), Alex Sotero (Nero Food Truck) e Adolpho Schaefer e Paulo Ribas (Holly Pasta). Ainda não há informações sobre valores.

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Veja a programação completa:

SÁBADO (28/11)
PALCO REFLEXOS (sertanejo + country ou raiz)
14h45 – Bruninho e Davi (participação de Mato Grosso e Mathias)
16h45 – Ben Miller Band
19h20 – Jads e Jadson (participação det Breno e Caio Cesar)
21h45 – Philip Philips

PALCO POP (Sertanejo + Pop + Samba)
13h30 – Marcos e Belluti participação de Luciana Mello + Jair Oliveira
15h25 – Thaeme & Thiago (participação de Negra Li)
18h00 – Cezar Menotti & Fabiano (participação de Sophia Abrahão)
20h35 – Henrique & Diego (participação de MC Guime)

PALCO SOUND (Sertanejo + Funk+ Hip Hop + Eletronico)
13h30 – Raphael Leandro
14h45 – DJ luizão
16h05 – João Neto e Frederico participação de Anitta
17h00 – Carlos & Jader
18h05 – Make U Sweat
18h35 – Zé Rubens & Guilherme
19h40 – MC Guime
20h50 – Beatriz e Gabriel
21h30 – Bob Sinclar

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DOMINGO (29.11)

PALCO REFLEXOS
13h30 – João Bosco e Vinicius (participação de Fiduma e Jeca)
15h30 – Fernando e Sorocaba (participação de Chris Weavers)
19h10 – Chitãozinho e Xororó (participação de Bruna Viola)
21h45 – Colbie Caillat

PALCO POP
14h15 – Victor e Leo (participação de Lucas Silveira)
18h00 – Gustavo Lima (participação de Catra)
20h30 – Henrique e Juliano (participação de Renato Teixeira)

PALCO SOUND
13h30 – Lu e Robertinho
14h15 – DJ Johnie Glovez
15h00 – Rominho
15h50 – DJ Tartaruga
16h30 – Luccas Lucco (participação de Gabriel O Pensador)
17h45 – Projota
18h35 – Make U Sweat
19h45 – Jorge Ben Jor
21h15 – Michel Teló (participação de Ludmilla)
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SERVIÇO
Festival Brahma Valley
Onde: Jockey Club de São Paulo – São Paulo
Quando: Dias 28 e 29 de novembro (sábado e domingo).
Início dos shows a partir das 13h30 (abertura dos portões às 12h). Término às 23h30

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INGRESSOS

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Com show energético, OneRepublic passa por SP e promete voltar

Depois de se apresentar no primeiro dia de Rock in Rio, o OneRepublic foi a atração do Live Music Rocks, da Move Concerts, neste domingo (20.09), no Espaço das Américas, em São Paulo. O show energético teve desfile de hits, momento acústico, ode ao Brasil, covers e muito falsete.

A banda está na última etapa da turnê “Native” (de CD homônimo, lançado em 2013). “Estamos finalizando um novo álbum, que vai ser lançado em 2016, então é possível que muitas das músicas que vocês estão ouvindo aqui, fiquem de fora da próxima vez que viermos aqui”, desculpou-se Ryan Tedder. Inclusive, a banda fez uma “session” num estúdio em São Paulo antes do show.

O setlist tentou contemplar boa parte dos hits da banda, encerrando a apresentação (de 1h30 mais ou menos) de forma apoteótica com o remix de Alesso para “I Lose Myself Tonight”. Mas “Counting Stars” e “Apologize” foram as mais cantadas pela plateia. Entre os destaques, também estiveram “I Lived”, “Stop and Stare” e “Secrets”. Os covers de “What a Wonderful World”, de Louis Armstrong, e “Seven Nation Army”, do White Stripes, também despertaram coros. Dono de um vozeirão, o vocalista abusou das firulas vocais (e dá-lhe falsetes) pra mostrar do que é capaz. Destacaram-se também os momentos: Tedder ao piano e quando se juntou à banda para uma apresentação mais intimista, num palco de apoio no meio do público, com som mais acústico e novas versões de “Come Home” e “Good Life” (faixa em que a banda prestou homenagem ao País, mostrando imagens de pontos históricos paulistanos, como o MASP, a Estação da Luz e o Museu da Língua Portuguesa).

Em uma das conversas com o público, Ryan disse em um português enrolado: “vocês são f*da”. Falou também que iria pedir para seus empresários colocarem sempre a América do Sul na rota das próximas turnê, alegando que demorou muito tempo para desembarcarem por aqui. Em suas palavras, o público era maravilhoso. “Uma das melhores cidades de toda a turnê”, elogiou. Continuando o ato clichê, ganhou uma bandeira do Brasil, teceu elogios às cores e a pendurou num piano.

Ao cantar “I Need To KNow”, Tedder pegou uma câmera para filmar a plateia. A cena era digna de videoclipe. Como essa faixa já tem um, será que vem algum material novo por ai, mostrando os bastidores da tour?

Tedder, em outro momento de conversa, disse “eu te amo” e também agradeceu à gravadora (Universal Music Brasil) pela parceria (algo raro para artistas de seu patamar, uma vez que os artistas c*gam para seus representantes locais). E que jamais vai esquecer dos fãs brasileiros por causa daqueles que os acompanharam desde a chegada ao aeroporto, no hotel ou até mesmo quem usou as redes sociais para pedir música. 

A plateia também cantou “Parabéns a você” pra Zach. E Ryan quis esclarecer a história da música, cujo nascimento, ele diz, surgiu de duas professoras americanas e tinha outro significado. Veja o setlist:

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“Mulher tem que ser vista como ser humano, não bibelô”, diz Ana Cañas

Ana Cañas leva sua MPB feminista com atitude rock ‘n’ roll para o teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo. A nova turnê do novo álbum “Tô na Vida” (lançado em 31.07 via slap) desembarca na capital paulista com a participação de Arnaldo Antunes. Acontece depois de uma apresentação prévia e de teste em Curitiba (PR). Às 18h deste domingo (16.08) é pra valer!

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Bullet for My Valentine faz show em São Paulo e apresenta faixa inédita

Por Juliano Araújo

A banda de metal core Bullet for My Valentine fez show em São Paulo, neste sábado (11.07), com um setlist bem variado. Os galeses apresentaram músicas de todos os discos, incluindo uma faixa inédita. Os integrantes pareciam contentes e se impressionaram com o público, que cantou quase todas as músicas em coro.

Matt Tuck disse que nunca mais irá demorar tanto para voltar ao Brasil. A última vez que eles estiveram no País foi em 2013. Eles estão por aqui divulgando seu quinto disco de estúdio, “Venon”, que será lançado no dia 14 de Agosto.

O segundo show da banda em São Paulo foi em uma casa menor, na Via Marques, mas o público fiel compareceu em peso. Hoje a banda se apresenta no Circo Voador (RJ) e depois segue para Argentina, Chile e Colombia fechando a turnê latino-americana.[hr]

Fotos gentilmente cedidas por Marcos Cesar Bullino/A Ilha do Metal

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Clean Bandit deve vir ao Brasil ainda em 2015: "estamos ansiosos"

“Tentamos fazer do nosso show uma festa, um Carnaval”, diz o violinista do Clean BanditMilan Neil Amin-Smith, em conversa por telefone. A inspiração dessa energia vem de outras bandas conterrâneas, como RudimentalBasement Jaxx.

Esse gostinho, o Brasil deverá sentir nesse segundo semestre, talvez lá pra outubro, segundo ele. “Soube que é um lugar maluco para se apresentar, a plateia é maravilhosa. Estamos ansiosos para fazer ir à América do Sul”, diz, brincando que nem imaginava que em algum momento da carreira teria fãs por aqui. “Só podemos agradecer. Temos músicas novas, que amamos, e esperamos que as pessoas gostem tanto quanto ‘Rather Be’”.

Quando conversei com Milan Neil, ele estava de molho em Berlim (Alemanha) por causa de um probleminha no braço. Enquanto isso, o restante do grupo brilhava com agenda lotada nos EUA. “Poder tocar mundo afora é uma coisa maravilhosa. Saber que as pessoas conhecem sua música é gratificante”, diz ele, lembrando a performance memorável no festival Coachella.

O grupo eletrônico, cujo nome vem de uma expressão russa que significa “totalmente bastardos”, transforma a música clássica em pop. “O nome também pode significar afeição, como uma família”, lembra o músico. E é isso que eles são desde 2009, quando a banda surgiu. “Grace (Chatto, uma das vocalistas) e eu tocávamos muita música clássica na faculdade. E o Jack (Patterson) foi quem introduziu isso à música eletrônica. Começamos a tocar juntos, nunca pensamos: nossa, vai ser o combo perfeito”.

Mas o turning point aconteceu em 2013, com o lançamento de “Mozart’s House”. “Foi a primeira vez que mais pessoas e a mídia, além da nossa família, estavam consumindo a nossa música. O vídeo estava conquistando milhares de views. Foi animador”. O mais difícil da fama já passou, informa Milan. “Nos esforçamos muito, e não tínhamos grana. Fazíamos show, havia muita dedicação para continuar tocando, e ir pra outro festival, sabendo que o cachê não ia ser nada demais”, relembra, explicando que a diferença hoje é que eles tocam pra um público que conhece suas músicas.

MAIOR HIT
Seus ouvidos não devem ter saído ilesos ao maior hit do Clean Bandit em 2014. “Rather Be” chegou à quarta colocação nas 100 mais das paradas brasileiras, fechou o ano entre as 50 mais tocadas e lhes rendeu um Grammy de Melhor Gravação de Dance. “Foi indescritível. Estávamos tão cansados no dia da premiação, em Los Angeles, ainda sofrendo com jet lag. Mas ainda assim saímos pra comemorar, e tínhamos que acordar cedo no dia seguinte pra voar pra casa. Foi delirante”, riu.

Milan Neil diz que jamais imaginou tudo o que está acontecendo com eles agora. “Quando ‘Rather Be’ saiu, foi letal. Não conseguíamos medir a audiência que conquistamos”, explica. Ele diz também que nunca houve um momento exato em que se soube que a música era um grande estouro. “A cada dia, a gente recebia uma informação. Não era um hit na América, por lá só pegou depois de 10 meses que já havia rolado no Reino Unido. E na Europa toda foi, mais ou menos, três meses depois. Foi acumulativo”.

Banda levou Grammy de Melhor Gravação de Dance

PRÓXIMO CD
Segundo o músico, há poucas coisas acertadas para o próximo CD, sucessor de “New Eyes”, lançado no ano passado.De certo, que entra a parceria com Marina and The Diamonds, chamada “Disconnect”. “Provavelmente devemos demorar ainda nove meses para que ele esteja pronto”, afirma, comparando o tempo relativamente curto perto dos quatro anos que demoraram para o CD de estreia sair.

Ele espera que o som deste próximo seja o mais coeso e com muitas participações especiais. Se pudesse escolher, já estariam escalados Tove Lo, Frank Ocean e Years & Years. “É importante lembrar que fazemos música para nós mesmos, tendo em mente um certo nivel do sucesso comercial”. Apesar de estarem gravando minidocumentários da turnê mundial, não têm planejado lançar um DVD com esse material. “Seria interessante”, arremata Milan.

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